O enredo se passa no Hanwell Mental Institute, um clínica decadente que guarda um passado bem sinistro. No papel de um ex-paciente atormentado por visões bizarras, o jogador precisa explorar o edifício, investigar sua história e descobrir a verdade por trás dos acontecimentos.
A jogabilidade combina exploração em primeira pessoa, investigação dos cenários e resolução de quebra-cabeças. Somente quem tiver muita atenção à ambientação e encontrar as pistas deve conseguir conectar informações para desvendar os mistérios do instituto. O interessante dessa premissa é o investimento em uma atmosfera mais envolvente e opressa, em vez de apelar para sustos baratos.
A experiência também conta com uma trilha sonora inspirada em filmes de terror dos anos 1980 e no trabalho do compositor John Carpenter. Segundo a desenvolvedora, a campanha oferece aproximadamente dez horas de jogo, sem contar os segredos adicionais que podem ser descobertos durante a exploração.
Influências do terror clássico
Asylum foi concebido ao longo de 15 anos de desenvolvimento e reúne referências que vão da literatura de H. P. Lovecraft ao cinema de horror europeu. A ambientação detalhada e o foco narrativo são elementos centrais da experiência, que busca transmitir terror a partir do desconforto de cada descoberta feita pelo jogador.
A chegada ao Switch permite aos donos do console híbrido da Nintendo desfrutarem de uma experiência móvel e até então exclusiva do PC — disponível desde março de 2025. A versão digital já está disponível na eShop para pré-venda por R$ 149,00 e entrega suporte ao português brasileiro, algo fundamental para gerar mais conexão entre o público e a tenebrosa história.
Quem deseja entrar no clima do Halloween, esta pode ser uma boa chance de explorar os corredores sombrios de um manicômio sinistro.
Fontes: Nintendo Insider

