Pokémon Blast

Cartas na Mesa: análise da expansão XY do TCG de Pokémon

Entremos no mundo das Estampas Ilustradas e vamos analisar a primeira expansão da nova geração de Pokémon nas cartas!

Treinadores e treinadoras, guardem suas Pokébolas e saquem suas cartas, porque este é o primeiro artigo da nova sub-coluna do Pokémon Blast, o Cartas na Mesa. Diferente das outras matérias dessa coluna, iremos abordar aqui as Estampas Ilustradas de Pokémon, publicadas no Brasil através da Copag - nossa parceira nessa nova empreitada. Com isto, vamos abrir essa nova geração de textos analisando de forma competitiva a fase que marcou a chegada da nova geração de Pokémon no Trading Card Game: a expansão XY do TCG!

Um forte início

Já que estamos na nova era, a melhor forma de começar é justamente com os Pokémon iniciais. A árvore evolutiva de Chespin veio bem representada nas cartas, sendo relativamente simples de chegar a sua forma final graças ao Scrunch de Quilladin, que possui como custo uma energia qualquer e pode ganhar tempo até a última evolução vir à mão. Chesnaught possui uma excelente habilidade em Spiky Shield, causando dano sempre que recebe algum golpe. Combinado com seu HP de 160 e o ataque Touchdown, com 90 de força e recuperando 20 de HP a cada golpe bem sucedido, é um Pokémon resiliente e capaz de causar danos sérios por meios diretos e indiretos.

Enquanto a família de Chespin é focada em aguentar bastante tempo em campo até as cartas certas chegarem, a de Fennekin parece se focar em acelerar esse processo. Braixen consegue reordenar as próximas três cartas do deck, de forma a tornar mais fácil de pegar a carta que você precisa, e Delphox acelera muito o baralho ao permitir sacar até ter seis cartas na mão uma vez por turno. Isso combina muito bem com seu ataque, Blaze Ball, que começa com 50 de dano e aumenta em 20 para cada energia de fogo no Pokémon. Fica fácil causar danos mais altos assim!
Por fim, temos Froakie e suas evoluções. Diferente dos jogos, onde a série de sapos é extremamente popular e poderosa, aqui eles não brilham tanto. Todos eles são frágeis, Frogardier depende puramente de sorte para sobreviver e Greninja não possui meios de causar danos altos. Sua habilidade, Water Shuriken, é excelente para abater oponentes enfraquecidos que foram recuados ao causar 30 de dano em qualquer Pokémon do oponente - mesmo estando no banco -, mas ter de descartar uma energia de água pode ser um preço muito alto para tal. Com um deck que envolva reciclar energias, talvez ele se torne mais viável, e a posse de múltiplos Greninja pode ser mortal nessa situação.

As primeiras rotas

Conforme nos aventuramos pela nova expansão, começamos a encontrar alguns Pokémon novos e outros já conhecidos. Estes compõem boa parte dessa leva de cartas, e muitos não tem muito uso no cenário competitivo por terem HP baixo, ataques de difícil uso, baixo dano, pouco custo-benefício ou uma combinação dos fatores já citados. Contudo, alguns outros conseguem se destacar, e é sobre eles que falaremos agora.

Gogoat é excelente em baralhos que dependem de carta de Suporte, pois pode trazer duas delas para a sua mão por apenas uma energia qualquer. Seu golpe causa um dano generoso também, capaz de abater a maioria dos Pokémon básicos (que não sejam EX). Já Cloyster é uma carta de aposta, capaz de causar até 150 de dano com seu Spike Cannon, mas também pode não causar dano algum. Cartas que envolvem jogar moedas costumam não ser populares justamente por esse risco.

