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Pokémon Sun/Moon (3DS): Surpreendendo-me com a Ilha Ula’ula

Confira a terceira parte da minha aventura por Alola. Sim, a Hapu feiosa ainda aparece!


Algumas coisas aconteceram depois do meu último log e acabei tendo que aumentar o nível do meu time. Pois, na situação em que eu me encontrava, não era possível continuar. Certas coisas mudaram e eu preciso informar isso para não parecer que eu modifiquei as coisas do nada. Quando eu estava treinando na Lush Jungle, capturei um Bounsweet, carinhosamente chamado de Inês Brasil, e, em meio a essas lutas, minha Drifloon Suellen evoluiu. Depois disso, em uma sessão de treinamento rápida por Brooklet Hill, capturei uma Dewpider que chamei de Jucélia e a Inês evoluiu. E mais uma coisa: A Inês Brasil substituiu o Gisleano no time. Então, ele não está mais entre nós, bem como a Slowpoke Rauster que foi substituída por Jucélia. Mas, vamos agora ao meu progresso na história do jogo.
Time Atual
Depois de derrotar a Kahuna Olívia (e treinar meu time para tentar parar de passar vergonha), vou em direção ao Hano Grand Resort. Antes de entrar no Resort e ir atrás do amigo da Aether Foundation, resolvi dar uma passada na praia privativa do hotel. Que ideia lucrativa! Na areia da praia fui atacado por Staryus e algumas delas derrubaram itens como Stardust e Star Piece (mais dinheiro pra comprar roupas). Sem perceber, começo a participar de um minigame em que tenho de encontrar os Pyukumuku (sim, esse é o nome) e jogá-los de volta ao mar. Ao completar o minigame, fui recompensado com 20000 estalecas! Com certeza vou voltar amanhã!

Mas chega de enrolar, vamos achar o cara da fundação. Já no saguão, eu encontro o sujeito e ele finalmente se apresenta. Seu nome é Faba e ele quer me levar ao Paraíso de Aether (se alguém um dia prometer te levar ao paraíso, chame a polícia). Esse paraíso, comandado pela Aether Foundation, consiste em uma ilha artificial no mar de Alola. Ela é controlada por eles com o intuito de proteger Pokémon em situações de risco. E é para lá que ele vai me levar!

Sendo levado ao Paraíso

Após aceitar o convite de Faba, Kukui, Hau e Kahuna Olívia surgem no saguão e, aparentemente, Hau irá comigo para o Aether Paradise (yay...). Chegando na ilha artificial, Faba nos explica sobre os propósitos do paraíso: ele diz que há times trabalhando no desenvolvimento de novas pokébolas (pra quê? Eles não só resgatam os Pokémon?). Uma novidade: nenhuma das minhas pokébolas funcionam aqui. O que faz sentido, pois, os Pokémon que se encontram aqui são todos resgatados. Andando um pouco pelo local, encontramos uma moça chamada Wicke. Após Faba ser um completo babaca com ela, Wicke fica encarregada de nos mostrar o lugar.

Vou encurtar este passeio, pois está sendo bem chato. Ao chegar no último andar do tour, percebo que esse lugar é bem parecido com o cenário da cutscene inicial do jogo. Nesse local, eu encontro a presidente da Aether Foundation, Lusamine (ela é uma mistura de Lady Gaga com Greenpeace em uma roupa futurista). Essa mulher tem um discurso bem problemático, com certeza ela não é o que parece. Durante a minha conversa com Lusamine, um Ultra Wormhole aparece e de dentro dele sai uma Ultra Beast, que é bem parecida com uma água viva.

Eu não sei qual é o tipo dessa criatura que surgiu, então não sei bem que Pokémon utilizar. Inês Brasil ficou com 1 de hp no primeiro Venoshock que tomou na cara, Esmerendeolinda só teve a chance de dar um Dragon Rage antes de ser substituída, mas Gretchen acabou com a água-viva do mal com um Double Hit muito bem dado. Depois de derrotada, a criatura vai embora e Lusamine fica muito, mas muito interessada nela. Depois de tudo isso, a presidente resolve nos despachar para a próxima ilha (finalmente). Antes de embarcar, Wicke me dá um TM29 Psychic de presente, já gostei dessa mulher.

