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Majora's Mask 3D - Parte 5 - Acalmando as almas inconsoláveis de Ikana

Não serão fantasmas enfurecidos e espíritos inquietos que me impedirão de prosseguir em minha jornada e salvar Termina.


Apesar de quando olhar para o céu eu ver o rosto ameaçador da Lua se aproximando cada vez mais, podia sentir que a minha jornada estava perto do fim. Eu havia libertado o espírito do terceiro Gigante e agora faltava apenas encontrar seu último irmão para poder impedir os planos de Skullkid. Ainda havia muitos problemas que precisava resolver antes de encontrar aquele mascarado travesso outra vez, mas, com a ajuda da Ocarina of Time, eu não devia me preocupar. Afinal, a Deusa do Tempo estava ao meu lado ao alcance de uma melodia.

Tantas coisas para fazer e tão pouco tempo

Algo curioso que aconteceu foi que, quando retornei a Clocktown depois de me aventurar em Great Bay Temple, fui logo depositar minhas Rupees e recebi um presente especial da agente do banco. Nesse momento ela me deu a Adult Wallet e, com esse melhoramento, eu poderia carregar até 200 Rupees comigo! E falando em Rupees, tenho uma surpresa quando decido retornar a Zora Cape para investigar alguns detalhes da localidade. Lá eu encontro outra casa que foi amaldiçoada pelas Skulltulas. Eu tenho um pouco de trabalho para, mais uma vez, capturar 30 Skulltulas douradas e "desinfetar" a casa. Meu prêmio por esse feito é receber o último melhoramento financeiro da minha aventura por um viajante que passa pela casa e fica contente ao ver que a maldição foi destruída. Com a Giant Wallet, agora eu posso carregar até 500 Rupees!
Mais uma caça às Skulltulas douradas.

Como eu sabia pelo meu contador de máscaras que ainda faltava um bom número antes de eu completar as 24 que estavam espalhadas por Termina, resolvi explorar um pouco diferentes regiões antes de seguir em direção ao local de descanso do último gigante, Ikana Canyon. Minha primeira parada foi na Pista de Corrida dos irmãos Gorman. Agora que eu podia chamar Epona a qualquer hora, eu poderia participar do desafio desses estranhos irmãos (apesar de não confiar neles nem um pouco depois de descobrir que foram os mesmos que atacaram a carruagem de Cremia enquanto ela fazia sua entrega de leite). O desafio é simples: vencê-los em uma corrida de cavalo pela sua pista. Mas isso é mais fácil falar do que fazer. Tive que fazer o percurso cinco vezes antes de conseguir vencer os irmãos e controlar o compasso de Epona. Quando finalmente ultrapasso a dupla, eles se sentem humilhados e não têm outra opção se não me dar o prêmio. Eu recebo a Garo's Mask que, segundo eles, pertenceu a um grande líder de um grupo de ladrões.

Após isso, decido retornar a Snowhead e tirar as minhas suspeitas quanto a algo curioso que eu havia percebido no grande salão de Goron Village. Voltando ao local, eu percebi que haviam archotes apagados espalhados pela câmara, então usei um Deku Stick e acendi um por um. Ao fazer isso, o grande lustre começou a girar rapidamente, e eu notei que em cada ponta havia um jarro amarrado à peça. Corri até o topo do salão e, usando o rolamento Goron, destruí cada um dos jarros. Um deles revelou um item interessante, o Rock Sirloin. Os Goron me contaram que se tratava de um pedaço de rocha muito nutritivo que dava energia extra a sua raça. Isso me lembrou que havia um Goron esfomeado sozinho em uma parte congelada de Mountain Village, então, carreguei o item até lá e alimentei a fraca criatura. O Goron se sentiu mais forte do que nunca e me deu de presente um item que estava carregando, a Don Gero's Mask, uma máscara em forma de sapo que ele disse que eu poderia usar para me comunicar com os anfíbios.

