No, I’m Not a Human será lançado no Nintendo Switch em 2027

O terror psicológico coloca os jogadores em um mundo à beira do fim, no qual é preciso identificar visitantes antes de deixá-los entrar em casa.

em 20/10/2026
No, I’m Not a Human será lançado para Nintendo Switch em 2027. A Critical Reflex e a desenvolvedora Trioskaz anunciaram a chegada do jogo de terror psicológico ao console da Nintendo, ampliando as plataformas que receberão a experiência de paranoia e sobrevivência.

A aventura se passa em um mundo devastado por uma catástrofe solar. Durante o dia, o calor extremo torna o exterior praticamente inabitável; à noite, porém, surgem os Visitantes, criaturas que se parecem com seres humanos e representam uma ameaça para os sobreviventes. A principal mecânica de No, I’m Not a Human gira em torno de decidir quem pode entrar em casa. 

Pessoas desconhecidas aparecem à porta em busca de abrigo, e cabe ao jogador investigar cada visitante para descobrir se ele é realmente humano. A tarefa exige observar características físicas, ouvir relatos e procurar sinais que denunciem possíveis impostores. Como nem todos os visitantes são ameaças, recusar ajuda indiscriminadamente também pode trazer consequências.

Além de administrar a entrada de novos hóspedes, será necessário lidar com os perigos representados pelos Visitantes que já estão habitando sua casa. Interrogar suspeitos e tomar decisões difíceis faz parte da rotina de quem tenta sobreviver ao fim do mundo.

Assista ao trailer para entender melhor como funciona a premissa do game:

Com uma proposta que mistura terror e desconfiança, o jogo transforma uma situação cotidiana — receber alguém em casa — em uma escolha potencialmente fatal. No, I’m Not a Human ainda não teve uma data exata de lançamento, que deverá ocorrer somente em formato digital via Nintendo eShop.

Fonte: Nintendo Everything

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Alveni Lisboa
Jornalista com passagens pela Revista Nintendo World e site Canaltech. Atua com jornalismo de games desde 2009, época em que escrever sobre videogame ainda era uma ótima desculpa para passar horas jogando e chamar isso de trabalho. Fã de carteirinha desde o SNES, passei por todos os videogames da gigante nipônica até os dias atuais.