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Pokémon Sun/Moon (3DS): Andando por Equestria de Alola, a Poni Island

Na última ilha antes da Liga de Alola, eu viajo por cânions e outras dimensões. Só não fui para a lua… ainda?


Ao chegar em Poni Island, Gladion me diz para ir em busca do Kahuna da ilha. Isso quer dizer que não há um Trial por aqui? Mas, eu nem consegui as pedras de todos os tipos! Ao andar pelo cais da ilha, um homem se aproxima para falar com a gente. Ele é o chefe dos seafolk, pessoas que viajam pelos mares em busca de maravilhas do mundo. Esse cara solta o spoiler de que Poni Island atualmente está sem um Kahuna.

Andando por My Little Poni Island

Durante o percurso, resolvi nadar em uma praia e acabei encontrando um novo Pokémon para o meu time, pois estou querendo me livrar de alguns pesos mortos. A Wailmer chamada Zoraide chegou para substituir a inútil da Jucélia. Chegando em Ancient Poni Path, eu e Lillie (que eu nem sabia que estava me seguindo) encontramos com o Mudsdale de Hapu. Em seguida, a moça sai de casa para nos receber. Hapu nos pede para segui-la até as ruínas, mas, antes disso, sua avó atualiza o meu Ride Pager com o Machamp, que funcionará como o HM Strength.

Nem um pouco estranho
Seguindo Hapu, chego na entrada da Ruin of Hope, mas não entendi bem o motivo de vir aqui. Na porta, Lillie explica que a moradora da ruína Tapu Fini consegue tirar qualquer impureza com sua água, e ela espera que esse Pokémon possa recuperar o seu Cosmog adormecido (morto? não sei). Dentro das ruínas, deparo-me com um puzzle, no bom e velho estilo empurre as pedras para os buracos de Pokémon. Muito conveniente, já que a avó de Hapu me deu o Machamp há menos de 15 minutos.

Foi um quebra-cabeça simples, o Machamp empurrou algumas pedras e pronto, o caminho estava livre! Só não sei o porquê de ele ficar me carregando enquanto empurrava as coisas. Chegando à sala, encontramos Hapu recebendo a benção para se tornar uma Kahuna e ela nos conta que o seu avô também foi um kahuna da Ilha de Poni. Hapu conta então sobre o ritual para a invocação de Lunala, para isso precisaremos de outra flauta que se encontra em uma ilha inabitada chamada Exeggutor Island. Hapu nos diz que talvez o seafolk possa nos ajudar a chegar até lá.

De volta ao porto, vou atrás do líder dos seafolk para que ele possa nos ajudar a chegar à ilha desabitada. Ao falar com o ele, embarcamos em seu barco em formato de Magikarp e partimos rumo à ilha. Ao chegar na ilha, sou logo atacado por um Exeggutor!!! Na ilha dos Exeggutor!!! Nossa, como fui surpreendido (o Pokémon nem cabe na tela! hahahaha). Eu o capturei pois o design é muito interessante, mas já vai direto para o Box do esquecimento.

Ao final da ilha, encontramos a Moon Flute em um pedestal antigo. Lillie fica animada, pois possuímos as duas flautas e agora podemos invocar Lunala. De volta à Ilha de Poni, procuramos por Hapu para informá-la de que iremos ao altar depois do canyon de Poni (sugestão do moço seafolk). Perto da entrada do canyon, um grupo de grunt do Team Skull nos aborda para saber se temos alguma informação sobre como salvar Guzma do mundo das bestas.
Você batendo nos meus migos de novo?
Enquanto eu derrotava os seis grunt que estavam por ali, Plumeria, a menina alternativa e heavy make-up do Team Skull, assistia a tudo de longe. Agora ela vem com esse papo de “me perdoe, eu estava seguindo ordens”. Não aguento esses momentos Disney que rolam nesse jogo. Mas, tudo bem, é só eu ficar apertando “A” sem parar. Como desculpas, Plumeria me dá o Poisonium Z (agora eu vi vantagem nisso tudo!).

