Jogatina de FDS #42: o que estamos jogando

Confira o que a equipe Nintendo Blast está jogando neste final de semana.

em 23/01/2026

Sem saber o que jogar no fim de semana? Então, vem com a gente! Toda sexta-feira, a equipe do Nintendo Blast compartilha os jogos que pretende curtir, além de algumas curiosidades sobre nossos gostos gamers. Depois de uma semana corrida, nada melhor do que relaxar e aproveitar aquele título que tá na fila, não é?


Não importa a plataforma ou o gênero, a única regra aqui é se divertir! E, claro, você também pode entrar na conversa e dar seus pitacos. Afinal, jogatina boa é aquela que a gente compartilha!

Leandro Alves

Entre setores, combates intensos e emoções à flor da pele, Final Fantasy VII REMAKE Intergrade mostra por que Midgar continua inesquecível.

A jogatina deste e dos últimos finais de semana foi totalmente dedicada à imponente cidade de metal de Midgar. Perambulei de um setor a outro em Final Fantasy VII REMAKE Intergrade, explorando cada canto dessa releitura moderna de um clássico absoluto — e já adianto: não percam a minha análise completa. O jogo apresenta um desenvolvimento muito consistente, tanto no crescimento dos personagens quanto no aprofundamento de suas personalidades, sentimentos e conflitos diante de tudo o que acontece ao longo da campanha.

Mesmo se passando inteiramente dentro de Midgar, a Square Enix conseguiu construir uma narrativa sólida, envolvente e extremamente satisfatória, provando que não é necessário mudar de cenário para manter a história interessante. As batalhas são um dos grandes destaques da experiência: dinâmicas, estratégicas e cheias de impacto, mostram uma clara evolução do sistema original e uma forte inspiração em Kingdom Hearts, mas com identidade própria e muito bem aplicada ao universo de Final Fantasy VII.

Fiz todas as missões secundárias que surgiram pelo caminho — algumas mais simples e até bobas, outras bem interessantes, e algumas mais longas, que exigiram investigação, atenção aos detalhes e bastante exploração dos cenários. Esse cuidado ajuda a expandir o mundo e a fortalecer a conexão com os personagens. A campanha é emocionalmente carregada e madura, colocando os protagonistas frente às consequências de suas próprias escolhas, algo que reverbera ao longo de toda a jornada. Não vou entrar em detalhes para evitar spoilers, mas posso dizer que a experiência entrega momentos marcantes e reforça o peso narrativo que consagrou Final Fantasy VII como um dos jogos mais importantes da história.

Rafa Ribeiro

Comecei Metroid Prime 4: Beyond como desafio pessoal e terminei as primeiras horas já querendo jogar mais.

A minha jogatina em Metroid Prime 4: Beyond virou quase um desafio pessoal comigo mesmo. Confesso: nunca fui exatamente fã da franquia Metroid. Já tentei jogar alguns títulos disponíveis no catálogo do Switch Online e acabei abandonando pelo caminho. Mas dessa vez decidi fazer diferente. Eu me comprometi a ir até o fim com o mais novo capítulo da série, agora no Nintendo Switch 2.

E a primeira grande surpresa veio logo nos controles. O modo mouse me pegou completamente desprevenido — no melhor sentido possível. Vi muita gente comentando que sentiram uma falta de precisão e desconforto ao jogar assim, mas a minha experiência tem sido o oposto. A mira ficou muito mais natural do que usando o Joy-Con de forma tradicional, especialmente nos combates mais intensos. É o tipo de mudança que transforma a sensação de jogar.

Será que Metroid Prime 4: Beyond vai finalmente me transformar em fã da Samus? Ainda é cedo pra dizer… mas o começo do game é, sem dúvida, muito empolgante.

Alyssa Sayuri (hieeeAlyssa)

Tive minha estreia em mais uma franquia… dessa vez no cozy Animal Crossing!

Confesso que sempre “fugi” um pouco dos games fazendinha, mas não por falta de interesse... pelo contrário, sempre tive muito interesse. Mas por conta da rotina corrida e por saber que é necessário horas consideráveis de dedicação, estava adiando esse momento. Mas veio aí! Junto com a atualização 3.0 com as novidades e edição de Switch 2, veio também o meu debut na franquia. A primeira gameplay foi em live com o chat que já tem experiência na construção da ilha, então foi bem divertido! Além de uma chuva de informações e doação de recursos (agradeço) eu consegui entender de cara a grandiosidade de Animal Crossing.

Confesso que não sou muito acostumada com cozy games, em geral acabo jogando sempre algo mais caótico (competitivos leves, terror, batalhas de turno, etc), então achei beeem cozy! Não que isso seja um problema... na verdade estava procurando um jogo tranquilo para momentos mais relaxantes como jogar antes de dormir ou quando eu quiser mesmo algo bem reconfortante! Mas notei que para algumas coisas me falta um pouco de paciência para esperar… preciso trabalhar isso (tipo plantar árvore e esperar uns dias para esperar crescer, rs). Mas essa é a premissa do jogo e entendi que é o que deixa ele encantador e é exatamente isso que conecta as pessoas! O mais próximo que joguei disso foi Minecraft, onde tive um pouco da experiência de dedicação de um longo tempo para construir/farmar coisas.

Estou apenas no começo da ilha e tenho um loooongo caminho pela frente! Estou animada pra ver como estará meu progresso no fim do ano!!

E você, querido leitor, o que pretende jogar no FDS?
Revisão: Beatriz Castro
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Leandro Alves
Leandro Alves é designer gráfico formado e especialista em Design Estratégico pela Unicarioca, além de UX Designer com formação pela ESPM e pela escola britânica Design Institute. Diretor Geral, Diretor Editorial e Diretor de Arte das revistas GameBlast e Nintendo Blast, iniciou sua paixão por videogames com The Legend of Zelda: A Link to the Past. Fã da Nintendo, mas sem esconder sua admiração pelo PlayStation, tem como séries favoritas Kingdom Hearts, Pokémon, Splatoon, The Last of Us, Uncharted e Xenoblade Chronicles. Está no Instagram e Twitter.
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