Primeiros passa na Ilha Ula’ula (de lá… Tchan… quebra quebra daqui… Tchan… tá parei)

Assim que aportamos, o menino mais sem graça da face da terra, aka Hau, me desafia para outra batalha. Vou resumir a batalha: todos meus Pokémon são explodidos por ele, saio humilhado e sigo com minha vida… só saio dessa ilha com todos os pokémon no nível 50! A cidade de Malie é bem oriental, diferente do visual tropical das outras duas ilhas. Agora, parto para encontrar Kukui no Malie Garden. Antes de ir ao encontro do Professor, resolvi treinar meu time pelos matinhos do jardim. Aqui, eu terminei de evoluir meus Pokémon, pelo menos aqueles que evoluem com base no nível. Inês Brasil, Esmerendeolinda e Jucélia agora se encontram em seus últimos estágios evolutivos.

Hau ficou parado bloqueando o caminho mais curto (só para me humilhar pela derrota contra ele, mas isso não vai se repetir!). Depois de dar a volta por todo o jardim, encontro o Kukui. Tudo isso só pra dizer a ele que nós vimos uma Ultra Beast. Agora, devo ir para a Rota 10 e pegar o ônibus para o meu próximo Trial. Ao sair do Maile Garden, encontro Lilli ‒ porque conseguir seguir apenas o meu caminho é impossível nesse jogo. Ela quer que eu a acompanhe na biblioteca da cidade para descobrir mais sobre o Cosmog dela.
Lesada...

Ainda pela cidade, minha pokédex salta e cumprimenta um senhor— ninguém menos que o Professor Carvalho, apenas um pouco mais cabeludo e bronzeado do que como eu me lembrava. Carvalho me disse que, caso eu queira encontrá-lo, bastava apenas ir à biblioteca. Era pra lá que eu já estava indo mesmo, então tudo corria conforme o planejado. Já na entrada da biblioteca, encontro Lillie e ela fala algo sobre ter se perdido, fato que eu pouco me importo mesmo. Do nada, um Mudsdale aparece correndo (mas não a pisoteia, uma pena). Logo depois, reencontro Hapu. Se você não se lembra mais dela, a imagem a seguir refrescará sua memória, preparem-se para o susto.

Depois de conhecer Lillie, Hapu se oferece para ajudá-la nos seus estudos (quem vê cara, não vê coração). Mas, antes resolvemos entrar na biblioteca. Conversei com todo mundo do térreo e ganhei o TM Fly. Subindo a escada, vejo Lillie procurando por um livro. Um menina maltrapilha de cabelo roxo se aproxima da ajudante de Kukui para saber sobre o que ela estava procurando. A garota mostra um livro para Lillie e conta que sua família costumava ser da realeza. Os livros da família dessa menina, que se apresentou como Acerola, agora se encontram na biblioteca de Malie. Lillie resolve ficar por aqui para estudar mais. Já eu vou atrás do meu próximo Trial.

Pegando a Rota 10 e indo para o meu próximo Trial

Deixando Maile pela saída da Rota 10, encontro uma senhora que perdeu seus Stufful na rota. Depois de encontrá-los e devolvê-los para sua dona, a senhora me recompensa com um Never-melt Ice e 15000 dinheiros! Mas, voltando para o meu percurso… ao final da rota me deparo com dois grunt do Team Skull em frente a um ponto de ônibus. Ambos afirmam que o ponto é deles e que eu devo ir embora, mas, mesmo assim, eles me atacam. Nem o Golbat, nem o Raticate deles aguentam os Stomp de Inês Brasil e ambos são derrotados.

Depois que todo o problema já foi resolvido, Professor Kukui aparece perguntando o que aconteceu. Ele fala algo sobre a liga, mas quando pergunto por mais detalhes ele me diz que irei descobrir em breve (Minha Nossa Senhora! Depois de 17 anos de Pokémon nunca ouvi falar da ~liga~. O que poderia ser?). Mas, agora vamos subir o Mount Kohulani após pegar o ônibus mais caricato que eu já vi. No topo do monte, Kukui fala que acredita ser a hora de Alola possuir a sua própria liga Pokémon.