Lapras é uma excelente pedida para qualquer deck de água. Seu Seafaring permite resgatar até três energias aquáticas da sua pilha de descarte e realocá-las em seus Pokémon no banco, perfeito para reciclar energias de parceiros caídos e recomeçar o ataque. É uma ótima pedida para decks com Keldeo-EX e Blastoise da coleção Plasma, que dependem de uma alta quantidade de energias aquáticas para causar danos elevados.
Recuperando energias com a Lapras e turbinando seus Pokémon com Blastoise, a inundação de energias aquáticas fará do seu Keldeo-EX e companheiros uma enchente mortal!
Nada de Hypnotoxic com
Trevenant na área!
Trevenant possui uma habilidade muito peculiar em Forest’s Curse, impedindo que o oponente use cartas de Item. Isso evita diversas estratégias de aceleração do baralho que usam itens, ou mesmo bloqueia o uso do temível Hypnotoxic Laser da coleção anterior, que deixava todos apavorados. O único problema é que o uso dessa habilidade exige que Trevenant seja o Pokémon ativo, então é preciso encontrar uma maneira de suavizar a pesada taxa de recuo dele.

Gourgeist é uma carta suicida; enquanto seu primeiro ataque causa 20 de dano em todos os Pokémon oponentes, o destaque vai para o segundo, que coloca ambos Pokémon ativos com apenas 10 de HP, facilitando que outro monstrinho termine o serviço contra aquele inimigo mais forte. Rhyperior também envolve certo risco em seu uso, já que pode causar danos estratosféricos com seu Rock Blast, mas vai depender da moeda cooperando. Com quatro energias lutadoras, é possível causar até 200 de dano, ou não causar nada numa onda de azar.

Inkay possui uma das formas mais criativas de se evoluir, tanto nos videogames como nas cartas; sua habilidade Upside-Down Evolution faz com que ele possa buscar sua forma evoluída no baralho se estiver confuso - ou seja, com a carta de cabeça para baixo. Isso se consuma facilmente com seu ataque Confusion Wave, que só requer uma energia de escuridão e deixa ambos, usuário e oponente, confusos. Já sua forma evoluída, Malamar, é ótimo em decks de milling, já que força o adversário a descartar a mão de acordo com o próprio azar nas moedas. Seu ataque, embora fraco, sempre vai deixar o inimigo ou confuso ou dormindo, o que coopera com a estratégia de descarte.

Tão mortal como nos
videogames.
Aegislash é tão curioso aqui quanto nos jogos, já que é a única carta que muda de forma durante o combate. Se você tiver a carta do Aegislash em modo defensivo em campo e ofensivo na mão, é possível trocar as duas uma vez por turno. Em defesa, é capaz de causar 50 de dano e ficar imune aos golpes do inimigo no turno seguinte. Em ataque, causa 120 de dano ignorando resistências do oponente. É um Pokémon formidável, mas difícil de ser usado por precisar das duas formas em mão para máxima eficácia.

Representando o novo tipo fada, temos aqui Wigglytuff. A felizarda da primeira geração recebeu uma melhoria considerável nessa expansão, portando a técnica Balloon Barrage, que custa apenas uma energia qualquer para ser usada e causa 20 de dano para cada energia acoplada em si. Embora não seja tão forte quanto outras técnicas do gênero, é possível causar danos muito elevados se conseguir colocar energias o suficiente. Com cinco é possível abater diversos monstrinhos de estágio básico ou evoluído, e com nove dá para derrubar qualquer Pokémon EX.

Trazendo um pouco de rosa
para seu baralho.
Mas para dar suporte a Wigglytuff, temos ainda duas adições no tipo fada. Aromatisse permite a manipulação e transferência de energias de fada entre seus Pokémon do banco e ativo através de sua habilidade Fairy Transfer, enquanto Slurpuff protege todas as fadas do seu time de condições especiais (como envenenamento ou queimadura), contanto que estejam portando uma energia de fada. Esses três podem formar um núcleo sólido para um baralho de fadas, mas é preciso ter cuidado para não perder Wigglytuff com todas as energias depositadas nela!

