Blast from the Past

Blast from the Past: Prince of Persia: The Sands of Time (GC)

Lançado em 2003 Prince of Persia: The Sands of Time é a continuação do bem sucedido jogo Prince of Persia , criado por Jordan Mechner em 1... (por Alex Sansil em 17/05/2010, via Nintendo Blast)

Prince_of_Persia__The_Sands_of_Time Lançado em 2003 Prince of Persia: The Sands of Time é a continuação do bem sucedido jogo Prince of Persia, criado por Jordan Mechner em 1989, um clássico instantâneo dos PCs.  Uma versão feita em 1999 chamada Prince of Persia 3D, falhou miseravelmente, sendo massacrado pela crítica e pelos jogadores, em transportar toda a jogabilidade e a mecânica do clássico 2D para uma geração 3D.

Quando a Ubisoft lançou o jogo, ele recebeu versões para todos os consoles da época, primeiro o PlayStation 2 e mais tarde para Nintendo GameCube, Xbox e PC, ganhando também conversões em 2D para Game Boy Advance e celular. Muito elogiado pelo design visual e pela qualidade dos movimentos, respostas aos comandos

  • Há muito tempo atrás, numa terra muito distante e cheia de areia

A história é típica de um conto de 1001 Noites. O Rei da Pérsia e seu pai, Sharaman, acabam de invadir e dominar o palácio de Maharaja, com a ajuda do Vizier, um subordinado do Maharaja. Durante a batalha, o jovem Príncipe acaba achando a Adaga do Tempo e a Ampulheta, que permitem ao usuário destes itens, voltar ao tempo. Enganado pelo Vizier, você acaba quebrando a Ampulheta e espalhando as Areias do Tempo pelo castelo do rei Azad. Os únicos que conseguem sobreviver ao poder das areias são você, Farah, a princesa sequestrada e o vilão da história, o Vizier. Todos os outros foram transformados em criaturas. Agora cabe ao Príncipe, limpar o castelo, salvar a princesa sequestrada que foi oferecida ao Vizier e enfrentar o vilão.

  • Visual de encher os olhos

The Sands of Time foi elogiado pelo seu visual apresentado, por suas mecânicas de jogabilidade equilibradas e pelo seu enredo intrigante, você deve ou não confiar na princesa sequestrada? Existe aquela tensão entre os protagonistas e o visual do jogo mostra bastante isso, como detalhes nas feições, movimentos bem realizados pelas animações, os cenários convencem pela sua semelhança ao estilo da época e do local.

Além dos movimentos clássicos de atacar, defender, pular, rolar, escalar, se pendurar em barras e plataformas, o personagem também é capaz de empurrar objetos e um movimento até então inédito, correr pelas paredes, algo que adiciona bastante estilo ao jogo não só pelo efeito visual de ver o príncipe subindo pelas paredes, mas também por incrementar possibilidades na execução dos quebra-cabeças. Isso sem falar na possibilidade de voltar no tempo com a ajuda da adaga, algo que não é tão freqüente já que é uma habilidade limitada, sendo necessário sempre coletar Sand Tanks.

O jogo não se prende nos combates, mas sim na exploração. Ficando numa rotina  de exploração, puzzle, exploração, puzzle, combate, puzzle, exploração, puzzle, puzzle, combate. Uma rotina que não cansa, mas mantêm o interesse no jogo.

  • Fez sucesso?

O sucesso do jogo resultou na produção e lançamento de duas sequências: Prince of Persia: Warrior Within, em 2004 e em 2005, Prince of Persia: The Two Thrones (ou Rival Swords lançado para o Wii em 2007) e uma tentativa de renovação com novos gráficos, um novo príncipe e uma história diferente, que não foi muito bem aceita pelos jogadores, no começo 2008 com o simples nome Prince of Persia, para PC, Xbox 360 e PS3. Para este ano está marcado o lançamento de um filme baseado nas aventuras do Príncipe e sua Adaga mágica, no papel do herói está Jake Gyllenhaal, a princesa raptada Tamina, é a britânica Gemma Arterton e o papel do vilão, vizir Nizam, ficou com o ótimo Ben Kingsley. A direção está nas mãos de Mike Newell, de filmes como “O amor nos tempos do cólera” e “Harry Potter e o Cálice de Fogo”, a produção é Jerry Bruckheimer, o mesmo da franquia “Piratas do Caribe”.

 

Foto Prince of Persia- The Sands of Time Prince_of_Persia_The_Sands_of_Time_B01 prince-of-persia-the-sands-of-time-character-art prince-of-persia02

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Comentários

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  1. Esse jogo foi uma enorme (e grata) surpresa em 2003.
    Ao lado de Beyond Good & Evil (lamentavelmente marginalizado), a Ubisoft fez um excelente Natal para os jogadores fãs de aventura.

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  2. Apesar de ter tido grandes games, o gameCube foi o maior fracasso da Nintendo, depois do Virtual Boy.

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  3. Esse jogo é muito bom mesmo!!! Um dos melhores do Game Cube com certeza!!!

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