Caso aconteça, próximo Xenoblade deverá ser mais parecido com o original

Diretor da Monolith Soft, fala sobre o futuro da série Xenoblade; desejando se aproximar mais do que ele imagina ser um JPRG.

Apesar de ter apenas dois títulos, e um remake, no currículo, Xenoblade já é uma séries mais consagradas Nintendo. O sucesso de crítica e público de Xenoblade Chronicles (Wii) e Xenoblade Chronicles X (Wii U) já faz com que seus desenvolvedores pensem sobre o futuro da série e novas seqüências. O diretor da Monolith Soft, Tetsuya Takahashi, falou um pouco sobre os rumos que ele quer tomar para um próximo Xenoblade, caso ele aconteça.


Para o desenvolvedor, o título mais recente fugiu um pouco do que ele acredita que seja o JPRG como gênero. Apesar de achar um bom resultado, Tetsuya desejaria tentar se manter mais próximo do estilo japonês de RPG em um eventual próximo jogo, tal como ele entende que tenha sido o primeiro Xenoblade Chronicles.
Enquanto Xenoblade Chronicles [do Wii] era um veradeiro JRPG focado em contar um enredo [story driven], nós fizemos uma abordagem diferente com Xenoblade Chronicles X. Você poderia dizer que ele não aparenta ser exatamente como um título JPRG. O que realmente o distancia dos outros JPRGs é que o mundo do jogo - o planeta Mira - é muito vasto. Eu escutei de alguns jogadores japoneses de Xenoblade Chronicles X que eles gostaram mais de um jogo mais focado em contar um enredo [story driven]. Então, se nós tivermos a oportunidade de fazer mais algum jogo da série, eu gostaria de fazer outro mais tipicamente JRPG como o primeiro.
Eu imagino que grande parte do impacto [causado pelo jogo] se deve ao fato de que este seja o primeiro RPG de mundo aberto desenvolvido no Japão. Eu também acho que é significativo que este é um título com um tamanho intermediário, ao invés de um jogo AAA. A série Xenoblade sempre teve um tema diferente para cada jogo; no anterior estávamos mais próximos de ser uma fantasia, e agora passamos à ficção científica. Eu espero que possamos continuar a série desta forma, exporando diversas maneiras de criar, diferentemente de ficar preso a um tema específico.
Concordam com ele? Acreditam que de fato o apresentado pelo segundo jogo se afastou muito do gênero? E, independentemente disso, prefeririam algo mais parecido com o original ou com o atual?

Fonte: GameReactor
Lucas Palma Mistrello é historiador, mestre pela Universidade Federal de São Paulo. Redator nos Blasts desde 2012, começou com os games com o Atari 2600 e é eclético em gênero e temas: vai de COD e Medal of Honor a Pokémon e Zelda com a mesma vontade. Sempre está de olho nos comentários das postagens.

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