Os mistérios de Ikana Valley

Depois de ter obtido mais algumas máscaras para minha coleção (e perto da Noite do Segundo Dia), parto para me aventurar em novas terras e decido que já é hora de partir para Ikana Canyon. Mais uma vez preciso de Epona para cruzar alguns obstáculos que existem no percurso até a área inicial do cânion. No topo de uma colina, eu vejo um velho homem sentado me observando. Ele me fala que Ikana era a morada de grandes guerreiros, a tribo dos Garos, conhecida por suas técnicas mortais e seu rigoroso código de conduta. O problema é que ultimamente muitos espíritos inquietos rondam a região e não deixam seus habitantes descansar. Após ouvir isso, percebi que era a deixa para experimentar a Garo's Mask e, ao fazê-lo, o velho se surpreende e pensa que sou um guerreiro Garo. Desaparecendo, em seu lugar surge uma árvore que, para minha sorte, serve de âncora para usar o Hookshot e chegar até o topo do vale.
Ouvindo conselhos de um velho eremita do cânion.

O que me chamou a atenção quando alcancei o topo da colina era que havia um caminho na direção oposta, no fundo do vale. Pensando que poderia haver algo interessante para aqueles lados, decido tomar esse caminho primeiro. Para minha surpresa, ele dava direto no cemitério do cânion, Ikana Graveyard. Foi nesse lugar fúnebre que encontrei um velho conhecido dos tempos de Ocarina of Time, o coveiro Dampé. Apesar de ele não se lembrar de mim, o feliz trabalhador continuava seu serviço pelo cemitério. O que realmente chamou minha atenção no local foi um enorme esqueleto que estava bloqueando uma das saídas perto da casa de Dampé.

Como eu sou um rapaz muito curioso, decido experimentar a “Sonata of Awakening” naquele bando de ossos e, surpreendentemente, a criatura acorda, ao mesmo tempo que Dampé corre assustado. Seu nome era Skull Keeta e o esqueleto gigante me desafiava a ultrapassá-lo em uma corrida pela trilha do cemitério. Eu aceito o desafio, mas não é fácil chegar até o fim do percurso. O monstro coloca vários obstáculos em meu caminho e até paredes de fogo! O pior é que preciso constantemente atordoá-lo com algumas flechas e atingi-lo com a espada para retardar seu avanço. Felizmente eu estava usando o Bunny Hood e consegui ganhar a dianteira e vencer o desafio.
Corre senão o esqueleto gigante te pega!

O esqueleto gigante me conta que era o capitão do exército de Ikana, mas estava triste porque havia sido derrotado em vida. Agora, ele me saúda por tê-lo vencido em sua morte e diz que pode descansar em paz. Sem entender muito bem como isso poderia curar sua alma inquieta, eu me concentro no grande baú que se encontra em minha frente como prêmio. Ao abrí-lo, eu obtenho o Captain’s Hat, uma máscara que é igual ao rosto do capitão morto. O bom foi que pude fazer uso da nova máscara bem rápido, pois, como a Noite do Segundo Dia já havia caído, o cemitério se enchera de pequenos esqueletos similares ao capitão. Quando eu conversava com essas estranhas criaturas utilizando a máscara, eles me confundiam com o seu comandante e foi assim que consegui liberar a entrada de uma das tumbas.

O local era muito assustador e cheio de Bad Bats que me incomodavam muito. Mas o verdadeiro desafio se encontrava na câmara principal da tumba, um guerreiro de ferro poderoso: o Iron Knuckle. Tive que calcular meus movimentos com muito cuidado para me esquivar dos furiosos ataques da criatura e conseguir nocauteá-la. Quando finalmente venço o monstro, um fantasma aparece. Seu nome era Flat, um dos irmãos compositores da Família Real de Ikana. Ele havia sido selado por seu irmão invejoso nessa tumba, mas queria me mostrar a última melodia que a dupla havia composto antes de morrer. Olhando para a pedra onde a melodia estava gravada, segui as instruções e aprendi novamente a “Song of Storms”, que já conhecia de minhas aventuras em Ocarina of Time. Vendo que Flat agora podia descansar em paz pois havia ensinado sua última canção a alguém, deixo a tumba e me dirijo para a outra parte do cânion.
Aprendendo a última canção de um falecido compositor.


