A História dos Vídeo Games

A História dos Vídeo Games #25: o segundo filho da Sony, o Playstation 2

No nosso último encontro conversamos sobre o surgimento de uma nova geração de vídeo games e mais... (por Sérgio Oliveira em 18/06/11, via Nintendo Blast)

PlayStation_2No nosso último encontro conversamos sobre o surgimento de uma nova geração de vídeo games e mais uma esperança de uma grande empresa que há algum tempo já não era mais a mesma. O lançamento do Dreamcast em 1998 – apenas dois anos após o Nintendo 64 – surpreendeu os jogadores, trouxe belos gráficos, mas não definiu o tom. Nem salvou a SEGA de mais um desastre.

 

E ao contrário do que muitas pessoas poderiam pensar, a concorrência estava à espreita e não cometeria o mesmo erro cometido pela SEGA. Era preciso paciência e muito planejamento. Era preciso tempo para criar mais um gigante, mais um titã, tão impiedoso quanto seu antecessor.

O ano era 1998. O Dreamcast fora lançado e dera início a 6ª geração de vídeo games. A geração dos 128 bits, dos gráficos exuberantes, do nascimento da jogatina online. Mais que um console, o Dreamcast era mais uma tentativa – talvez a última – da SEGA reaver o primeiro lugar que há 10 anos fora seu com o Mega Drive. Para os gamers, o console era um verdadeiro sonho. O sucesso, no entanto, foi embora da mesma forma que chegou: rápido.

A Sony, também conhecida como “a empresa a ser batida”, experimentava o gosto do sucesso com o seu primeiro console de mesa: o Playstation. O console caminhava rumo a incrível marca de 100 milhões de unidades vendidas (alcançada em 2003) e nem mesmo o Dreamcast parecia poder ameaçar seu reinado. Contudo, a qualidade dos jogos para o console da SEGA impressionava, saltava aos olhos dos consumidores e fazia eles adquirirem o aparelho.

Não havia necessidade de correria para anunciar uma nova plataforma. A Sony esperou o primeiro ano de vida do Dreamcast para resolver tomar alguma providência. Com análise minuciosa da concorrência, o que ela propunha e fazia, a gigante de Tóquio soube exatamente o que deveria fazer.

PlayStation_2_logoEm março de 1999, apenas quatro meses depois do lançamento do Dreamcast, a Sony veio a público anunciar o sucessor do Playstation. Nomeado Playstation 2, o novo console tinha design arrojado e único, viria com leitor de DVD integrado e custaria o equivalente a um DVD Player de mesa. O aparelho também apresentava retrocompatibilidade com os títulos de Playstation e ainda prometia dar uma melhorada nos gráficos do seu antecessor.  A euforia causada por tal anúncio foi tamanha que a SEGA experimentou uma queda vertiginosa nas vendas do Dreamcast. O console sequer nascera e já levara a concorrência do céu ao inferno da noite pro dia.

Os nada fáceis primeiros meses

Após o anúncio do novo console houve pessoas que acreditaram no sucesso instantâneo do console e outras que acreditavam no seu total fracasso. Pois é, por mais ridículo que esse pensamento possa parecer hoje, houve esse ceticismo. O principal motivo foi que jamais nenhuma empresa conseguiu dominar duas gerações consecutivamente, sem perder o posto de número 1 em algum momento – porque isso aconteceria agora?

Os meses que seguiram após o anúncio do novo console não ajudaram aos céticos acreditarem o contrário. Os previews dos primeiros jogos não foram bem recebidos pela mídia especializada e nem pelos jogadores. Especialistas em desenvolvimento ainda sugeriram que os resultados pouco agradáveis eram culpa da dificuldade em programar para a nova plataforma. Depois dessas declarações, até mesmo os mais otimistas passaram a repensar o sucesso do Playstation 2.