Indo passear no Canyon e dando de cara com outra Kahuna

Ao entrar no Canyon, encontro Hapu e Lillie conversando sobre o que aconteceu na Ilha dos Exeggutor, o que é basicamente nada. Não ficamos no diabo da ilha nem por 10 minutos. No meio da conversa, Hapu diz que quer ver a minha habilidade de luta que Lillie tanto admira. Então começou a passar Xuxa em o Trial de Feiurinha, digo… começou o Trial de Hapu!
Dorme depois de ver essa cara na sua tela!
Gretchen conseguiu derrotar o Dugtrio de Hapu, em seguida a kahuna escolheu Mudsdale que deu um Z Move bem no meio da cara da minha Kangaskhan, que não se aguentou nas bases. Inês Brasil entra na luta por ter vantagem, mas a habilidade Stamina dele é desesperadora! Toda vez que esse cavalo do apocalipse leva um hit, sua defesa sobe. Mas, depois de várias rodadas, Inês sai vitoriosa e é a vez de Esmerendeolinda enfrentar o Flygon de Hapu. Deu tudo errado e o Flygon explodiu a coitada com um ataque! Tentei terminar o serviço com a Inês, mas deu tudo errado de novo e ela morreu também.

Como vocês podem ver, eu estou indo muito bem nesse Grand Trial, estou arrasando demais. Minha Drifblim consegue derrotar o Flygon, mas está quase morta também, chegou a hora de apostar na Shirlayne. Eu nem sei se gelo aguenta um Pokémon ground, mas não estou podendo dar uma de exigente agora. A minha Ninetales não é incrível, mas suas Blizzard estão dando conta do recado. Hapu, pra cuspir na minha cara e me humilhar logo de vez, faz seu Gastrodon usar Recover e eu fico com a maior cara de tacho. Entretanto, consigo jogar sal na lesma gigante (isso é maldade, não façam) e derrotar a Kahuna Hapu. Após o Grand Trial, Zoraide evolui para uma linda Wailord e Hapu me entrega o Groundium Z!

Agora, realmente andando pelo Vast Poni Canyon

Explorando o Vast Poni Canyon, logo me deparo com treinadores fortes, além de Pokémon selvagens igualmente fortes. Vi-me obrigado a fazer uma ou duas viagens de volta ao Centro Pokémon, pois tudo o que havia restado era uma criatura no meu time. Mas, tudo bem, o importante é progredir! Depois de andar por uma boa parte, Lillie me alcança perto de uma ponte suspensa. Lá, ela diz que vai enfrentar seu medo de altura, bla bla bla, vida que segue.
Todo mundo muito produtivo nessa ilha...
Andando pelo lugar, encontro Mina, uma garota que aparentemente é pintora. Ela se apresenta para mim como uma Capitã de Trial da Ilha de Poni. Eu já lutei com a Kahuna, mas parece que ainda há mais a se fazer por aqui. Ou não, pois a garota diz que sequer possui um Trial para que eu possa realizar. Estou ficando confuso. Ela simplesmente me entrega o Fairium Z e vai embora, parece que não vai ter Trial do tipo fada também.

Andando um pouco mais, encontro uma estrada com vários treinadores, cada um de um lado. Bem no estilo ponte de Cerulean (vocês sabem de onde estou falando). Meus Pokémon não estão um exemplo de força, mas voltar não é uma opção, então lá vou eu. Só no primeiro Ace Trainer, metade do meu time foi nocauteado, lá se vão meus Revives que eu tanto economizei. A minha sorte é que, depois desses três treinadores, Lillie aparece e recupera meus Pokémon antes de prosseguir.

Agora, entro num portão e aparece uma placa falando que estou começando um Trial, não estou entendendo nada mas vou prosseguir mesmo assim. Aparentemente, o desafio é do tipo Dragão, mas não encontrei nenhum capitão. Alguns pokémon foram pulando em cima de mim e fui derrotando um a um. Ao chegar no pedestal e tentar pegar o Z Crystal, o totem Kommo-o aparece e me ataca. Só de ver a cara dele já dá pra sacar que esse Trial vai ser tenso. Só que… eu me enganei! Com apenas um Blizzard a minha Shirlayne derrotou o totem. Finalizo, assim, o desafio e consigo o Dragonium Z.