Só faltou a Carreta Furacão
Na porta do observatório de Kohulani, encontro Molayne, o chefe do lugar. Na verdade, ele é o antigo capitão de Kohulani, que foi substituído por outra pessoa. Como o capitão atual do lugar é muito ocupado, Molayne resolveu me testar para ver se sou digno de desafiá-lo. O Skarmory e o Metang foram destruídos pela Esmerendeolinda e o Dugtrio foi derrotado pela Inês Brasil.

Dentro do observatório, encontro o atual capitão de Kohulani, Sophocles, o capitão do tipo elétrico. Ele não me pareceu muito animado em realizar o Trial, mas tudo bem. Depois de uma explicação (a qual eu não li) de como ele fez a máquina que chama o seu Pokémon Totem, ocorre uma queda de energia na sala em que estamos. Mas, mesmo assim, Sophocles ainda quer continuar.

O Trial se inicia completamente no breu. Ouço alguns sons e, ao responder a eles corretamente, uma porta se abre e um Pokémon me ataca.O Totem se aproxima cada vez mais a cada som respondido e a cada Pokémon derrotado. Após algumas batalhas, o Vikavolt Totem chega ao observatório para me desafiar. Nada de mais, Gretchen o derruba com alguns Chip Away e em seguida derruba o Pokémon que o Vikavolt chamou para ajudá-lo. Depois disso, a energia retorna ao prédio e eu recebo o Electrium Z. Depois do Trial, Sophocle se mostra bastante tímido e Molayne o elogia e afirma que escolheu bem seu sucessor, pois são primos… que surpresa (tudo é relacionado a primos nesse jogo).

Molayne me entrega o Steelium Z (este foi o jeito sutil do jogo me dizer que não terá Trial de metal) e, como nada nessa vida é de graça, ele me pede um favor: que eu volte ao Maile Garden e devolva a máscara para o Professor Kukui, pois eu não tenho nada pra fazer mesmo. Chegando ao jardim, vejo Kukui falando com dois grunt do Team Skull. Eles não parecem felizes com a idéia do Professor de criar uma liga Pokémon em Alola e Kukui os desafia para um Battle Royal. No meio da conversa aparece outro integrante do Team Skull, Guzma, o chefe do grupo de trombadinhas punk.

Professor Kukui (que não tem um pingo de vergonha na cara) passa o problema pra mim, mandando Guzma lutar contra mim. Lá vou eu me meter com algo que não tem nada a ver comigo. A batalha foi até emocionante, o Ariados de Guzma conseguiu derrotar Inês Brasil e Suellen. Mas, Esmerendeolinda destruiu Ariados e Golisopod (nunca tinha visto esse Pokémon na vida), garantindo a minha vitória.

Depois da batalha, o professor me entrega o Decidium Z, para que eu possa ativar o Z Move da última evolução do Gisleano. É uma pena que eu já não o utilizo mais e é assim que eu vou permanecer. Assim, devolvo a máscara para o professor e ele continua fingindo que não é dele. Logo depois, Lillie e Acerola chegam ao jardim e a garota maltrapilha me diz que o meu próximo Trial fica depois da Rota 11.

Rumo ao próximo Trial!

Descendo pela cidade de Maile, chego na rota 11. Lá eu batalho com alguns treinadores e pego o TM74 do Gyro Ball… esta é uma rota bem curta, pois mal comecei e já encontrei a moça que analisará se eu sou apto para continuar pelo caminho. Por ter vencido o último Sophocle, estou autorizado a passar e ir atrás do meu Trial do tipo fantasma… a mulher do portão estragou a surpresa pra mim!

Chegando na Rota 12, encontro o meu pior pesadelo, ou melhor, encontro Hapu, pois ela está em todos os lugares. Retiro o que eu disse, a Santa Hapu me dá o Ride Pager do Mudsdale para que eu possa andar pelos caminhos pedregosos de Ula’ula — é feiosa, mas é gente boa essa menina.
Imagens de feiura e bondade

Passando pela Rota 12, consigo mais uma Zygarde Cell e recebo uma ligação da Sina (eu nem sabia que eu tinha um telefone). Ela diz que se eu quiser saber mais sobre essas células, eu deveria encontrá-la na base da Aether Foundation na Rota 16. Acho que posso dar uma passada lá mais tarde. Chegando na Rota 13 encontro Hau, que também passou pelo Trial elétrico, e quem chega para reclamar da vida? Gladion, o emo do Team Skull que aparece para nos perguntar sobre Cosmog, pois a gangue está atrás dele. Hau abre a boca e diz que sabemos algo sobre ele. Ele, então, me manda… protegê-lo? Cosmog tem o poder de invocar um Pokémon extremamente destrutivo e até Gladion não quer que ele fique em poder do Team Skull.