Na tentativa de acalmar os ânimos de desenvolvedores e consumidores, no início de 2000 a Sony promoveu um evento especial para apresentar uma parte do lote inicial de jogos para o console. Com exceção de pequenas demonstrações de Dark Cloud, Gran Turismo 2000 e FantaVision, os demais jogos apresentados foram todos títulos que inicialmente seriam lançados para o Playstation original e que pareciam apenas ports para o novo console. O efeito do evento foi inverso ao planejado.

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shinji2Pouco tempo depois do evento a falação só aumentou e foi fortalecida depois dos depoimentos de Shinji Mikami e Keiji Inafune da Capcom. Mikami apontou a falta de ferramentas apropriadas como principal fator dificultador para desenvolver para o novo sistema e Inafune disse que a máquina era tão poderosa que seria difícil conseguir verba para custear as novas técnicas de programação que ela exigia.

keijiinafune-1-Os ânimos só foram acalmados alguns meses depois, na E3 2000 em maio. Na ocasião foi exibido um trailer de Metal Gear Solid 2 de 9 minutos. Nele era possível ver gotas de chuva espirrando na roupa do personagem, garrafas quebradas, tripas voando para todo lado e uma trilha sonora bombástica. Mais euforia veio quando a Sony anunciou o lançamento oficial nos EUA para 26 de outubro daquele ano e o preço de U$299 – o mesmo do Playstation original.

Trailer de Metal Gear Solid 2 anunciado na E3 2000. Esse foi o primeiro trailer que tirou o fôlego dos jornalistas e consumidores.

De cara 20 títulos já estariam disponíveis e seriam demonstrados ali mesmo na feira. Mas como acontecera no evento especial, a qualidade dos jogos não impressionou. Enquanto o Dreamcast passava por uma fase criativa muito boa e lançava Shenmue, Jet Set Radio e Seaman, o Playstation 2 anunciava jogos como Evergrace, Eternal Ring, Silent Scope e TimeSplitter.

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A concorrência do Dreamcast, no entanto, durou pouco. Apesar da SEGA ter se antecipado no lançamento da plataforma – ainda em 1998 – o console não conseguiu manter o sucesso inicial por muito tempo. A escassez de produção, de títulos de maior destaque e especulações sobre o poder do Playstation 2 fizeram com que a SEGA perdesse o prumo. A empresa, que já não estava nada bem financeiramente, não aguentou a concorrência e em 2001 anunciou a descontinuação do Dreamcast.

Atrasos, falta de aparelhos e mais problemas no lançamento

4997cb72c5ecf9af4555978b843208d3Curiosamente a maior preocupação da Sony não foi com a concorrência, nem com os boatos lançados pela mídia especializada, tampouco o feedback dos consumidores. A maior ameaça ao sucesso do lançamento do Playstation 2 foi a pouca quantidade de consoles disponíveis para o primeiro dia de vendas.

Após 12 meses de muita especulação, ansiedade e algumas dores de cabeça, finalmente o console foi lançado no Japão em 4 de março de 2000. Ao contrário do lançamento do Playstation, o que se viu no lançamento do Playstation 2 foram cenas de total histeria. Somente no primeiro dia esperava-se que 1 milhão de unidades fossem vendidas. Contudo, atrasos na linha de produção fizeram com que apenas 600 mil unidades chegassem às prateleiras, deixando muitos consumidores de mãos vazias – até houve um gamer que se atirou de um telhado em Akihabara depois de não conseguir comprar o seu.

81772990e07bf54d32197d96b6ed0805O sucesso inicial de vendas do console, no entanto, também trouxe um dado preocupante para a Sony lidar: pouquíssimos jogos estavam sendo vendidos. Aparentemente as pessoas estavam adquirindo o aparelho para utilizar como DVD Player de mesa. Outro problema é que quem estava comprando os jogos, estava enfrentando problemas com os Memory Cards. Essa série de acontecimentos fez com que as ações da Sony despencassem.

