Sem saber o que jogar no fim de semana? Então vem com a gente! Toda sexta-feira, a equipe do Nintendo Blast compartilha os games que pretende curtir, além de algumas curiosidades sobre nossos gostos gamers. Depois de uma semana corrida, nada melhor do que relaxar e aproveitar aquele título que tá na fila, não é?
Não importa a plataforma ou o gênero, a única regra aqui é se divertir! E, claro, você também pode entrar na conversa e dar seus pitacos. Afinal, jogatina boa é aquela que a gente compartilha!
Leandro Alves
Entre encontros marcantes e revisitas nostálgicas, uma jornada pela magia de Final Fantasy e os conflitos de Fire Emblem: Three Houses ganha novos significados.
Depois de conhecer Yoshitaka Amano esta semana e ter a chance de entrevistá-lo, bateu aquela vontade inevitável de revisitar a franquia Final Fantasy. Depois de uma quase “overdose” de Final Fantasy VII Remake Intergrade, voltei para Final Fantasy XV Royal Edition só para sentir novamente a magia que a série proporciona. E, claro, acabei retornando — pela quadragésima vez, talvez — a Final Fantasy Tactics A2: Grimoire of the Rift, um dos meus jogos favoritos da vida.
Além da fantasia, segui mergulhando fundo em Fire Emblem: Three Houses, na rota de Claude. Estou chegando ao fim da primeira parte, White Clouds, e é justamente aí que as coisas começam a desandar — quem já jogou sabe bem. Não vou me aprofundar muito porque estou preparando uma matéria especial, com spoilers, dividida em partes que serão publicadas mensalmente na revista Nintendo Blast. Espero que curtam!
Além da fantasia, segui mergulhando fundo em Fire Emblem: Three Houses, na rota de Claude. Estou chegando ao fim da primeira parte, White Clouds, e é justamente aí que as coisas começam a desandar — quem já jogou sabe bem. Não vou me aprofundar muito porque estou preparando uma matéria especial, com spoilers, dividida em partes que serão publicadas mensalmente na revista Nintendo Blast. Espero que curtam!
Finalizando um clássico do SNES reimaginado no Switch.
Nessa última semana, terminei a jornada de Mario, Mallow, Geno, Bowser e Peach em Super Mario RPG, no Switch. Como comentei na semana passada, eu havia jogado o título inteiro em 2023, quando o remake foi lançado, e não cheguei a finalizar a versão original. De lá para cá, já tinha esquecido muitos detalhes que adicionam no charme da aventura: as novas cutscenes, as mecânicas de batalha e, principalmente, a interação entre os personagens. Particularmente, a forma como Bowser se comporta e age ao longo do jogo é muito divertida, e acredito que Super Mario RPG foi essencial para moldar a personalidade mais atrapalhada e cômica do rei dos Koopas (que seria especialmente explorada nos RPGs seguintes, como na série Paper Mario e Mario & Luigi).
E falando em Paper Mario, fica uma curiosidade: inicialmente, o primeiro título da série (lançado no Nintendo 64) seria uma sequência direta de Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars, mas a aventura de papel acabou tomando seu próprio rumo. Quem sabe, para relembrar a nostalgia do título, eu acabe rejogando o primeiro Paper Mario no app Nintendo Classics do Switch... Conto para vocês em breve!
E falando em Paper Mario, fica uma curiosidade: inicialmente, o primeiro título da série (lançado no Nintendo 64) seria uma sequência direta de Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars, mas a aventura de papel acabou tomando seu próprio rumo. Quem sabe, para relembrar a nostalgia do título, eu acabe rejogando o primeiro Paper Mario no app Nintendo Classics do Switch... Conto para vocês em breve!
Alecsander “Alec” Oliveira
Sendo pai de robô.
Decidi embarcar na mais recente aventura da Capcom com Pragmata, e após cerca de quatro horas de jogo, posso afirmar que a empresa mantém sua reputação de qualidade em suas produções recentes. Em sua essência, é a Capcom fazendo o que ela faz de melhor: entregar uma mecânica de ação básica e aprimorá-la gradualmente, acompanhando o aprendizado do jogador.Fiquei impressionado com o aspecto exploratório do jogo, que é bastante centrado em plataformas e observação do cenário, apesar de sua linearidade. É praticamente uma combinação de souls-like com metroidvania, incorporando elementos desses subgêneros (sem se aprofundar ao ponto de ser algum deles) em um shooter, com a marca registrada da casa Mega Man em o quão satisfatório é o momento a momento da ação.
E claro, a relação com a pequena Diana é um elemento à parte. O minigame de hacking é divertido por si só, porém interagir com uma menina-robô que está descobrindo o mundo é a cereja do bolo. Saber o que ela é e o porquê está ali é minha principal curiosidade em Pragmata, e vou continuar jogando para descobrir isso.






