Não importa a plataforma ou o gênero, a única regra aqui é se divertir! E, claro, você também pode entrar na conversa e dar seus pitacos. Afinal, jogatina boa é aquela que a gente compartilha!
Leandro Alves
Mesmo em meio à mudança, sempre há tempo para revisitar os mundos mágicos de Sora e Riku.
Estou de mudança e, com isso, tenho menos tempo, além de dores e muita coisa para fazer. Mesmo assim, consegui avançar um pouco mais em Kingdom Hearts 3D: Dream Drop Distance, matando a saudade dessa aventura.Os efeitos em 3D continuam bem legais por aqui. Eu já havia esquecido como era divertido jogar essa versão. Outra coisa da qual não me lembrava tão bem eram os Links com os Dream Eaters. Com Sora, utilizamos os próprios espíritos para atacar os inimigos, enquanto com Riku existe uma espécie de fusão, deixando os combos bem impactantes e divertidos de executar.
Como havia dito anteriormente, os mundos de Kingdom Hearts: Dream Drop Distance são sensacionais. Estou me divertindo muito e ainda fico ansioso para chegar aos próximos mundos, ao mesmo tempo que não quero sair do atual. Coisa de fã mesmo.
Vamos lá, Square! Faça um fã feliz e lance a coletânea inteira no Nintendo Switch 2. Nada melhor do que jogar Kingdom Hearts sem estar preso à internet ou a uma TV, não é?
Vitor Tibério
Controlando 101 personagens.
Depois de alguns meses (praticamente os seis de 2026) jogando apenas nas plataformas concorrentes, PS5 e Xbox Series S, finalmente voltei a jogar em uma plataforma da Nintendo mas com um toque retrô. Já tem um bom tempo que decidi que jogaria todas as minhas pendências do Wii U, e agora resolvi testar um jogo que estava lacrado por aqui há alguns anos: The Wonderful 101.Na parte visual, eu já achava que o jogo não era grande coisa desde 2013, quando foi lançado, mas algo perfeitamente relevável se as mecânicas de jogo forem boas o suficiente. Não joguei muito dele ainda, porém até agora minha impressão é que The Wonderful 101 não se esforça muito para explicar suas mecânicas de batalha, justamente sua parte principal, e isso frustra.
Como alguns amigos enxergam valor no jogo e falam muito bem dele, vou insistir mais, embora talvez seja melhor buscar algum conteúdo na internet que explique para iniciantes mais do que o próprio jogo.
Alberto Canen
Mixtape é um jogo?
Terminei o controverso "não-jogo" com forte inspiração nos filmes clássicos adolescentes dos Estados Unidos. Os três personagens principais estão naquele momento de transição para a vida adulta e o jogo nos leva a um passeio por suas lembranças — as divertidas, as ruins e umas bem viajadas —, tudo embalado por uma trilha sonora excelente. Dá para ter a sensação de estar "jogando um clipe" em muitos momentos. Gostei bastante da seleção: bandas que eu já conhecia, como The Smashing Pumpkins e The Cure, dividem espaço com ótimas descobertas, como Siouxsie and the Banshees e Joy Division.Quanto ao estilo de gameplay, entendo as críticas — apesar de alguns exagerarem ao dizer que "não é um jogo". O que acontece é uma proposta diferente, com pouca interação, que chega a ser opcional, já que a narrativa progride mesmo se você não fizer nada. Mas não recomendo apenas olhar: os momentos de jogatina são muito divertidos. Andar de skate sem riscos, voar fazendo cambalhotas ou correr pelos cenários como se fosse um parkour, mesmo sem a pressão de pontuar ou vencer um obstáculo, é puro entretenimento. É bom que a indústria traga propostas distintas. Não é um título para agradar a todos, mas é, sem dúvidas, um jogo!
Igor Poty
Sempre há tempo para revisitar Ivalice.
Se fosse para ranquear meus Final Fantasy favoritos, Tactics certamente ocuparia uma das primeiras posições. Por isso, passar o fim de semana com Final Fantasy Tactics – The Ivalice Chronicles é uma oportunidade perfeita para retornar a uma das histórias mais marcantes de toda a franquia.Entre intrigas políticas e disputas familiares, a jornada de Ramza Beoulve continua tão envolvente quanto era em seu lançamento original. No entanto, para mim, o grande destaque desta nova versão está na reformulação do sistema de combate. A preparação para as batalhas ficou muito mais intuitiva, refinando o que já era excelente sem perder a essência que transformou este título num clássico.
E você, querido leitor, o que pretende jogar no FDS?
Revisão: Alessandra Ribeiro