_-Madden-NFL-2001-PS2-_Em 26 de outubro daquele ano o console chegou às casas dos consumidores norte-americanos. O cenário do dia de lançamento foi semelhante ao japonês: de 1 milhão de unidades previstas, somente 500 mil chegaram às lojas. Mas ao contrário do que acontecera anteriormente, mais títulos estavam disponíveis e finalmente o console começou a vender bem os seus jogos. Só Madden NFL 2001 da EA Sports vendeu mais de 40 mil cópias antes mesmo do console ser colocado oficialmente a venda.

O lançamento na Europa ocorreu em 24 de novembro e novamente os problemas continuaram a perseguir o console, que a essa altura parecia estar fadado ao fracasso. Para começar, David Lynch descobriu que o comercial “Third Place” previsto para anunciar o lançamento do console no continente fora transmitido em preto e branco, e não em colorido como deveria ser. Além disso, o atraso na fabricação de consoles para a região acabou por limitar a quantidade de unidades disponíveis para o lançamento: apenas 80 mil. Impulsionados pela declaração da Sony que a Europa era o seu maior mercado consumidor em games, a reação imediata dos consumidores foi dizer que aquilo fora feito de propósito e que não passava de uma estratégia suja para fazer a demanda aumentar.

A falta de aparelhos no lançamento do console nos quatro cantos do mundo contribuiu para o surgimento de um novo tipo de comércio sobre o console. Histéricos e ansiosos, os consumidores passaram a optar por maneiras “alternativas” para obter o console o quanto antes. Quem tinha dinheiro, conseguia comprar facilmente o Playstation 2 no eBay pela bagatela de U$1000 a U$1500. Além disso, desenvolvedores continuavam reclamando da dificuldade para desenvolver para a plataforma e jornalistas criticando a falta de títulos expressivos.

Depois da tempestade vem a bonança

philÉ preciso reconhecer que apesar de todos os problemas de produção e logística, a Sony fez um bom trabalho em assumir o controle de tudo e suportar toda pressão e ceticismo em volta do Playstation 2. É claro que ninguém pensava que seria fácil continuar na liderança, mas tantos percalços assim também foram uma surpresa e tanto. Quando questionado sobre as ondas de criticismo, o executivo da Sony Phil Harrison afirmou que esse era o reflexo do “significado cultural mundial da introdução do Playstation 2”.

onimusha_warlords_screenQuinze meses após seu lançamento, o Playstation 2 teve seu primeiro jogo a vender 1 milhão de unidades. Onimusha: Warlords da Capcom alcançou a marca e exorcizou os fantasmas dos fracassados Tekken Tag Tournament, Street Fighter EX3 e Ridge Racer V que rondavam o console.

Apesar da marca de Onimusha, foi somente em 2001 que o Playstation 2 começou a decolar de verdade. A partir do Natal daquele ano o console começou a receber vários títulos expressivos que alavancaram de vez as vendas e acabaram com o ceticismo de uma vez por todas. Como o Playstation, o Playstation 2 passou a ter todas as áreas possíveis e imagináveis cobertas com bons e excelentes jogos. Os puzzles estavam bem servidos com FantaVision; os esportes com FIFA, Winning Eleven, NBA Live, Madden NFL e MLB; jogos finos como ICO também estavam lá; títulos dignos de filmes de Hollywood como Metal Gear Solid 2 e jogos familiares como Jak and Daxter marcavam presença; isso sem contar jogos considerados mais adultos como Devil May Cry, Resident Evil, Silent Hill, Grand Theft Auto e companhia.

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Mês após mês o console recebia mais e mais títulos, alcançando a incrível marca de mais de 1650 títulos lançados até março de 2008. Hoje já são mais de 1,5 bilhão de cópias de jogos vendidas para o Playstation 2 e incrivelmente, após 11 anos, o console continua recebendo lançamentos. Segundo a Sony há jogos na “linha de produção” até 2015.