Tapu Village é o local do meu próximo Trial, esse eu estou realmente animado. Sempre amei os tipos fantasmas e levou-se um tempo para termos um número razoável deles. Na vila há alguns construtores civis. Hau me conta que estão construindo a Liga Pokémon de Alola, mas não é aqui que se encontra a minha jornada (pelo menos, não agora).

No Trial da Garota Maltrapilha

Chegando na Aether House, sou logo atacado por crianças e uma delas me desafia para uma luta Pokémon. Aparentemente, eles vivem nessa casa junto de Acerola, que é a capitã do Trial fantasma. Depois da minha batalha, Acerola aparece para dizer que o desafio não acontece ali e que iremos para o local para realizá-lo.

Em frente à Aether House, um grunt do Team Skull aborda Lillie por causa de sua bolsa. Eu (intrometido) corro entre os dois e começa mais uma batalha sem graça. Depois de derrotado, o rapaz sai correndo e Lillie me agradece mais uma vez. Agora, parto para encontrar Acerola nas ruínas de um supermercado (crianças em locais abandonados, que ótima ideia!) onde ocorrem os Trial dos fantasmas.

Esse Trial é bem diferente do convencional: tenho de tirar uma foto do Pokémon Totem. Parece até fácil… mas, veremos quanto tempo vou levar pra isso. O primeiro fantasma a ser fotografado foi um Gastly e, ao perceber que tirei uma foto, ele me ataca. Isso não é nada que Suellen não possa resolver: esse desafio será uma caminhada no parque para ela. Após derrotá-lo, vejo um Pikachu correndo pelo local. Os outros Pokémon fotografados são: Haunter e Gengar, todos seguidos de um Pikachu correndo. No final, entro em uma sala cheia de desenhos e fotos de Pikachu na parede (acho que isso deveria ser “assustador”), o Poké Finder se inicia sozinho e eu fotografo o Pokémon Totem Mimikyu.

Com um Shadow Claw no meio da cara, Mimikyu tira Suellen da partida e Gretchen entra em campo. Com dois Play Rough, o Totem derruba Gretchen. Jucélia e Esmerendeolinda também não são páreo para esse ataque (quantos de PP ele tem? Meu Deus!). Meu time virou, basicamente, um escudo de carne, quem entrava só aguentava dois rounds. O que era suficiente para recuperar a Gretchen e colocar de volta no campo. Pouco tempo depois, derrotei Mimikyu e seu ajudante.

Após derrotá-lo, Acerola checa as minhas fotos e me dá o Ghostium Z e 10 Dusk Balls. Depois disso, Acerola ri e diz que não tem como o Poké Finder ter se iniciado sozinho e que não há nenhuma sala no fundo do supermercado abandonado. Acerola sai arrepiada e ao fundo vejo um Pikachu passando atrás da grade. Adorei a “historinha” que inventaram para o pós Trial, sem ser “pegue essa pedra e siga em frente”.

De volta ao Aether House, deparo-me com a Plumeria na entrada e ela me desafia para mais uma luta. Jucélia e Suellen derrotam facilmente os Pokémon de Plumeria, que, por sua vez, me desafia a ir sozinho para a sua base em Po Town. Desafio feito é desafio aceito! Ao entrar na casa de Acerola, descubro que o Yungoos da garotinha que mora com a capitã do Trial foram roubados, parece que terei mesmo de ir atrás do Team Skull.

Indo atrás do Team Skull (mas eu nem queria)

Acerola me diz que Po Town foi tomada pelo Team Skull e que o homem de kimono me ajudaria a entrar na cidade. Saindo da Aether House e seguindo para a direita, encontro o tal cara que vai me colocar dentro da cidade. Ele é ninguém menos que Grimsley, o Elite 4 de Unova! Ele me diz que vai jogar uma moeda e eu devo adivinhar se será cara ou coroa.  Escolho a opção “nenhuma das duas”, porque se há essa opção ela é o que vai acontecer. Com isso, recebo o Sharpedo no meu Ride Pager.

