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Majora's Mask 3D - Parte 2: um pântano, uma princesa e um macaco

Hora de se aventurar na região pantanosa de Termina e acordar o primeiro jogador adormecido.


Da última vez em que deixamos Link, o jovem Herói do Tempo havia passado maus bocados nas mãos do travesso Skullkid e a terrível Majora’s Mask. Contudo, ao recuperar a Ocarina of Time, tinha escapado por um triz de ser esmagado pela Lua junto com Clocktown. Voltando três dias no tempo, agora eu preciso correr contra o relógio para descobrir uma forma de salvar a terra de Termina de um fim tenebroso e, de quebra, também resolver os problemas dos habitantes dessa cidade que parecem ignorar que, a cada dia, a Lua está mais prestes a cair.

Umas canções aqui, umas conversas ali…

Quando deixo a Torre do Relógio e volto para a praça principal de Termina, Tatl me alerta sobre o que Tael havia me falado no momento em que a Lua estava caindo. Ela diz que eu deveria procurar por ajuda na região do pântano de Termina. Só que, antes de começar a minha jornada, lembro-me que o espantalho dançarino no observatório tinha me falado que conhecia duas canções que eram capazes de manipular o tempo. Será que ele sabia de algo importante? Resolvi voltar ao local e tirar minhas próprias conclusões. E foi assim, que, agora tendo a Ocarina of Time em mãos, aprendi duas novas canções desse sujeito de palha muito divertido. Com a “Song of Double Time” eu poderia acelerar o tempo e ir para qualquer hora dentro dos três dias. Já com a “Song of Inverted Time” eu seria capaz de desacelerar o tempo (sabia que elas seriam as melodias mais importantes em minha aventura…).
I am the King of Time!


Outra coisa que me lembro bem era o que a Great Fairy tinha me falado quando restaurei sua forma original: para falar com ela novamente assim que tivesse recuperado minha verdadeira forma. O problema era que, se eu tinha voltado no tempo, isso queria dizer que ela ainda estava desintegrada em varias partes (nas Stray Faries). Dirijo-me para a Laundry Pool de Clock Town e acho a Stray Fairy novamente. Corro até a fonte da fada, vejo ela se transformar em uma poderosa criatura outra vez e agora sou presenteado com uma máscara especial, a Great Fairy Mask. Ela me conta que, aparentemente, Skullkid desintegrou outras Great Fairies que existem em Termina e, utilizando essa máscara, eu seria capaz de atrair as Stray Fairies onde quer que elas estivessem. Pelo visto, terei que arrumar muita bagunça que o Skullkid fez.

Voltando aà praça principal, percebo duas coisas diferentes perto da Torre do Relógio. Uma delas é um pequeno banco em que uma simpática e animada atendente me sugere que eu guarde minhas Ruppees nessa “agência bancária” improvisada. Eu não tinha muitas joias, mas decidi guardar as que eu tinha porque, quando tinha voltado no tempo, perdi todas as que havia juntado. A outra coisa que percebi foi uma estátua de coruja. Ao chegar perto dela, a estátua brilha e abre suas asas. Acabo descobrindo que ela serve como um checkpoint do game. Se eu usá-la, salvar o meu progresso. Isso seria algo de muita importância daqui para a frente. Sem que eu tivesse percebido, já era a noite do Primeiro Dia.
Hora de salvar meu progresso!

Vindo de um lugar distante, ouço uma música diferente. Voltando ao Laundry Pool, vejo um homem estranho tocando uma caixa de música. O curioso é que ele me lembra muito o músico que tocava a melodia da “Song of Storms” dentro do moinho de vento em Kakariko Village (em Ocarina of Time). Oras, até a música que ele toca agora é igual àquela melodia! Ao falar com ele, descubro que se trata de um viajante que faz parte da Gorman Troupe, um grupo de espetáculos itinerantes. O pobre homem havia sido expulso da pousada porque seus companheiros não conseguiam dormir por causa de sua música. Ele também me conta sua triste história, de como fazia parte de uma troupe de animais e, com inveja do líder do grupo, havia roubado sua máscara. Ao finalizar seu conto, ele decide me dar a máscara! Aparentemente, ao utilizar a Breman Mask, eu seria capaz de controlar os animais. Será que isso será útil para mim?