Por fim, temos os Pokémon sem cor, sempre úteis porque podem se encaixar em qualquer tipo de baralho. Por exemplo, se costuma usar diversos elementos no seu, Delcatty pode ser uma adição interessante pela sua capacidade de buscar três diferentes tipos de energias básicas. Se prefere combater com itens, Diggersby pode resgatar até duas cartas de item da sua pilha de descarte de volta para sua mão, além de seu golpe causar 50 de dano e ter a chance de torná-lo imune a qualquer ataque ou efeito de ataque no turno seguinte.

Agora, se o seu estilo é ofensivo, adicionar a família evolutiva de Lillipup ao seu deck pode ser uma boa. Sua última forma, Stoutland, é uma boa pedida para enfrentar os Pokémon EX que dominam o metagame, já que seu Bite Off causa 120 de dano aos Pokémon desta categoria. Furfrou pode não surpreender com seus 90 de HP, mas sua habilidade Fur Coat corta em 20 pontos qualquer dano que ele receba por ataques. Além disso, seu ataque Energy Cuttoff causa 80 de dano e tem a chance de remover uma energia do seu oponente, o que pode salvar sua vida no combate. É uma pena ter de recorrer a moeda, contudo.

O arsenal dos treinadores

Antes de falar sobre os maiores destaques dessa coleção, gostaria de trazer a atenção de vocês para quatro tópicos: as cartas Stadium, Item, Suporte e Energias dessa expansão. Começando pela primeira categoria das três, tivemos duas adições interessantes: Fairy Garden, que deixa todos os Pokémon com uma energia fada sem nenhum custo de recuo, e Shadow Circle, que remove todas as fraquezas de cartas com energias de escuridão. As duas cartas tiveram foco nos lendários dessa expansão, que abordaremos mais adiante.

No segundo tópico temos diversas cartas antigas e novas para dar um reforço no time. Great Ball é ótima para aceleração do baralho, trazendo Pokémon para sua mão com maior velocidade, enquanto Evosoda faz um trabalho ainda mais eficaz ao usar Pokémon de primeiro ou segundo estágio evolutivo. Professor’s Letter é uma das melhores cartas da expansão, trazendo duas energias básicas do baralho para a mão, podendo te salvar daquele aperto de não ter energias para carregar seus ataques.

Max Revive pode resgatar aquele Pokémon que é essencial para sua estratégia da pilha de descarte e colocá-lo de volta no topo do deck, mas não costumam usá-lo muito por ter opções mais viáveis. Super Potion tem um bom efeito de recuperação, regenerando 60 pontos, mas nem sempre compensa por ter de descartar uma energia do Pokémon recuperado. Muscle Band confere um aumento de dano em 20 pontos antes do cálculo de fraqueza e resistência, o que pode fazer com que seu ataque ganhe até 40 pontos a mais se for super eficaz, então depende muito do tema do seu deck. Por fim, temos o Hard Charm, que reduz o dano recebido em 20 pontos. É uma excelente combinação com Chesnaught e Furfrou, o primeiro pela sua habilidade de devolver dano, e o segundo por ter uma resistência natural.

Já no território dos Suportes, temos Shauna, que permite embaralhar a sua mão no deck e sacar cinco novas cartas - excelente se tiver poucas cartas e/ou estiver com uma mão ruim -, Team Flare Grunt, que remove uma energia do Pokémon ativo adversário (mesmo que seja uma energia especial), e Professor Sycamore, que permite descartar a mão e sacar sete novas cartas. Vale ressaltar que, como o efeito desta última é igual a da carta Professor Juniper, da coleção passada, fica proibido ter ambas no mesmo baralho.
Professores parecem gostar deste efeito.
Energias de todos os tipos estão presentes nessa expansão, mas o destaque vai para a Double Colorless Energy, que é excelente para cartas que exigem muitas energias, mas nem todas elementais, e Rainbow Energy, que pode assumir qualquer elemento que seja. O problema desta última é que, ao colocá-la em seu Pokémon, ele receberá 10 de dano. Por isso, só coloque se realmente esses 10 pontos não fizerem falta, ou se for o seu último recurso.