Passando pelo campo do desafio, alcanço o Altar of the Moone e logo em seguida Lillie e Hapu me encontram. Hapu me conta que o Trial do tipo dragão foi um dos primeiros a ocorrer em Alola. Agora, eu e Lillie nos posicionamos no altar para tocarmos as flautas que reunimos. Nós dois tocamos a música, a água começa a brilhar e passa a fluir por todo a altar, até que o Cosmog adormecido vira Lunala! Por essa eu não esperava (se não fosse o spoiler de um monte de gente no Facebook!).

Após a transformação do Cosmog, Lillie pede para que o Pokémon a leve para onde sua mãe está. Claro que ele não iria levar apenas a garota e lá vou eu junto para o Ultra Space.

Andando pelo Ultra Space (mesmo eu achando que não deva)

Ao chegar nessa outra dimensão, o Cosmog ou Lunala (não sei bem como me referir a ele agora) “diz” para Lillie que ele não pode seguir adiante. Então continuamos sozinhos pelo caminho e encontramos Guzma. Depois de nos insultar, ele revela que tentou capturar uma Ultra Beast mas, ao invés disso, a criatura o possuiu (okay...). Depois disso, ele diz que Lusamine já perdeu a cabeça, mas Lillie não desiste e sai andando. Estou sentindo uma vibe meio digimon aqui.
Lusamine animadíssima com a minha chegada #MelhoresAmigos
Um pouco mais à frente, encontramos Lusamine e seus Nihilego. Aparentemente, esse é o nome da besta que parece uma água-viva. A mulher não fica muito feliz em nos ver e nos manda ir caçar nosso rumo (coisa que estou tentando fazer há algumas horas). Lillie fala umas poucas e boas para sua mãe, mas a mulher consegue distorcer tudo para que eu seja o culpado por tudo o que aconteceu. Em seguida, Lusamine se funde com Nihilego (Cof cof Digimon Frontier) e me ataca.

A Clefable de Lusamine está com um brilho semelhante aos Pokémon Totem, mas com a diferença de estar com a maior cara de nojenta. A infeliz não para de se curar com o Moonlight. Com sorte, Shirlayne congelou a Clefable com seu Ice Beam e eu consegui derrotá-la aos poucos. Depois disso, a Ninetales derrotou a Mismagius e Lilligant de Lusamine. Para peitar a Milotic e o Bewear, Inês Brasil chegou com seus Trop Kick e High Jump Kick, destruindo ambos. Ou seja, Henrique rainha e Lusamine nadinha.

Não contente com a derrota, Lusamine ameaça atacar Lillie, mas Lunala interfere e ataca a presidente. Após o ataque, a mulher e o Nihilego se separam e Lusamine... morre? Por essa eu não esperava, a coisa está ficando meio deprê nesse jogo. Depois disso, o Ultra Space se desata em um terremoto e Lunala traz todos de volta em segurança. Hapu nos recepciona e acredita que Lusamine está apenas esgotada, mas não possui nenhum ferimento grave. E, assim, o dia foi salvo! Graças às Menin… a mim! Graças a mim que salvei o mundo de novo! Segura essa, Superman!

Depois de muito papo, Lillie diz que Lunala ainda deseja viajar e conhecer lugares, mas para isso ela precisa de um treinador. Como sou show e a Lillie é minha fã, ela pede para que eu batalhe com Lunala e a capture. Alguns Outrage da Gretchen foram o suficiente para enfraquecer Lunala e capturá-la com apenas uma Ultra Ball. Pronto! Lunala está capturada e foi enviada para o Box do Esquecimento, pois não aguento Pokémon lendário se achando.

Após toda uma cena de amor entre Lillie e Cosmog, a garota parte para ver o estado de sua mãe. Sentado na escada está o Kahuna Nanu. Ele está ali para me informar que na base do Mount Lanakila se encontra a nova Liga Pokémon de Alola. Então, eu sigo para o local com Nanu, que me deixa na entrada da Liga que se encontra em Tapu Village. Mas a Liga ficará para o próximo e último Log!


Revisor: Érika Honda
Henrique Albuquerque escreve para o Nintendo Blast sob a licença Creative Commons BY-SA 3.0. Você pode usar e compartilhar este conteúdo desde que credite o autor e veículo original do mesmo.

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