Jogatina de FDS #72: o que estamos jogando

Confira o que a equipe do Nintendo Blast está jogando neste fim de semana.

em 21/08/2026

Sem saber o que jogar no fim de semana? Então, vem com a gente! Toda sexta-feira, a equipe do Nintendo Blast compartilha os games que estamos jogando, além de algumas curiosidades sobre nossos gostos gamers. Depois de uma semana corrida, nada melhor do que relaxar e aproveitar aquele título que está na fila, não é?


Não importa a plataforma ou o gênero, a única regra aqui é se divertir! E, claro, você também pode entrar na conversa e dar seus pitacos. Afinal, jogatina boa é aquela que a gente compartilha!

Leandro Alves

Entre partidas com os amigos e uma aventura cheia de nostalgia, a semana foi curta, mas ainda rendeu boas horas de diversão nos games.

Essa semana meu tempo foi super curto, mas ainda consegui aproveitar mais um pouco de Overwatch com os amigos. Continuei testando a nova personagem, D.Mon, e avancei bastante no passe de batalha, que já está quase completo. Agora, é aquela velha história: falta pouco, então a gente joga “só mais uma”... e, quando percebe, já são três da manhã.

Também voltei ao Kingdom Hearts: Dream Drop Distance 3D e estou avançando bem na aventura. É muito divertido revisitar esse título e perceber que ele é ainda melhor do que eu lembrava. As histórias, os mundos e até as Keyblades continuam me conquistando. Acho que essa jogatina vai render boas horas de nostalgia — e, provavelmente, mais uma vontade de jogar outros títulos da série quando terminar.

No fim, mesmo com pouco tempo, foi uma semana com duas experiências bem diferentes. De um lado, partidas rápidas e muita risada com os amigos; do outro, uma aventura cheia de nostalgia e descobertas em um dos universos que mais gosto. Agora só preciso encontrar mais algumas horinhas no fim de semana... porque a lista de jogos não parece nem um pouco interessada em diminuir.

Lucas Neves

Minha jogatina desta semana foi tudo, menos previsível.

Nesta semana acabei dividindo meu tempo entre três jogos bem diferentes. Comecei The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered no Nintendo Switch 2 e estou aproveitando para explorar Cyrodiil com bastante calma. Oblivion é aquele tipo de RPG em que é muito fácil esquecer completamente o objetivo principal porque alguma caverna, missão secundária ou personagem acaba chamando atenção pelo caminho.

Também continuei em Lies of P: Complete Edition, que tem ocupado uma boa parte do meu tempo. O combate continua sendo um dos pontos que mais me prendem, principalmente pela necessidade de aprender o ritmo dos inimigos e acertar as defesas no momento certo, mas a estética do jogo tem pesado tanto quanto. Krat consegue misturar muito bem beleza e decadência, com cenários sombrios e uma direção artística que faz dar vontade de continuar avançando só para descobrir como será a próxima área.

Para completar a mistura, MARVEL ULTIMATE ALLIANCE 3: The Black Order acabou sendo minha opção para algo mais direto e descontraído. Uma das coisas que mais gosto no jogo é justamente a quantidade de personagens disponíveis e a liberdade de montar equipes diferentes, testando combinações e habilidades enquanto avanço pelas fases. É aquele tipo de jogo que funciona muito bem quando quero apenas entrar, enfrentar alguns inimigos e me divertir sem precisar pensar demais.

No fim, acho que essa mistura acabou sendo justamente o que deixou a semana mais divertida. Em um momento, estou andando sem rumo por Cyrodiil, no outro, completamente preso à atmosfera de Krat e, pouco depois, já estou escolhendo qual herói da Marvel vai entrar na equipe. Não existe muita lógica nessa rotação, mas talvez esse seja exatamente o charme: cada jogo entrega uma coisa diferente e sempre tem algum deles combinando com a vontade do momento.

Alberto Canen

“Dark Souls” retrô.

Antes de os jogadores sofrerem com a franquia Souls, havia muitos outros jogos extremamente punitivos. No momento, estou me torturando com o saudoso Super Ghouls 'n Ghosts, que completará 35 anos em outubro. É, o tempo ruge.

É interessante notar que este título é bem diferente dos demais jogos da franquia, que começou nos arcades. Lá, o pulo era simples e era possível atirar para cima. No Super Nintendo, há o pulo duplo, mas atiramos apenas para frente. As fases também são bem distintas, seguindo por um caminho diferente do que a SEGA escolheu para versão do Mega Drive, que é um port direto dos arcades.

Estou jogando no modo normal e imaginando que tipo de pessoa joga nos dois modos mais difíceis. Super Ghouls 'n Ghosts exige reflexos muito reativos, decorar o layout das fases e onde cada inimigo aparece — e não são poucos. Cada morte é um aprendizado e nos deixa mais aptos para vencer a fase. É um pouco injusto, mas ainda assim o jogo é muito bom e vale a pena encarar a missão de levar Sir Arthur ao resgate de sua amada.

E você, querido leitor, o que pretende jogar no FDS?

Revisão: Beatriz Castro
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Leandro Alves
Leandro Alves é designer gráfico formado e especialista em Design Estratégico pela Unicarioca, além de UX Designer com formação pela ESPM e pela escola britânica Design Institute. Diretor Geral, Diretor Editorial e Diretor de Arte das revistas GameBlast e Nintendo Blast, iniciou sua paixão por videogames com The Legend of Zelda: A Link to the Past. Fã da Nintendo, mas sem esconder sua admiração pelo PlayStation, tem como séries favoritas Kingdom Hearts, Pokémon, Fire Emblem, Splatoon, The Last of Us, Uncharted e Xenoblade Chronicles. Está no Instagram e Twitter.
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