Não importa a plataforma ou o gênero, a única regra aqui é se divertir! E, claro, você também pode entrar na conversa e dar seus pitacos. Afinal, jogatina boa é aquela que a gente compartilha!
Leandro Alves
Entre a nostalgia de Kingdom Hearts e as partidas de Overwatch com os amigos, a semana foi de aventura, diversão e algumas boas risadas.
Entre uma aventura pelos mundos da Disney e algumas partidas com os amigos, minha jogatina da semana ficou dividida entre Kingdom Hearts e Overwatch. Depois de tanto tempo, voltar ao primeiro Kingdom Hearts é sempre especial, ainda mais com toda a nostalgia de acompanhar a jornada de Sora, Donald e Pateta. Mesmo com algumas mecânicas que mostram a idade do jogo, revisitar esse clássico é uma ótima oportunidade para relembrar por que gosto tanto da franquia.Já no Overwatch, a proposta é outra: reunir os amigos, dar boas risadas e tentar não transformar cada derrota em uma discussão sobre quem foi o culpado. Entre uma partida e outra, o importante é se divertir, mesmo quando o time parece fazer de tudo para testar nossa paciência. No fim das contas, seja salvando os mundos com Sora ou tentando vencer no multiplayer, a semana foi de boas aventuras e momentos divertidos!
Lucas Henrique
Dark Arisen finalmente está entre nós.
Dragon's Dogma 2: Dark Arisen chegou ao Switch 2 na sua versão definitiva. Eu já gostava muito da versão base, mas é inegável o quanto as atualizações e a expansão melhoraram a experiência do jogo.Poder jogar em um novo mapa com mais inimigos e variações de habilidades e armas é o que todo fã gostaria de ter, porque o combate contra os monstros é o ouro da franquia. A Capcom poderia só ter dado uma maneirada na aleatoriedade dos loots e deixado o transmog de armaduras disponível mais cedo.
Ainda assim, foi uma ótima experiência e, mesmo já tendo acabado, vou passar o fim de semana aproveitando o New Game Plus e o modo difícil.
Alberto Canen
No fundo do poço.
Eu continuo a jogar a coletânea de Super Bomberman Collection, que é um ótimo passatempo. Mas comecei um metroidvania 2D lançado recentemente que está fazendo um certo sucesso: Well Dweller. Nele, controlamos Glimmer, um pequeno pássaro que vive no fundo de um poço em um reino bizarro e distópico. Para piorar as coisas, a rainha desse reino é perversa e tem um fetiche por penas, pois manda os caçadores capturarem todos os pássaros com o intuito de usá-los como adorno em seu vestido real.O jogo apresenta um estilo totalmente desenhado à mão que lembra livros infantis, mas tem um tom bem gótico e melancólico, alternado com momentos bem-humorados e inusitados, além de encontros com criaturas carismáticas que ajudam Glimmer em sua aventura.
Apesar de ser um metroidvania, o título tem pouco backtracking, o que faz com que a exploração não seja cansativa. Além disso, desde a fase inicial do jogo, há a possibilidade de comprar itens que sinalizam pontos de interesse no mapa, o que facilita ainda mais a navegação. Dificilmente alguém irá se perder durante a jogatina.
As mecânicas são fáceis de pegar e, conforme vamos avançando no jogo, novas habilidades vão sendo adquiridas, como ocorre em qualquer jogo do gênero. Os desafios são moderados e não devem frustrar os jogadores novatos, nem entediar os veteranos. O que temos é um título que não inventa moda, faz o básico muito bem feito, e estou gostando bastante.
Lucas Neves
O inferno veio com correntes, o descanso com quatro rodas e a nostalgia com duas espadas.
Boa parte da minha semana no Nintendo Switch 2 ficou com Clive Barker's Hellraiser: Revival, que consegui concluir depois de passar várias horas explorando o Labirinto. Como fã de Hellraiser, o que mais ficou comigo foi a sensação de estar diante de uma adaptação que realmente entende o que torna a franquia tão particular. O Labirinto, os Cenobitas e toda essa mistura de dor, prazer e violência funcionaram de um jeito que me deixou satisfeito por ver esse universo representado sem parecer suavizado ou descaracterizado.The Crew Motorfest também entrou na minha rotação da semana no Nintendo Switch 2 e acabou sendo uma ótima mudança de ritmo depois de tantas horas em Clive Barker's Hellraiser: Revival. Sair do Labirinto para simplesmente pegar um carro e rodar pelas estradas foi quase terapêutico — principalmente depois de passar tantos dias cercado por Cenobitas e criaturas tentando me matar.
Já The Witcher 3: Wild Hunt — Remastered também continuou ocupando uma boa parte do meu tempo nesta semana. Há duas semanas, eu já tinha comentado como revisitar essa aventura no Nintendo Switch 2 estava trazendo de volta várias lembranças de quando joguei a versão original no Switch. Pois bem, Geralt conseguiu me prender de novo. Sempre que entro pensando em fazer só uma missão ou explorar um pouco, acabo ficando muito mais tempo do que pretendia.









