Sem saber o que jogar no fim de semana? Então vem com a gente! Toda sexta-feira, a equipe do Nintendo Blast compartilha os games que pretende curtir, além de algumas curiosidades sobre nossos gostos gamers. Depois de uma semana corrida, nada melhor do que relaxar e aproveitar aquele título que tá na fila, não é?
Não importa a plataforma ou o gênero, a única regra aqui é se divertir! E, claro, você também pode entrar na conversa e dar seus pitacos. Afinal, jogatina boa é aquela que a gente compartilha!
Leandro Alves
Entre dor no ombro, caos espacial e espadadas épicas, a semana provou que descansar e jogar nem sempre andam de mãos dadas.
Ainda com o ombro inflamado e algumas dores, mas felizmente melhor do que antes. Nesta semana, deixei Fire Emblem de lado mais uma vez para focar em dois games bem diferentes: Sektori e Final Fantasy VII Rebirth (demo). Enquanto um aposta no caos simples, exigindo reflexos rápidos e aprendizado constante, o outro chama atenção pela exploração, pela narrativa envolvente e por combates bem mais refinados que os de seu antecessor.
Sektori trouxe uma sensação nostálgica imediata. Depois de muitos anos, revisitei aquele estilo arcade direto e viciante que marcou época, algo que me fez lembrar dos velhos fliperamas e de uma fase mais simples da vida. É um jogo que cobra dedicação, atenção total e vontade de aprender com cada erro para avançar e sobreviver por mais tempo.
Já Final Fantasy VII Rebirth mostra, ao menos nesse primeiro contato, uma evolução clara em praticamente todos os aspectos. O mapa parece amplo o bastante para render boas explorações, as batalhas estão mais dinâmicas do que nunca e já deu pra sentir que o game completo vai render muitas horas entre missões, farm de experiência e busca por itens. Outro detalhe que me agradou foi a presença de um sistema de craft, algo que sempre adiciona uma camada extra de envolvimento para mim.
No mais, sigo torcendo para que o ombro melhore logo, porque vontade de aproveitar esses e outros joguinhos não falta!
Do a barrel roll!
Empolgado com o Star Fox Direct, tive que me contentar com a versão de Nintendo 64 do Nintendo Switch Online. Por sinal, o jogo vale a pena até hoje; não é à toa que a versão planejada para o Switch 2 será um remake. Joguei algumas fases e matei a vontade de dar alguns barrel rolls.Mas o título ao qual estou mais dedicado esta semana é Mullet Madjack. Esse indie brasileiro mistura Duke Nukem com roguelite e traz um visual Cyberpunk retrô super descolado, inspirado nos animes dos anos 80 e 90. A história se passa em 2095, num futuro em que a humanidade é viciada em dopamina e você morre se ficar mais de 10 segundos sem uma dose. Cada abate reseta o cronômetro, te obrigando a ser extremamente rápido e agressivo — o puro suco do gênero boomer shooter.
Isso já seria bom por si só, mas o jogo ainda conta com vozes de mitos da dublagem brasileira — Luiz Feier Motta, Guilherme Briggs, Isabel de Sá, Gilberto Baroli, Hermes Baroli e Letícia Quinto —, o que deixa cada etapa da jogatina ainda mais divertida. O pessoal da Epopeia Games está de parabéns, e eu acho que esse game merece até um episódio no nosso podcast!