Decido que já está na hora de explorar o pântano de Termina e então, para ter mais tempo, toco a “Song of Time” e retorno à manhã do Primeiro Dia. Agora que estou na minha forma original e com uma espada e escudo, não tenho problema em pedir aos Guardas de Clock Town permissão para sair. O campo de Termina é gigantesco e começo a me dirigir em direção ao pântano. Mas, antes de seguir em linha reta, vejo que existe uma rota à direita. Decido explorar esse caminho diferente e logo me encontro em uma bifurcação. De um lado, a rota para a pista de corrida dos irmãos Gorman, do outro lado, uma enorme pedra que bloqueia o caminho para o Rancho Romani. Como eu não tinha mais Epona ao meu lado, não fazia sentido dar uma olhada na pista de corrida, então fui dar uma conferida na pedra gigante que um bravo minerador tentava quebrar. Ele me disse que, do jeito que o trabalho estava indo, ele só terminaria daqui a três dias. Essa foi a dica que eu precisava para tocar a “Song of Double Time” e avançar para a manhã do Terceiro Dia.
Brincando na grama alta.

Nesse dia, a pedra já havia sido completamente quebrada e o caminho estava livre. Ao chegar no grande Rancho Romani, encontro somente uma garotinha assustada e muito tímida para conversar. Mas, imaginem a minha alegria quando vi Epona dentro de um curral chamando por mim! O problema é que eu não tinha como libertá-la. Então, decido explorar um pouco mais do rancho. O que me preocupava é que, quando olhava para o céu, aquela Lua parecia cada vez mais ameaçadora. Ao entrar em uma parte do rancho que era dedicada às galinhas, encontro um rapaz muito triste sentado à sombra de uma árvore. Seu nome era Grog e ele estava triste ao saber que seus adoráveis pintinhos nunca seriam belos frangos porque em breve a Lua iria cair.

Imaginando que essa seria uma boa hora para testar o uso da estranha Breman Mask e fazer a alegria do jovem, decido experimentá-la. Ao fazê-lo, eu começo a marchar no compasso de uma música da Ocarina e, de repente, os pintinhos de Grog começam a me seguir. Foi difícil encontrar todos os pintinhos que estavam espalhados pela área, mas, em pouco tempo, juntei todos marchando atrás de mim e, no minuto seguinte, todos se transforam em belos frangos. Foi contagiante ver a alegria de Grog, mas, melhor do que isso foi o presente que ele me deu: o Bunny Hood! Com essa máscara, eu poderia correr duas vezes mais rápido, o que é ótimo para alguém que está literalmente correndo contra o tempo.

Explorando um pântano poluído

Como eu estava no terceiro dia e já tinha explorado tudo o que eu podia no Romani Ranch, toquei a “Song of Time” outra vez e voltei no tempo. Em Clock Town, Ddessa vez, dirigi-me diretamente na direção do pântano. O caminho até lá tinha alguns monstros para enfrentar, mas nada que pudesse me atrapalhar. Quando cheguei no pântano, fiquei impressionado com o que estava vendo. As águas estavam com uma coloração estranha e nem um pouco convidativa, mas, antes que eu pudesse dar uma olhada mais de perto, uma coruja chamada Kaepora Gaebora me saúda. Ela me conta que o Pântano foi contaminado por uma energia maligna espalhada por Skullkid, em mais uma de suas travessuras e me diz que se eu quiser prosseguir, devo tomar muito cuidado. Ele também me alerta sobre as estátuas de checkpoint que ele espalhou ao longo de Termina para me ajudar e decide me ensinar a “Song of Soaring” para que eu possa “voar” entre os diferentes checkpoints. Ele é uma coruja muito legal e útil, não é mesmo?
"Song of Soaring" é uma das canções mais útil do game.