Quando eu consigo alcançar a parte mais elevada do cânion e ativar uma Owl Statue para salvar meu progresso, vejo uma cena bizarra. Existem assustadores ReDeads rondando uma pequena casa de música que fica no centro do cânion. Aparentemente, o que o velho havia me dito sobre as almas de Ikana estarem inquietas era verdade. Enquanto eu penso como vou passar perto dessas criaturas sem ser congelado pelo seu grito mortal, Tatl me alerta que existe alguma coisa estranha nos rondando. Como eu havia conseguido o acesso ao cânion utilizando a Garo's Mask, decido colocá-la. Para minha surpresa, um guerreiro Garo aparece e um círculo de fogo nos cerca! O inimigo me desafia para o combate e, quando o derroto, ele me dá algumas dicas importantes. Essa cena se repete várias vezes no cânion enquanto eu utilizava a máscara e, em pouco tempo, eu já sabia o que devia fazer.
Lutando contra as sombras dos Garos.

Sigo para uma abertura na montanha e, em uma câmara escura, encontro o outro irmão compositor, Sharp. A pobre alma está tão irritada e amargurada que fez a fonte de Ikana secar e diz que quem entrar em seu local de descanso sofrerá o abraço letal da morte. Logo após esse discurso, percebo que estou sendo machucado por permanecer no local. Eu até tento tocar a “Song of Healing” para curar a alma de Sharp, mas é inútil. O fantasma está enlouquecido! Então, rapidamente me lembro de seu outro irmão e toco a “Song of Storms”. Para minha alegria, além da canção provocar uma chuva que enche a fonte de água pura, Sharp se comove ao se lembrar da música que compôs com seu irmão e se arrepende de seus feitos. O local é purificado e, como o rio de Ikana agora flui com força total, os ReDead desaparecem do cânion. Então, uma garotinha saí de dentro da casa e olha curiosamente para seu redor. Eu aproveitei que ela estava distraída e entrei na casa. O primeiro andar parecia uma moradia comum, mas quando desci ao porão, ouvi um estranho barulho vindo do armário.
Sharp pode parecer malvado, mas é apenas o espírito de um músico amargurado.

Quando o abri, que susto levei! Um Gibdo saiu do móvel e estava tentando me agarrar. Essa versão mumificada dos ReDead era tão horrível quanto eu podia imaginar e, quando eu tentei atacá-lo, a garotinha apareceu na minha frente e me impediu, implorando que não atacasse seu pai, pois ele havia sido amaldiçoado e ela o trancara no armário para não machucar ninguém. Comovido pela situação, senti que essa era a deixa para tocar a “Song of Healing” e tentar resolver aquele problema. Ao fazê-lo, o homem se contorceu e voltou a sua forma original, deixando uma estranha máscara cair ao chão. Era a Gibdo's Mask e com ela eu poderia passar pelo meio dos mortos sem problemas!
Um reencontro muito feliz de presenciar.

A pequena garotinha, que se chamava Pamela, abraça seu pai com força e eu consigo reunir a família novamente. O pai dela me agradece por tê-lo ajudado e me diz que, por estar estudando os Gibdos, ele acredita que existe um tesouro no fundo do poço que se localiza perto dali. Decido que lá seria o próximo lugar para continuar minha aventura, então parto para investigar. O local é muito tenebroso e eu teria tido muitos problemas com os ReDeads que guardavam certas portas se não estivesse usando a Gibdo's Mask. Além disso, eles só liberavam minha passagem se eu lhes entregasse itens específicos. Ainda bem que eu estava com meu inventário bem farto de itens como Magic Beans, Potions e Deku Sticks. Na última sala do poço, eu encontro o tesouro que o pai de Pamela havia me dito. Com o Mirror Shield em mãos, agora eu poderia refletir a luz do sol e seria capaz de resolver diversos puzzles que envolviam o jogo de luzes.

