A Activision acaba de revelar o trailer do novo Call of Duty: Modern Warfare 4, além de confirmar o lançamento para 23 de outubro. A confirmação da versão de Switch 2 marca o retorno oficial da série às plataformas Nintendo após 13 anos.
Modern Warfare 4 está sendo desenvolvido pela Infinity Ward e o estúdio promete ser uma nova referência técnica para a série. A campanha adota uma trama mais séria e sombria, narrando o desdobramento de uma guerra iniciada por uma ataque da Coreia do Norte à Península Coreana, além de levar o jogador para combates em outros territórios ao redor do mundo.
No multiplayer, o jogo introduz o modo de extração DMZ, que exige uma abordagem mais tática para infiltrações e combate. Esse modo será revelando completamente no dia 7 de junho. O jogo também terá suporte a cross-play entre plataformas.
Mais sobre Call of Duty: Modern Warfare 4:
A guerra irrompe na Península Coreana quando a Coreia do Norte lança uma invasão em larga escala que ameaça desestabilizar o mundo em Call of Duty: Modern Warfare 4. Um jovem esquadrão de soldados sul-coreanos luta para sobreviver nas linhas de frente em colapso, enquanto do outro lado do mundo um vingativo Capitão Price trava uma guerra pessoal nas sombras, mantendo-se um passo à frente daqueles que o caçam. À medida que a missão clandestina de Price colide com as forças por trás da invasão, a guerra se espalha além do controle de qualquer um.
Desenvolvido pela Infinity Ward, Modern Warfare 4 leva a série a territórios mais sombrios e perigosos, onde consequência e escalada trazem enredos de longa duração a um ponto de ruptura poderoso e emocional. A campanha coloca os jogadores em trincheiras na Coreia, combates corpo a corpo em Nova York, perseguições eletrizantes por Paris, incursões noturnas da SAS em Mumbai e assaltos em larga escala para retomar territórios ocupados. O multiplayer oferece um combate preciso e realista, onde movimento fluido, escolha do jogador e maior controle definem cada engajamento. No modo DMZ, os jogadores operam como agentes clandestinos atrás das linhas inimigas, onde cada incursão em território contestado força escolhas difíceis sobre quais objetivos perseguir, o que garantir e quando sair.
