Monolith quer continuar criando jogos que a Nintendo não poderia fazer

Além disso, diretor do estúdio, Tetsuya Takahashi comentou sobre as características oferecidas pela segunda tela do GamePad.

Após o lançamento de Xenoblade Chronicles X (Wii U), redentor da Nintendo neste final de ano de sucessivos lançamentos duvidosos, o diretor da Monolith Soft, desenvolvedora do jogo, falou um pouco sobre o relacionamento do estúdio com a Big N. Para Tetsuya Takahashi, seu papel é fazer jogos que não poderiam sair de dentro da própria Nintendo. Acompanhe;


Este é apenas o meu ponto de vista, mas eu acredito que a Monolith Soft deve continuar a desenvolver jogos que não poderiam ser feitos dentro da Nintendo. Como vocês sabem, antes de sermos a Monolith, nós trabalhamos na Square Enix, então Xenoblade Chronicles é o resultado da experiência e influência da Square Enix em conjunto com a experiência e influência vindas da Nintendo. Assim como a civilização humana se desenvolveu a partir do cruzamento de diferentes povos e culturas, eu acredito que a Monolith Soft possa continuar desenvolvendo sempre além, através das várias oportunidades de trabalhar com a Nintendo. 
Desde 2008 a Monolith Soft trabalha exclusivamente desenvolvendo jogos para os consoles da Nintendo, além de auxiliá-la nos trabalhos de seus jogos first-party, como The Legend of Zelda: Skyward Sword (Wii), Animal Crossing: Happy Home Designer (3DS), Pikmin 3 (Wii U) e Splatoon (Wii U). Sobre o console de mesa, em especial, o desenvolvedor disse:
É o GamePad do Wii U realmente o faz único como console, e em Xenoblade Chronicles X nós fizemos um bom uso dele para mostrar o mapa de jogo e as divisiões dele - essas divisões ajudam à medida que você explora e faz o reconhecimento de um planeta extranho como Mira. Eles fazem com que seja fácil ver qual é o objetivo de uma divisão em específico, e o quanto você já visitou da área; ao mostrar, por exemplo, se você fez ou não determinadas coisas em cada área. Eles também podem ser usados para você se transportar de um segmento para o outro através de um clique. 


Lucas Palma Mistrello é historiador, mestre pela Universidade Federal de São Paulo. Redator nos Blasts desde 2012, começou com os games com o Atari 2600 e é eclético em gênero e temas: vai de COD e Medal of Honor a Pokémon e Zelda com a mesma vontade. Sempre está de olho nos comentários das postagens.

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