Jogatina de FDS #63: o que estamos jogando

Confira o que a equipe do Nintendo Blast está jogando neste final de semana.

em 19/06/2026

Sem saber o que jogar no fim de semana? Então vem com a gente! Toda sexta-feira, a equipe do Nintendo Blast compartilha os games que pretende curtir, além de algumas curiosidades sobre nossos gostos gamers. Depois de uma semana corrida, nada melhor do que relaxar e aproveitar aquele título que está na fila, não é?


Não importa a plataforma ou o gênero, a única regra aqui é se divertir! E, claro, você também pode entrar na conversa e dar seus pitacos. Afinal, jogatina boa é aquela que a gente compartilha!

Leandro Alves

Entre intrigas políticas e batalhas estratégicas, Three Houses continua brilhando.

A loucura de adoecer do nada, ficar internado achando que era uma coisa e descobrir que era outra resumiu bem a minha semana. Ainda em recuperação, consegui separar um tempinho para continuar minha jogatina de Fire Emblem: Three Houses, seguindo a rota do Claude. Estou rejogando o game por conta do hype por Fire Emblem: Fortune's Weave, obviamente.

Mas vou te dizer: como eu gosto dessa franquia, e principalmente desta edição! Para mim, Three Houses é um dos jogos mais maduros da série, quase um Game of Thrones da Nintendo, com intrigas políticas, econômicas e familiares que, como vocês sabem, às vezes conseguem ser as mais perigosas de todas.

Quem já jogou sabe que a rota da Golden Deer é uma das mais insanas da aventura, se é que posso dizer assim. Não vou soltar spoilers por aqui — caso queira conhecer mais sobre a história, pode acompanhar a série especial que estou escrevendo para a revista ou conferir a primeira parte, que já está disponível no site.

Desta vez, estou levando alguns alunos por caminhos diferentes nas classes e aproveitando melhor o pessoal de Cindered Shadows com as classes adicionais. Também acabei deixando a Lysithea completamente apelona: com duas Hero's Relics equipadas, qualquer coisa que chega perto dela simplesmente vira poeira.

Agora resta aguardar os próximos acontecimentos da campanha. Enquanto isso, sigo tentando recrutar o Ferdinand, mas ele simplesmente se recusa a entrar para minha equipe. Pelo jeito, vou acabar recorrendo ao guia de Fire Emblem: Three Houses + Cindered Shadows do Nintendo Blast para descobrir o que está faltando.

Alberto Canen

Mina a Escavadora.

Por confiar muito no trabalho da Yacht Club Games, que entregou uma obra incrível com Shovel Knight, eu estava ansioso pelo lançamento de Mina the Hollower, que estou jogando no Switch 2. O título resgata a estética de clássicos do Game Boy Color, bebendo diretamente da fonte de joias como The Legend of Zelda: Link's Awakening e Castlevania, mas com a fluidez e o refinamento de design dos jogos modernos.

O combate do jogo está insano. A mecânica de escavar — sem pás dessa vez, apenas como uma habilidade inata da personagem — leva um tempo para ser dominada, mas é extremamente bem-feita e gratificante. Em contrapartida, o nível de dificuldade é alto; o pessoal da desenvolvedora realmente não teve pena do jogador. Ainda assim, o maior desafio reside na resolução dos puzzles e na exploração, que dão bastante trabalho até mesmo para progredir na campanha — quem buscar os 100% vai sofrer sem um guia. Mais uma vez, a recompensa por superar cada obstáculo vale a pena. Este eu recomendo fortemente e certamente estará concorrendo a jogo indie do ano.

Gabriel Andrade

Terror no estilo clássico.

Um jogo que me surpreendeu muito, e vem me surpreendendo sempre que eu continuo a história, é o Crow Country, que simula muito bem o estilo de gameplay e puzzles dos jogos Resident Evil antigos.

Tudo aqui foi inspirado neles e naquela época do PS1: controles de tanque, mira estranha, gráficos borrados e história cheia de reviravoltas. O jogo sempre tenta te pegar desprevenido para te assustar, ou para jogar uma parte da história na sua cara. Só senti falta de uma câmera estática. De resto, é um ótimo jogo, principalmente no Switch.
E você, querido leitor, o que pretende jogar no FDS?
Revisão: Vitor Tibério
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Leandro Alves
Leandro Alves é designer gráfico formado e especialista em Design Estratégico pela Unicarioca, além de UX Designer com formação pela ESPM e pela escola britânica Design Institute. Diretor Geral, Diretor Editorial e Diretor de Arte das revistas GameBlast e Nintendo Blast, iniciou sua paixão por videogames com The Legend of Zelda: A Link to the Past. Fã da Nintendo, mas sem esconder sua admiração pelo PlayStation, tem como séries favoritas Kingdom Hearts, Pokémon, Splatoon, The Last of Us, Uncharted e Xenoblade Chronicles. Está no Instagram e Twitter.
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