Spyro Reignited Trilogy (Switch) e as narrativas por trás da trilogia

Conheça um pouco mais sobre cada narrativa presente nos três primeiros games da série.


Mesmo faltando um pouco mais de um mês para a chegada de Spyro Reignited Trilogy no Nintendo Switch, muitos jogadores nunca tiveram um contato prévio com essa série em consoles anteriores, tampouco com a trilogia clássica para PlayStation que foi refeita nessa nova versão. Para tanto, nós do Nintendo Blast reunimos nesse artigo especial todas as narrativas presentes em cada um dos três jogos, a fim de explicar um pouco mais o que acontece nessa franquia icônica para muitos fãs.

Spyro the Dragon e o início de tudo

O primeiro título se inicia no Dragon Realms no dia em que os velhos dragões, Lindar e Astor, estão sendo entrevistados para um documentário em vídeo sobre o mundo deles. Porém, durante essa entrevista, os dragões depreciaram uma criatura que foi previamente banida desse reino, chamada Gnasty Gnorc, que conseguiu descobrir que tais comentários estavam sendo feitos.

Mesmo expulso, Gnasty Gnorc lançou poderosos feitiços contra os dragões, congelando todos os dragões em estátuas de cristal e parte do tesouro dos dragões em um exército de gnorcs. Porém, Spyro não foi aprisionado por aparentar ser pequeno e inofensivo, o que foi revertido em seu papel de herói no game.

Com isso, Spyro se dispôs a libertar todos os dragões, viajando através dos Dragon Realms e enfrentando vários inimigos. Durante a jogatina, o pequeno dragão roxo recebe vários conselhos dos dragões que liberta das estátuas de cristal e explora várias áreas abertas, agora recheadas de detalhes refeitos em alta definição na nova versão para o híbrido da Big N.

Spyro 2: Ripto’s Rage e o mundo de Avalar

Após o sucesso do primeiro game, a continuação da série tem a importante entrada do vilão Ripto na história. Tudo começa em uma terra chamada Avalar, com a introdução de três novos personagens: Elora, Hunter e o Professor. Durante um teste científico com um novo portal, Hunter convence o professor a digitar 22475 no código de programação do portal, o que seria sua data de nascimento (22 de abril de 1975), o que fez com que Ripto entrasse no reino, juntamente com Gulp e Crush, e tomasse posse de toda Avalar.

Assim que tais criaturas se sentem ameaçadas, as fadas são instruídas a removerem as orbs que estavam fornecendo energia para o portal e distribuí-las pelos reinos da região. A partir do momento que Ripto ameaça destruir tudo, Elora e o Professor planejam arrumar um dragão que possa expulsar o vilão, e é aí onde tudo começa.

Então, tudo se inicia quando Spyro se encontra no reino de Avalar por engano, interceptado por um portal construído pelo professor, enquanto ele viajava para ter seu merecido descanso. Dessa forma, cada um dos mundos de Avalar é dominado pelo feiticeiro e Spyro tem a missão de pegá-los de volta, derrotando Ripto, Gulp e Crush no decorrer da história. Além disso, para o conflito final é necessário que Spyro possua no mínimo 40 orbs, que estão espalhadas pelo game nas mais diversas localidades.


Spyro: Year of the Dragon e os novos heróis

A temática do terceiro jogo da trilogia é em volta dos ovos de dragão. Com uma clara referência ao calendário chinês, o Ano do Dragão (Year of the Dragon) que acontece de 12 em 12 anos é um evento que, na história do game, os ovos dessas criaturas são trazidos para os Dragon Realms.

A grande situação problema desse jogo está na atuação de Bianca, uma coelha, que invade os Reinos com um exército de Rhynocs e leva todos os ovos de dragão. Hunter e Spyro conseguem ver Bianca roubando o último ovo, porém não conseguiram impedi-la. Para tanto, o famoso dragão roxo é enviado, junto com Hunter e Sparx, na missão de recuperar os ovos roubados.


A rainha Feiticeira que comandou o roubo de Bianca é mostrada em diversos momentos do game, sendo contra ela a última batalha do game. Um dos pontos mais interessantes de The Year of the Dragon é a possibilidade de jogar com diferentes personagens, que são “comprados” com o Moneybags, um personagem já conhecido na série, incluindo carismáticos personagens como Sheila, uma canguru que possui habilidade de alcançar saltos extremamente altos.

Além disso, mais tarde é revelado que a Feiticeira não está em busca dos dragões bebês para ela, mas apenas as asas das pequenas criaturas para criar um feitiço de imortalidade. Uma vez que Bianca descobre isso, ela sente pena dos pequenos dragões, desenvolvendo a trama de uma forma bem mais interessante que nos outros games, com várias cutscenes no decorrer do game, incluindo um sequestro de Hunter e a mudança de posicionamento das personagens.


É estudante e apaixonado por games desde seu primeiro contato com Duck Hunt e Ice Climbers do nintendinho em 2002. Fanático por Pokémon e admirador de diversas franquias, reúne seu tempo livre para escrever e tentar colocar as matérias da faculdade em dia.

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