Nintendo fica em quarto lugar em ranking do Metacritic de melhores publicadoras de 2018

Empresa caiu duas posições em relação a 2017, mas ainda assim teve jogos de destaque, como Bayonetta 2 e Super Smash Bros. Ultimate.


Pelo nono ano consecutivo, o Metacritic — site que agrega análises de produtos de entretenimento, entre eles jogos — divulgou sua lista anual das melhores publicadoras de games. O levantamento de 2018, revelado nessa terça-feira (29), leva em consideração as notas que os críticos deram aos títulos lançados pelas empresas durante todo o ano passado. Na relação das maiores companhias, a Nintendo alcançou o quarto lugar do ranking.


Os títulos da Big N tiveram uma média geral de 76,4  pontos de um total de 100. Na comparação com 2017, a desenvolvedora japonesa teve 1,6 ponto a menos, o que provocou uma queda da segunda colocação. Segundo o Metacritic, apesar desse resultado levemente negativo, o ano também contou com dois jogos publicados pela empresa que ultrapassaram os 90 pontos no conjunto de todas as análises: Super Smash Bros. Ultimate (Switch) e Bayonetta 2 (Switch).

Além disso, Nintendo Labo (Switch) e Octopath Traveler (Switch), duas novas IPs, foram bem recebidas pela crítica, com 77 e 83 pontos, respectivamente. Levando em consideração os votos dos fãs, Bayonetta + Bayonetta 2, Donkey Kong Country: Tropical Freeze (Switch) e Octopath Traveler levaram a melhor, com 8,7 pontos cada. Já o jogo com os piores reviews foi Kirby Battle Royale (3DS), cuja média de pontuação ficou em 57 de 100.

O Metacritic também revelou uma curiosidade: com 30 títulos, a Nintendo foi a empresa que mais publicou jogos no ano passado, empatando somente coma Sega.

Confira abaixo a lista divulgada das 13 melhores publicadoras de games. Para mais detalhes sobre o critérios de classificação, acesse a página do Metacritic.
Fonte: Metacritic

Jornalista, analista de mídias e entusiasta de games desde que jogou Pokémon Azul no Game Boy Color nos anos 90. De lá para cá, tenta aproveitar ao máximo todos os consoles no pouco tempo que a vida adulta permite. Se não está escrevendo para o Blast ou demorando anos para zerar um jogo, está no Facebook. Outras mídias sociais só quando criar coragem.

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