Um castelo mal-assombrado

Foi assim que consegui achar uma passagem secreta que me levou diretamente a Ikana Castle, a morada esquecida da Família Real de Ikana. O local estava repleto de monstros por todas as câmaras e de vários desafios para enfrentar. Tive que desviar de ReDeads e até escapar dos temíveis Wallmasters que caíam do teto quando eu menos esperava. Foi depois de atravessar muitos salões que consegui encontrar a sala do Trono. O local estava mergulhado na escuridão, mas mesmo assim eu fui recebido pelo espírito do Rei de Ikana e seus fiéis lacaios. O rei ficou enfurecido por ver um intruso em seu castelo e mandou que seus lacaios me atacassem. O combate com a espada se mostrou inútil pois, sempre que eu destruía os guerreiros, eles se reconstruíam das migalhas de ossos como por mágica! Foi somente quando percebi que a luz poderia me ajudar que eu virei a sorte do combate a meu favor. Queimei as cortinas que cobriam as janelas do salão com as Fire Arrows e utilizei o Mirror Shield para atacar os Stalfos com luz.
Batalha de luz e sombra em Ikana Castle!

Depois de destruir definitivamente seus lacaios, o rei resolveu partir para o combate. O valoroso guerreiro se mostrou um formidável combatente. Foram precisos vários golpes bem planejados para derrotar o rei e, quando obtive sucesso, vi que apenas sobraram os espíritos das cabeças dos inimigos. Após o rei acalmar seus lacaios que só ficavam discutindo de quem era a culpa pela derrota, Sua Majestade me ensinou a canção da Família Real de Ikana que eu precisaria para atravessar o Stone Tower Temple, a fonte de todos os problemas de pós-morte de Ikana Canyon. Ao aprender a “Elegy of Emptiness” eu vi uma bizarra estátua minha surgir a minha frente. Apesar de eu estar assustado com aquele rosto estranho da peça, o rei me disse que a canção gera uma estátua do músico, de acordo com a forma que ele possuir. Agradecendo a ajuda da realeza e desejando que ele e sua corte pudessem descansar em paz, usei a “Song of Soaring” e retornei a Clocktown para depositar Rupees e voltar no tempo, pois, como já era a Manhã do Terceiro Dia, eu sentia que não teria tempo de investigar o Stone Tower Temple.
Essa... Cara...

Um templo de pernas-pro-ar

Retornei a Ikana Canyon e encontrei o caminho que levava até a misteriosa Stone Tower. O lugar era muito estranho, com vários andares e blocos de pedra gigantescos que se moviam para diferentes níveis conforme a ativação de alavancas. Isso sem falar nos enormes pedregulhos que caíam por todos os lados! A “Elegy of Emptyness” veio bem a calhar para conseguir chegar até a entrada de Stone Tower Temple, pois criando diferentes estátuas da minha forma normal, Deku, Goron e Zora, pude ativar os mecanismos e chegar até meu destino. Eu tinha minhas suspeitas de que esse templo seria a última dungeon que eu teria que atravessar em minha jornada e, admito, que foi a mais difícil de cruzar dentro do ciclo de Três Dias.

A dungeon era um labirinto complexo cheio de desafios criativos, mas mortais. Eu precisei utilizar todos os itens que havia obtido até aquele momento para resolver os enigmas e também tive que usar todas as máscaras de transformação para resolver problemas específicos. Encontrar todas as Stray Fairies se mostrou uma tarefa hercúlea nessa dungeon! Quando eu finalmente obtive o item principal, as Light Arrows, depois de enfrentar um assassino Garo muito habilidoso, eu pensei que meus problemas estavam perto do fim. Eu nem imaginava o quanto estava enganado.
Brincando com as luzes nesse templo escuro.
O Garo me deu uma dica antes de morrer: que a única forma de atravessar o templo por completo seria acertar o enorme diamante vermelho que fica na entrada e, fazendo o céu se tornar a terra e a terra se tornar o céu. Sem entender muito bem o que ele queria dizer com isso, retornei a entrada e disparei uma Light Arrow no diamante. Eu levei um susto quando vi tudo virar de ponta-cabeça! Tudo estava de cabeça para baixo e até mesmo a música da dungeon estava tocando ao contrário. Tentar atravessar uma dungeon ao contrário havia sido um desafio pelo qual nunca havia passado. Foi somente na Manhã do Último Dia que consegui obter a Boss Key depois de muitas batalhas e chegar até a câmara do chefão da dungeon.
De cabeça-para-baixo Stone Tower Temple é bem diferente.