O Sharpedo é o Tauros da água, ele serve para quebrar as pedras no meu caminho. Com essa adição ao meu arsenal, eu sigo para Po Town. No caminho, encontro a base da Aether Foundation na Rota 16 e me deparo com Sina e Dexio. Eles me explicam que essa células que andei pegando por toda Alola são parte de um Pokémon chamado Zygarde (não diga!). Acabei utilizando as células que eu possuía e fiz um Zygarde na forma de um cachorro magrelo que nomeei de Adamastor! Mas, vamos seguir com a viagem.

Continuei seguindo pelo caminho, passei por uma campo de flores vermelhas e cheguei à entrada de Po Town. Nos portões da cidade, derrotei dois grunt e, após serem derrotados, eles se recusaram a me deixarem entrar. Em seguida, surge um homem com cara de acabado falando comigo. Ele não parece muito certo do meu sucesso, mas, mesmo assim, me deixa entrar em Po Town, então está tudo certo.

A cidade está toda pichada e com barricadas. Mesmo assim, consigo passar por um buraco na cerca viva e seguir pelo meu caminho. Dentro do Centro Pokémon, uma dupla de grunt curam seus pokémon se você pagá-los. Agora, com meu time recuperado e menos dinheiro na carteira, eu posso prosseguir. Poucas batalhas depois, chego no prédio principal da cidade, onde acredito que o líder do Team Skull se encontra. Acabei explorando cada um dos cômodos da Shady House. Na piscina, encontrei uma Ice Stone e, finalmente, Shirlayne evoluiu para Ninetales.
Shady House

Andando sobre tábuas pela varanda (muito seguro...), chego ao outro lado da mansão. Adentrando pelo quarto, encontro Guzma de pé em cima da cama. A luta com Guzma é bem bobinha… Gretchen destruiu o Ariados dele e causou um dano considerável no Golisopod. Já Esmerendeolinda terminou o serviço com um Inferno Overdrive (cortesia de Kiawe ltda.). Depois de derrotado, o chefe do Team Skull manda devolver o Yungoos, que eu particularmente não sei pra que uma menina precisa de uma Pokémon feioso como esse. Eu, que além de intrometido no problema alheio aparentemente também virei ladrão, surrupio um Buginium Z do baú de Guzma.

Saindo da Shady House, encontro o homem com cara de The Walking Dead junto do Yungoos que acabei de salvar. Pouco tempo depois, aparece a Acerola chamando o cara de tio, eu nem me espanto com mais nada nesse jogo. O tio dela é um policial chamado Nanu. De volta à Aether House, descubro que o inútil do Hau deixou Lillie ser levada por Plumeria! Gladion, então fulo da vida, me desafia para uma batalha, pois deixei levarem Lillie e Cosmog. Tudo nesse mundo é culpa minha agora, ai ai…

Me preparando para ir atrás de outra coisa sequestrada (e dando de cara com um kahuna)

Agora que derrotei Gladion de novo, junto-me a ele para resgatar Lillie. Quero dizer, ele disse que eu não tinha escolha, a única coisa que fiz foi apertar “A” mesmo. Enquanto aguardamos por Hau para irmos atrás de Lillie e Cosmog, o policial Nanu aparece e Gladion fica meio chocado com isso.

Com isso, descubro que Nanu é o kahuna da ilha e ele me desafia no porto. Esse jogo faz cada vez menos sentido… Aparentemente, Nanu é um especialista em Pokémon do tipo Dark. A maioria dos meus Pokémon não conseguem fazer nenhum estrago considerável, mas, com o esforço de todo mundo, conseguimos derrubar o Sableye, Persian e Krokorok. Depois dessa vitória, recebo o Darkinium Z e finalizo os Trial da ilha de Ula’ula.

Bem, por essa eu não esperava. Foi uma viagem bem longa para uma ilha com apenas dois Trial. Agora que terminei minha aventura por aqui, só me resta ir resgatar Lillie. Mas, isso é uma história pra outro log.

Time Atual


Revisor: Érika Honda

Henrique Albuquerque escreve para o Nintendo Blast sob a licença Creative Commons BY-SA 3.0. Você pode usar e compartilhar este conteúdo desde que credite o autor e veículo original do mesmo.

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