Legado para a posteridade

100kutagariApesar dos problemas no seu pré-lançamento, o Playstation 2 foi (e ainda é) um sucesso. A Sony sempre pareceu muito segura desse sucesso e no auge do criticismo Phil Harrison declarou: “há alguns exemplos de de desenvolvedoras que falharam em entender do que se trata o Playstation 2, seja por suas próprias decisões, seja por seu planejamento tecnológico”. Dois depois, quando o console vendia mais fácil que água mineral, Ken Kutaragi voltou a cutucar àqueles que um dia criticaram a iniciativa: “dois anos atrás alguns desenvolvedores reclamaram do PS2, mas este ano ninguém está reclamando”.

playstation2De fato, não havia nenhum motivo para desenvolvedores e produtores reclamarem do barco que estavam. Todos os problemas iniciais foram rapidamente esquecidos quando o Playstation 2 alcançou a marca de 105 milhões de unidades vendidas em todo mundo em março de 2006 – a mais rápida da história. Para se ter ideia o Playstation conseguiu marca semelhante somente 9 anos e meio após seu lançamento.

Mais do que números, o console inovou por levar aos consumidores um design arrojado, podendo ser utilizado tanto na horizontal quanto na vertical. Além dos jogos para a plataforma, o jogador ainda poderia desfrutar sua antiga coleção de Playstation no novo console, graças a retrocompatibilidade existente entre eles. Memory Cards e controles do original também funcionavam nele. O recurso de ouvir CDs de áudio do Playstation foram expandidos e agora era possível assistir filmes em DVD também.

ps2Pela primeira vez na história um console trazia portas USB e Firewire. Essas portas poderiam ser usadas para finalidades diversas, como armazenar screenshots do jogo em um pendrive ou conectar um HDD externo para jogar alguns jogos específicos, como Final Fantasy XI.

O Dreamcast foi o responsável por lançar a moda da jogatina online trazendo um modem banda estreita 56k embutido nele. Mas foi o Playstation 2 quem lançou a jogatina em alta velocidade com o Network Adapter capaz de se conectar a velocidades de até 100Mb/s. A bola fora aqui foi a Sony insistir no modelo descentralizado de serviços online, deixando a cargo das produtoras montar a infraestrutura de servidores para os jogadores.

network_adaptor02E mesmo que os jogos online não tivessem sido o foco inicial da Sony, aos poucos a empresa foi investindo nessa capacidade e a partir de 2003 todos os jogos vinham com a proteção Dynamic Network Authetication System (ou DNAS). O sistema visava combater o antigo, e pífio, sistema anti-piratarias do Playstation e a popularização dos gravadores de DVD, além de impedir cópias ilegais de se conectarem a internet. Em pouco tempo, todos os jogos lançados após 2003 tinham algum recurso online, por menor que fosse.

playstation-2-chipOs esforços em combater a pirataria, contudo, foram contornados com o surgimento de novos sistemas de destravamento para o console, notadamente o uso de ModChips soldados diretamente na placa-mãe do console. O avanço tecnológico desses chips foi tão incrível que muitos deles não só apenas interceptavam a checagem de mídia, mas também injetavam DNAS no console e adicionavam novas funcionalidades a ele, como reproduzir filmes em formato DivX e Xvid.

Em 2004 parecia que tudo havia se consumado, o Playstation 2 era sucesso e, seguindo a regra de um novo console a cada 5 anos, o fim era iminente. Quando do anúncio de Grand Theft Auto: San Andres (o jogo mais vendido do console, com +17 milhões de cópia) em setembro daquele ano, a Sony anunciou uma nova versão do console. Redesenhado, agora o Playstation 2 aparecia com dimensões reduzidas, bem mais compacto, econômico e silencioso. Pela primeira vez uma empresa lançava uma versão redesenhada do console original ainda no seu ciclo de vida. Surgia a moda dos consoles Slims, seguida até hoje.