Eu caí em um portal e fui levado para o meio de um deserto onde encontrei meu inimigo, Giant Masked Insect: Twinmold. Fiquei assustado com o tamanho do monstro, e o pior: eram dois deles! Enquanto a lagarta voadora azul ficava me rondando, sua irmã vermelha fica lançando bolas de fogo em mim. Era fácil desviar de seus ataques e, enquanto eu fazia isso, disparava Light Arrows nos grandes olhos que se encontravam nos segmentos da lagarta azul. Bastava repetir esse processo algumas vezes para o bichão revelar seu grande olho com ponto fraco, acertá-lo e pulverizá-lo de uma vez por todas. O problema era que a outra lagarta continuava voando sobre mim. Depois da primeira parte do combate, um baú apareceu no centro da arena. Ao abri-lo, eu encontrei a Giant's Mask e, para minha surpresa, ao colocar a máscara eu me tornei incrivelmente grande e forte, me sentindo o próprio Hulk!
LINK SMASH!!!

Foi somente com o poder me dado pela Giant's Mask que consegui combater a lagarta vermelha. A luta não foi fácil, pois eu precisava atingir o monstro várias vezes para derrubá-lo e exibir seu ponto fraco e, para me atrapalhar, ele ficava lançando diversas bolas de fogo, se escondendo na areia e mandando pequenos filhotes para me incomodar. Foram vários golpes e lançamentos pelos ares que tive que fazer com Twinmold até finalmente derrotá-lo. Quando a criatura virou poeira, ela deixou cair mais um Hearth Container e outra máscara, a Twinmold's Remains. Ao tocar no objeto, fui novamente levado até a dimensão dos espíritos e pude ouvir a voz do último gigante dizendo: “Call us” ("Nos chame"). Acho que agora eu podia respirar um pouco mais aliviado, pois os Gigantes estavam todos ao meu lado e iriam me ajudar no momento derradeiro!

Ao final dessa parte da jornada, fui levado de volta a Ikana Canyon e testemunhei uma bela cena em que as nuvens negras que cobriam os céus se dissipam e o sol volta a brilhar novamente por essa terra que antes estava amaldiçoada. Com essa tarefa completa, somente faltava uma coisa antes de eu retornar a Clocktown e no Tempo. Eu fui até a Great Fairy Fountain e restaurei a forma original da Great Fairy of Kindness. A bondosa criatura me agradeceu e me recompensou com um item muito poderoso, a Great Fairy Sword. Essa espada colorida tinha o dobro de dano da Glided Sword!

Agora que eu havia restaurado a paz em Ikana Valley, toquei a “Song of Soaring” e retornei a Clocktown. Faltavam poucas horas para a Noite do Último Dia, então, sem perder tempo, depositei minhas Rupees na agência bancária, toquei a “Song of Time” e voltei no tempo mais uma vez. Eu sabia que minha jornada não estava perto do fim, pois eu ainda tinha muitos problemas para resolver e muitas máscaras para encontrar. A boa notícia é que os Gigantes estavam livres e agora, quando eu encontrasse Skullkid na hora final de Termina, as coisas seriam bem diferentes do que foram em nosso último encontro.

As estátuas mais bizarras da história dos videogames.


Continua nas póximas semanas...

Revisão: Luigi Santana
Capa: Victor Pereira
Luís Antônio Costa é graudado em Ciência da Computação pela UFRGS. Apaixonado por games desde que ganhou seu primeiro Master System e conheceu Sonic, também é amante da ciência e um devorador de livros. Além do Nintendo Blast, também faz alguns textos para o Medium e pode ser encontrado no Facebook e Twitter.

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