Jogatina de FDS #57: o que estamos jogando

Confira o que a equipe do Nintendo Blast está jogando neste final de semana.

em 08/05/2026

Sem saber o que jogar no fim de semana? Então vem com a gente! Toda sexta-feira, a equipe do Nintendo Blast compartilha os games que pretende curtir, além de algumas curiosidades sobre nossos gostos gamers. Depois de uma semana corrida, nada melhor do que relaxar e aproveitar aquele título que tá na fila, não é?

Não importa a plataforma ou o gênero, a única regra aqui é se divertir! E, claro, você também pode entrar na conversa e dar seus pitacos. Afinal, jogatina boa é aquela que a gente compartilha!

Leandro Alves

Entre dor no ombro, caos espacial e espadadas épicas, a semana provou que descansar e jogar nem sempre andam de mãos dadas.


Ainda com o ombro inflamado e algumas dores, mas felizmente melhor do que antes. Nesta semana, deixei Fire Emblem de lado mais uma vez para focar em dois games bem diferentes: Sektori e Final Fantasy VII Rebirth (demo). Enquanto um aposta no caos simples, exigindo reflexos rápidos e aprendizado constante, o outro chama atenção pela exploração, pela narrativa envolvente e por combates bem mais refinados que os de seu antecessor.

Sektori trouxe uma sensação nostálgica imediata. Depois de muitos anos, revisitei aquele estilo arcade direto e viciante que marcou época, algo que me fez lembrar dos velhos fliperamas e de uma fase mais simples da vida. É um jogo que cobra dedicação, atenção total e vontade de aprender com cada erro para avançar e sobreviver por mais tempo.

Já Final Fantasy VII Rebirth mostra, ao menos nesse primeiro contato, uma evolução clara em praticamente todos os aspectos. O mapa parece amplo o bastante para render boas explorações, as batalhas estão mais dinâmicas do que nunca e já deu pra sentir que o game completo vai render muitas horas entre missões, farm de experiência e busca por itens. Outro detalhe que me agradou foi a presença de um sistema de craft, algo que sempre adiciona uma camada extra de envolvimento para mim.

No mais, sigo torcendo para que o ombro melhore logo, porque vontade de aproveitar esses e outros joguinhos não falta!

Alberto Canen

Do a barrel roll!

Empolgado com o Star Fox Direct, tive que me contentar com a versão de Nintendo 64 do Nintendo Switch Online. Por sinal, o jogo vale a pena até hoje; não é à toa que a versão planejada para o Switch 2 será um remake. Joguei algumas fases e matei a vontade de dar alguns barrel rolls.

Mas o título ao qual estou mais dedicado esta semana é Mullet Madjack. Esse indie brasileiro mistura Duke Nukem com roguelite e traz um visual Cyberpunk retrô super descolado, inspirado nos animes dos anos 80 e 90. A história se passa em 2095, num futuro em que a humanidade é viciada em dopamina e você morre se ficar mais de 10 segundos sem uma dose. Cada abate reseta o cronômetro, te obrigando a ser extremamente rápido e agressivo — o puro suco do gênero boomer shooter.

Isso já seria bom por si só, mas o jogo ainda conta com vozes de mitos da dublagem brasileira — Luiz Feier Motta, Guilherme Briggs, Isabel de Sá, Gilberto Baroli, Hermes Baroli e Letícia Quinto —, o que deixa cada etapa da jogatina ainda mais divertida. O pessoal da Epopeia Games está de parabéns, e eu acho que esse game merece até um episódio no nosso podcast!

E você, querido leitor, o que pretende jogar no FDS?
Revisão: Mariana Marçal
Siga o Blast nas Redes Sociais
Leandro Alves
Leandro Alves é designer gráfico formado e especialista em Design Estratégico pela Unicarioca, além de UX Designer com formação pela ESPM e pela escola britânica Design Institute. Diretor Geral, Diretor Editorial e Diretor de Arte das revistas GameBlast e Nintendo Blast, iniciou sua paixão por videogames com The Legend of Zelda: A Link to the Past. Fã da Nintendo, mas sem esconder sua admiração pelo PlayStation, tem como séries favoritas Kingdom Hearts, Pokémon, Splatoon, The Last of Us, Uncharted e Xenoblade Chronicles. Está no Instagram e Twitter.
Este texto não representa a opinião do Nintendo Blast. Somos uma comunidade de gamers aberta às visões e experiências de cada autor. Você pode compartilhar este conteúdo creditando o autor e veículo original (BY-SA 4.0).