[UNSET]O anúncio do modelo Slim deu sobrevida de mais 5 anos para o console, totalizando 10 anos de ciclo de vida que até hoje não acabaram. O PS2 Slim vendeu mais que o modelo original e em 31 de janeiro de 2011 o Playstation 2 alcançou a incrível marca de 150 milhões de unidades vendidas. Empresários da empresa de Tóquio confirmam que os 10 anos iniciais de ciclo de vida se estenderão por quanto tempo for necessário, desde que haja demanda. E como vimos, até 2015 jogos serão lançados para a plataforma.

É indiscutível que o Playstation 2 foi um marco importantíssimo para a indústria dos vídeo games. Os números do console são incríveis e continuam crescendo. Mas mais do que números e jogos, o gigante da Sony demonstrou para todos o quão forte um nome pode ser. O impacto causado pelo anúncio de um “Playstation” 2 em 1999 fez com que o Dreamcast deixasse de vender de um dia para outro e desmontou a SEGA completamente. Não se trata apenas de um console, mas de um nome e de uma história de sucesso comprovado.

PlayStation_2_comparisonSe você tem dúvida de que isso realmente dá certo, veja o primeiro console da Microsoft chamado Xbox e o segundo chamado Xbox 360. Agora você olhe para o seu Wii e imagine-se jogando um Wii U já no próximo ano. Porque será que as empresas não optaram por adotar outro nome? Justamente pela força e apelo que esses nomes já tem junto a nós, consumidores.

Até hoje o console continua sendo produzido – inclusive ali na Zona Franca de Manaus – e vende muito bem. O preço acessível a tecnologia, que mesmo hoje em dia pode ser considerada de ponta, faz com que pessoas que não tiveram acesso ao console quando custava U$299 tenham agora que custa U$99,90. Nos países emergentes é o Playstation 2 o principal responsável pelo crescimento da Sony no mercado. Engana-se quem pensa que ele já deu o que tinha que dar – ou você acha que o Zeebo foi descontinuado por falta de dinheiro mesmo?

 

GameCubeÉ incrível como onze anos depois do seu lançamento o Playstation 2 ainda tem fôlego e encontra mercado consumidor. É difícil imaginar que um console de tanto sucesso teve tantos problemas no seu lançamento e que resistiu a tantas críticas, tropeços e solavancos. O braço forte e a confiança da Sony no seu sucesso fizeram com que o console passasse pelo período inicial das vacas magras. É impossível saber se o sucesso imaginado pelos executivos da Sony poderia ser um terço do que o Playstation 2 é hoje. O fato é que em um ano o console decolou e liderou soberano o cenário da indústria dos games. Mas quando o Dreamcast era velado e os ventos começavam a soprar totalmente a favor do Playstation 2, uma antiga conhecida que gostava de chegar atrasada às festas apareceu para anunciar um tal de GameCube. Mas esse é assunto para o nosso próximo encontro. Até lá!

Particularmente tenho muitíssimas boas lembranças desse console. Foi com ele que pude experimentar os mais diversos tipos de jogos e descobrir o gosto que tem a jogatina online. Foram horas à fio jogando Final Fantasy X, Silent Hill 2 e 3, Resident Evil 4, me impressionando com NBA Live a cada ano e, claro, Grand Theft Auto III e San Andreas (o melhor de todos os tempos, vale notar). São muitas as lembranças e as saudades de um tempo que jogava com paixão, para vencer e para me divertir.

E vocês? Que lembranças vocês tem do Playstation 2? Que jogos marcaram a sua passagem por esse console? Nos conte nos comentários, participe!

Sérgio Oliveira é analista de sistemas pós-graduado em Engenharia de Software e Mídias Sociais e graduado em Sistemas de Informação. Admirador da área técnica, aprende sobre como os jogos funcionam e são feitos desde 1994, quando ganhou seu primeiro console.

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