O jogador assume o papel do Grande Inquisidor e precisa administrar seu próprio cemitério medieval enquanto ajuda a reconstruir uma cidade tomada por problemas. Como seria de esperar de uma continuação de Graveyard Keeper, a solução para boa parte das tarefas envolve uma relação nada convencional com os mortos.
A aventura permite coletar flora, fauna e restos humanos para fabricar máquinas e automatizar diferentes etapas da produção. Corações, ossos, cérebros e pele, por exemplo, podem ser aproveitados na criação de recursos e equipamentos.
Os mortos-vivos também podem ser transformados em escravos para executar trabalhos. Com a automação baseada em zumbis, é possível delegar tarefas e ampliar a produção enquanto o jogador se concentra em outras atividades. Nunca a frase "trabalhe até morrer" fez tanto sentido...
A sequência ainda adiciona um componente de combate mais destacado. O protagonista pode construir torres e fortificações, fabricar armas e armaduras e treinar seu exército para enfrentar as ameaças que cercam o reino.
Reconstruir para lucrar
Os moradores da cidade precisam de ajuda para reconstruir suas casas, enquanto o jogador pode transformar os problemas locais em oportunidades de negócio. As missões espalhadas pela região ampliam a gameplay e ajudam a desenvolver o local em torno do cemitério.
Como já deu para notar, o game traz um toque de humor sombrio, o que, associado a estética peculiar da série, tornam a administração do cemitério uma experiência muito mais ampla do que a oferecida no antecessor. O trailer de lançamento mostra justamente a combinação pouco ortodoxa que é administrar um negócio medieval, no qual até os mortos precisam bater ponto.
Graveyard Keeper 2 está disponível desde 22 de setembro e ocupa aproximadamente 780 MB (Switch 2) e 1GB (Switch), com suporte aos modos TV, semiportátil e portátil. Uma demo também pode ser baixada para quem desejar testar antes de fazer a compra.
Fonte: Nintendo Everything