Dirijo-me ao primeiro prédio do pântano e descubro ser o Centro Turístico, onde é possível comprar itens ou solicitar uma travessia de barco. O problema é que a encarregada do barco, a bruxa Koume, estava desaparecida. Eu deixo o local para trás e, utilizando a Deku Link, transformo-me para poder saltar sobre as águas poluídas do pântano e alcançar diferentes partes. Logo, encontro-me em uma área do pântano onde se localizava a Potion Shop e, ao lado, um túnel que levava aos Woods of Mystery. Lá, dou de cara com um macaco brincalhão que não me pede para seguí-lo através de um labirinto de corredores. Felizmente, eu já tinha tirado a Deku Mask e utilizava o Bunny Hood, o que me permitiu seguir o macaquinho com muita facilidade.

No final dessa corrida, encontro a pessoa que eu mais procurava, a bruxa Koume. A pobrezinha estava fraca porque Skullkid tinha lhe causado muitos problemas e ela me perguntou se eu não tinha nenhuma poção de cura para ajudá-la. Infelizmente, eu não tinha nada para lhe dar e ela me mandou embora, desejando que tivesse uma das maravilhosas poções que sua irmã Kotake fazia na Potion Shop. Então, saí dos Woods of Mystery e fui até a loja para comprar uma poção. Ainda bem que não precisei gastar meu precioso dinheiro, pois a bruxa me deu uma poção forte de graça, já que sabia que eu ajudaria a sua irmã. A pergunta que eu me fazia era: de onde eu conhecia aquelas duas figuras tão familiares?
Calma Koume, Link (eu) está aqui para salvá-la!

Seguindo o macaquinho, consigoi encontrar Koume no labirinto e lhe curei com a poção de sua irmã. Isso era justamente o que eu precisava, pois, com minha ajuda, ela retornou ao seu serviço no Centro Turístico e assim eu pude solicitar uma travessia de barco pelo pântano poluído. A bruxa ainda foi gentil em me dar uma Pictograph box, uma espécie de câmera que eu poderia utilizar para tirar pequenas fotografias. A travessia foi muito tranquila, apesar dos monstros que havia pelo caminho, mas o esporão do barco era capaz de destruí-los facilmente. Em pouco tempo, chegamos no final, bem em frente ao Deku Palace. Essa era a morada do povo Deku e de seu Rei. Sabendo que eu entraria em um território desconhecido, tratei de colocar a Deku Mask rapidamente.

Torna-me Deku Link foi muito útil, pois me permitiu passar pelos guardas da entrada do palácio, que achavam que eu era um semelhante. Os guardas me alertaram que eu não podia entrar nos jardins do palácio, mas poderia ir até a sala do trono ver o Rei se eu quisesse. Quando cheguei lá, encontrei uma cena muito estranha. O Rei gritava raivoso de seu trono que queria ver a princesa de volta e que, enquanto isso não acontecesse, um pobre macaquinho iria ser cozinhado vivo! Ele estava sendo acusado de raptar a princesa, mas alegava inocência. O mordomo do palácio tentava acalmar sua Alteza, mas o Rei estava irremediável. Como eu não conseguia falar com ninguém, decidi sair do palácio.
A Corte Real dos Dekus.


Foi assim que encontrei outro macaco que me alertou que se eu quisesse ajudar o outro macaquinho eu precisaria atravessar os jardins e utilizar um Magic Bean para chegar até a cela de seu amigo imprisionado. Não foi uma tarefa fácil escapar dos olhares cuidadosos dos guardas Dekus e nem utilizar as flores gigantes dos jardins para alcançar áreas diferentes, mas eu consegui encontrar um buraco em que havia um vendedor de Magic Beans! Sem custo algum, o negociante me deu um de seus itens e, plantando ele em um dos lados do palácio, a planta cresceu e me levantou até uma passagem secreta.
Chegar até a cela do nosso amigo primata não é uma tarefa fácil!