Lendas em campo

Naturalmente que, com a chegada da expansão XY, os lendários dos jogos Pokémon X/Y (3DS) também estariam presentes no TCG. É possível adquiri-los não somente através dos boosters da expansão como também pelos seus baralhos temáticos, Vida Resiliente e Investida de Destruição.

Xerneas, o lendário de Pokémon X, é do tipo fada e dá um suporte e tanto para seu time desse mesmo tipo. Através de Geomancy, ele pode buscar até duas energias fadas e posicioná-las em Pokémon do seu banco. Seu ataque, Rainbow Spear, causa 100 de dano pelo custo de descartar uma energia. Combinado com Aromatisse, é possível pegar energias do baralho e colocá-las em seus Pokémon no banco, e então usar a habilidade Fairy Transfer para passá-las ao Xerneas, conseguindo deixá-lo permanentemente abastecido (ou até as energias acabarem, então métodos de reciclagem de energias são bem-vindos).

Yveltal, o lendário de Pokémon Y, representa o tipo escuridão. Seu golpe Oblivion Wing causar somente 30 de dano, mas consegue recolher uma energia de escuridão da pilha de descarte e equipá-la em algum Pokémon no banco. Já o outro ataque, Darkness Blade, causa 100 de dano ao oponente, mas é uma aposta arriscada; ao usar a técnica, jogue uma moeda. Se der coroa, Yveltal não pode atacar no turno seguinte. Fica a dúvida se vale ou não a pena tentar a sorte.

Poder EXtra

E vamos aos destaques de cada expansão, os Pokémon selecionados para receberem o título “EX”. Como é sabido, os Pokémon EX possuem muito mais força que suas versões normais, praticamente sempre possuindo ataques novos, mais HP e artes incríveis nas cartas. Sua força costuma ser tão desigual que, ao vencer um EX, o treinador vencedor reclama duas cartas prêmio ao invés de uma. A maioria dos baralhos envolve total enfoque nesses cards, então é sempre bom dar uma atenção dobrada nelas.

Para começar, temos Emolga-EX. Não é exatamente o que podemos chamar de força a ser reconhecida, já que o roedor alado pode causar um máximo de 90 de dano. A pegadinha é sua habilidade de reciclar energia para si mesmo a cada vez que entra em campo, usando seu Energy Glide para buscar uma energia elétrica da pilha de descarte, equipando nele e depois recuando-o para o banco. Essa movimentação permite deixá-lo bem munido para disparar seu segundo golpe, Electron Crush, que exige descartar uma energia elétrica para causar dano máximo. Ainda assim, não é muito recomendado seu uso, já que seu HP é baixo para os padrões EX - tendo como teto 110.

Depois temos Skarmory-EX. É um Pokémon firme e bom para ser usado contra baralhos que recorrem a cartas Item da categoria Tool, que se equipam no monstrinho. Isso se deve ao seu ataque Joust, que destrói todas as cartas Tool acopladas no alvo, além de causar 30 de dano. Então é só atacar com seu Tailspin Piledriver, que causa 80 de dano e mais 40 se o alvo já tem algum contador de dano. Isso significa que, usando ele em dois turnos seguidos, serão 200 de dano! Combine isso com seus 170 de HP e terá um EX bem versátil.

Então vamos aos iniciais de Kanto. Venusar-EX é uma ótima pedida para baralhos de grama e segue bem a premissa de sua versão dos games, recorrendo a condições especiais para minar os poderes do oponente. Seu Poison Powder causa 60 de dano e deixa o oponente envenenado, enquanto seu Jungle Hammer bate 90 pontos e recupera 30 de HP. Junte isso com seus modestos 180 de HP e terá um Pokémon muito resiliente, e que, apesar de ser uma forma evoluída, será considerado básico por ser um EX. 

