Look Outside chega ao Switch e Switch 2 em 30 de outubro

O RPG de terror da Devolver Digital transforma um prédio residencial em cenário de sobrevivência, com criaturas grotescas e combates por turnos.

em 23/10/2026
O que aconteceria se olhar pela janela fosse suficiente para transformar alguém em um monstro? Essa é a premissa de Look Outside, RPG de terror desenvolvido por Francis Coulombe e publicado pela Devolver Digital, que chegará ao Nintendo Switch e ao Nintendo Switch 2 em 30 de outubro.

O jogo se passa em um único prédio residencial, no qual um fenômeno misterioso transforma em criaturas grotescas qualquer pessoa que olhe para o exterior. Em meio ao caos, o protagonista precisa explorar os corredores e apartamentos em busca de comida, suprimentos e armas para continuar vivo — tudo sem poder dar uma espiadinha sequer na janela.

O apartamento funciona como um refúgio, onde é possível preparar refeições, fabricar ferramentas, jogar videogame e conhecer vizinhos que podem se tornar aliados. Nas suas incursões, será preciso selecionar bem o que levar para casa, já que o inventário deverá ser limitado. Conforme o jogador investiga o que aconteceu com o mundo, suas descobertas ajudam a desvendar o mistério e conduzem a diferentes finais.

Os confrontos acontecem em combates por turnos que levam em conta a distância entre o personagem e os inimigos. Ao todo, o jogo apresenta mais de 150 criaturas desenhadas à mão, além de chefes e personagens bastante peculiares que ajudam a compor a atmosfera perturbadora.

Com duração estimada de 10 a 12 horas, Look Outside aposta no terror corporal, na administração de recursos e em situações imprevisíveis para construir uma experiência de sobrevivência pouco convencional. Não sei vocês, mas aqui a expectativa que nem existia subiu bastante.

Fonte: Gematsu

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Alveni Lisboa
Jornalista com passagens pela Revista Nintendo World e site Canaltech. Atua com jornalismo de games desde 2009, época em que escrever sobre videogame ainda era uma ótima desculpa para passar horas jogando e chamar isso de trabalho. Fã de carteirinha desde o SNES, passei por todos os videogames da gigante nipônica até os dias atuais.