Finalmente, consegui acessar a cela do macaco e, tentando ser o mais discreto possível, ele me contou como ele e a princesa Deku eram bons amigos e, um dia, explorando o Woodfall Temple, um dos locais mais sagrados do pântano, eles tinham sido atacados por um terrível monstro que sequestrou a princesa. Agora, ele estava sendo acusado injustamente enquanto a princesa permanecia desaparecida e o pântano caia em ruínas por causa da poluição. Após me implorar para que eu ajudasse ele e a princesa antes que fosse tarde, ele me ensina a canção especial do povo Deku, a “Sonata of Awakening”, para que eu possa acessar Woodfall Temple. O problema era que eu realmente precisava ser rápido, pois o Rei estava disposto a acelerar a execução do macaquinho só por causa dele conhecer essa canção especial que era capaz de acordar até as almas mais sonolentas...
Vai uma música de tubos aí?

Operação Woodfall

Sem demoras, deixei Deku Palace para trás e tomei o caminho para Woodfall Temple. O percurso era cheio de obstáculos e monstros irritantes, além de outros Dekus que não estavam dispostos a me deixar prosseguir em minha jornada. Felizmente, não demorei muito para encontrar uma plataforma que dava para um imenso lago. Sem saber bem o que estava fazendo, resolvi tocar a canção que recém havia aprendido sob a forma de Deku Link. Para a minha surpresa, o templo misterioso emergiu das águas poluídas e a entrada estava bem na minha frente. Voei de flor em flor e entrei na primeira dungeon da minha aventura.
Woodfall Temple se revela!

Woodfall Temple tinha uma atmosfera estranha. Tanto pela sua aparência quanto pelo seu tema musical, eu me sentia dentro de uma floresta abandonada. Logo na entrada, existia um pequeno baú e, quando o abri, de lá saiu uma Stray Fairy verde! Ao me aproximar dela ela me disse que Skullkid havia feito das suas travessuras novamente, quebrou a Great Fairy do Pântano em 15 partes e as escondeu no templo. Pelo jeito, eu teria que procurar por elas e aquela máscara da Great Fairy viria bem a calhar.

Os puzzles e desafios que encontrei na dungeon não eram muito complicados e serviam como um bom aquecimento para os problemas que eu iria encontrar ao longo de minha jornada. O único problema era ficar alterando entre máscaras para atravessar obstáculos e situações diferentes. Mesmo assim, em questão de minutos, consegui encontrar o Hero’s Bow e, podendo atirar flechas para todos os lados, minha travessia pelo templo se tornou muito mais simples. Foi um verdadeiro alívio quando consegui localizar a última Stray Fairy e, com a Boss Key em mãos, decidi que já era chegada a hora de enfrentar o demônio que estava causando tantos problemas no pântano.
Com o Hero's Bow fica mais fácil atravessar a dungeon.


Dentro da câmara do chefão, um monstro gigantesco caiu do céu bem na minha frente. Lá estava ele, Odalwa, the Masked Jungle Warrior. Eu tentei partir para um ataque frontal, mas Odalwa se protegia com seu escudo e, quando abria uma brecha em sua defesa, ele me atacava com todo o poder de sua espada. Resolvi então aproveitar as flores gigantes espalhadas pela câmara e me lancei ao ar. De cima, pude utilizar uma habilidade de Deku Link que não havia experimentado ainda: larguei Deku Nuts como se fossem bombas em cima da cabeça de Odalwa. O monstro caiu nocauteado e não demorei em tirar a máscara para atacá-lo com fortes golpes da minha espada. Sem muitos problemas, bastou eu repetir esse processo mais três vezes para ver o corpo do monstro se desfazer em poeira.
Sai de baixo!