Mesmo Blastoise-EX inveja um pouco a força de seu amigo. Seu Rapid Spin causa 30 de dano e recua ele e o adversário depois disso, forçando uma troca para o banco - se houver alguém disponível. Seu golpe mais ofensivo é Splash Bomb, capaz de causar 120 de dano e forçar o jogador a jogar uma moeda. Se der coroa, Blastoise-EX receberá 30 de dano também. Não é muito confiável, mas seu HP de 180 compensa o risco.

Mas a empolgação de tirá-lo nos boosters ainda deve ser a mesma.

E então temos as versões mais poderosas dos lendários. Xerneas-EX é bem mais poderoso e ofensivo que sua versão padrão. Seu Break Through causa 60 de dano no alvo e mais 30 em um outro Pokémon no banco, mostrando que nem a reserva está segura diante dele. Já seu ataque assinatura, X Blast, bombardeia o alvo com 140 de puro poder, mas não pode ser usado no turno seguinte. Basta revezar entre os dois, e seus 170 de HP permitem isso.

Mas o verdadeiro destaque dessa seção é Yveltal-EX. Essa máquina de matar é o carro-chefe de diversos baralhos pesadamente competitivos por aí por causa de seu ataque secundário. Claro, Y Cyclone é um bom golpe com 90 de dano e permite transferir uma energia de Yveltal-EX pra um parceiro, mas sua Evil Ball causa 20 de dano e mais 20 para cada energia acoplada tanto no usuário como no alvo. Isso torna fácil atingir danos absurdos, já que a maioria dos golpes mais fortes exigem muitas energias.

E isso conclui nossa análise da expansão… Ou será que não?

Uma Mega mudança

A principal diferença desta expansão para todas que vieram até agora é a chegada das Mega Evoluções também nas Estampas Ilustradas. Embora só existam duas até agora, sua força é invejável e mostra um novo patamar de poderes chegando. Para usar uma Mega Evolução, é preciso evoluir um Pokémon EX correspondente a aquela carta, e você não pode atacar nesse turno. É um custo alto, mas acredite, vale a pena.

M-Venusaur-EX, ou Mega Venusaur-EX, é o primeiro desta categoria a chegar no jogo. Ele possui apenas um ataque, mas é mais que o suficiente; Crisis Vine causa 120 de dano a um inimigo e o deixa paralisado e envenenado ao mesmo tempo. É desnecessário falar do impacto que isso causa, de deixar o oponente à mercê da própria sorte, e mesmo que ele consiga atacar, terá de passar por cima de um muro de 230 de HP. O mais curioso é sua fraqueza para o tipo fogo, algo que não ocorre nos videogames devido a habilidade Thick Fat. Bom, não temos um tipo voador nas Estampas Ilustradas, então é justo.

Já M-Blastoise-EX, ou Mega Blastoise-EX, não consegue causar os efeitos negativos que seu irmão verde consegue. Contudo, seu Hydro Bombard, além de causar 120 de dano no alvo, distribui mais 30 em dois dos Pokémon no banco do oponente. Ou seja, não basta bater com firmeza no alvo, ele também vai consumindo a vida da reserva antes dela pensar em entrar no campo. Junte com seu HP de 220 e é desnecessário dizer porque a evolução compensou.
Agora sim concluímos a análise da expansão XY das Estampas Ilustradas de Pokémon. Este é o primeiro texto desta coluna então tende a se aprimorar no futuro, e teremos não somente expansões como também baralhos, estratégias e afins. Tem alguma crítica? Sugestão? Perguntas? Deixem nos comentários para analisarmos, e nos vemos novamente quando novas cartas descerem na mesa. Até a próxima!
Revisão: Leonardo Nazareth
Capa: Bruno Feltran
Fellipe Camarossi é graduando em Ciências Contábeis e amante de uma boa discussão sobre videogames. Além de escrever para o Nintendo Blast, também é redator nas revistas Nintendo World e EGW. Para elogios e críticas, pode encontrá-lo no Facebook ou Twitter.

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