Com muita alegria, peguei meu Heart Containier, recarreguei minhas forças e vi que o corpo de Odalwa tinha deixado algo no centro da câmara. Percebi que se tratavam de Odalwa’s Remains, uma máscara com o rosto do demônio e que simbolizava que eu havia libertado o espírito que estava preso nela. Ao pegá-la em minhas mãos, fui logo transportado para um local misterioso, onde conseguia ouvir apenas um grito distante em meio à névoa. Tatl me mostrou que se tratava de um dos gigantes e que ele estava tentando me ensinar uma canção. Foi assim que aprendi “Oath to Order” e a única coisa que consegui entender do espírito foram as palavras “Call us” (“Chame-nos”). Quem eram essas criaturas quase divinas e, será que de fato, elaes poderiam me ajudar quando a hora final de Termina se aproximasse novamente?
Libertando o primeiro Gigante.

Um brilho forte surgiu a minha frente e, de repente, pude ver toda a poluição no pântano se dissipando e o sol brilhando sobre aquelas terras. Parece que a maldição de Skullkid sobre Southern Swamp estava finalmente quebrada. Para a minha sorte, quando voltei a mim, estava diante de um quarto escondido do lado de Woodfall Temple. E lá estava a princesa Deku, que me agradeceu por ter destruído o demônio e por ter encontrado ela. Quando lhe contei o que estava acontecendo no palácio, ela não pestanejou e me implorou que lhe levasse de volta para desfazer toda essa confusão com o Rei e o macaco, antes que fosse tarde demais.
Quem diria? Dessa vez eu não precisei levar o game inteiro para encontrar a princesa.

Já era a manhã do segundo dia, não me demorei e logo encontrei uma maneira de levá-la junto comigo. Coloquei a princesa em uma das minhas Empty Bottles e parti direto para o palácio. Chegando lá, tirei a princesa da garrafa e a observei enquanto ela dava uma bronca em seu pai e seu temperamento exagerado. Enfim, toda a confusão tinha sido esclarecida e eu estava pronto para seguir minha viagem quando o mordomo Deku me falou para encontrá-lo na parte de trás do palácio, no Deku Shrine, pois tinha algo a me dar.

Eu segui o seu conselho e, quando o encontrei, ele me propôs uma corrida pelo Santuário. Sem entender muito se deveria seguí-lo ou não, aceitei seu desafio e utilizei o Bunny Hood para não perder seu rastro. No final do longo trajeto, o mordomo me agradeceu por ter lhe dado o prazer de uma boa corrida e me presenteou com a Mask of Scents. Utilizando ela, eu seria capaz de sentir aromas especiais, muito semelhante ao faro de um porco ou javali. O que me deixou triste foi quando o mordomo me contou que ele eu lembrava muito seu filho (quando estava como Deku Link) e que ele costumava correr junto a ele, antes do jovem partir para uma jornada e nunca mais voltar.

A última coisa que me lembrei de fazer antes de deixar para trás do Southern Swamp foi encontrar a Great Fairy Fountain e restaurar a forma original da Fada do Pântano. Descobri que o local ficava perto de Woodfall Temple e, ao recuperar a Fada, a bondosa criatura me forneceu mais poder mágico, duplicando o tamanho de minha barra mágica. Eu não sabia bem o porquê, mas sentia que esse upgrade seria muito importante nos desafios que eu teria que enfrentar. Agora, o que eu deveria fazer era retornar a Clock tTown, depositar minhas preciosas Ruppees e voltar no tempo novamente, porque, com apenas 1 dia e meio pela frente, eu não tinha tempo de sobra para fazer tudo que precisava.
Acho bom esse upgrade valer a pena por todo o trabalho que eu passei lhe "juntando" no templo, Srta. Fada!


Continua nas próximas semanas...

Revisão: Jaime Ninice
Capa: Felipe Araujo

Luís Antônio Costa é graudado em Ciência da Computação pela UFRGS. Apaixonado por games desde que ganhou seu primeiro Master System e conheceu Sonic, também é amante da ciência e um devorador de livros. Além do Nintendo Blast, também faz alguns textos para o Medium e pode ser encontrado no Facebook e Twitter.

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