Sem saber o que jogar no fim de semana? Então vem com a gente! Toda sexta-feira, a equipe do Nintendo Blast compartilha os games que está jogando, além de algumas curiosidades sobre nossos gostos gamers. Depois de uma semana corrida, nada melhor do que relaxar e aproveitar aquele título que está na fila, não é?
Não importa a plataforma ou o gênero, a única regra aqui é se divertir! E, claro, você também pode entrar na conversa e dar seus pitacos. Afinal, jogatina boa é aquela que a gente compartilha!
Leandro Alves
Entre nostalgia, exploração e TOC no nível máximo, revisitei cada cantinho de Hyrule e não deixei nem uma Skulltula escapar!
Ahhh, agora sim posso falar! Essas últimas semanas foram simplesmente incríveis! Tive a oportunidade de jogar antecipadamente o remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, e posso dizer que aproveitei cada segundo dessa experiência. Joguei, joguei e joguei! E, claro, daquele meu jeitinho: com TOC ativado, vasculhando cada cantinho de Hyrule em busca de tudo o que pudesse estar escondido. Fui atrás de cada diferença em relação ao original, dos Pedaços de Coração, das Skulltulas Douradas, dos upgrades e de qualquer segredinho que esse jogo refeito do zero pudesse oferecer. Não queria deixar passar absolutamente nada!E o resultado dessa verdadeira maratona? 100% concluído antes mesmo do lançamento! Uma loucura? Sem dúvida! Mas uma daquelas loucuras que a gente faz com um sorriso no rosto e ainda fica querendo mais. É difícil explicar o carinho que tenho por essa aventura, que me acompanha há tantos anos e continua sendo tão especial. Poder revisitar Hyrule dessa maneira, descobrindo novidades e revivendo momentos tão marcantes, foi uma experiência maravilhosa.
Obrigado, Nintendo, por tanto carinho com um título tão amado por tantas pessoas. E agora me deem licença, preciso descansar… porque salvar Hyrule com 100% de conclusão dá trabalho!
Alberto Canen
Romantização da vida no campo.
Esta semana experimentei o jogo de puzzle e estratégia Dorfromantik. Ele é provavelmente um dos títulos mais relaxantes que o console tem em sua vasta biblioteca. A ideia é bem simples: encaixar peças hexagonais até criar um mapa vasto e variado. São peças de florestas, rios, trilhos de trem, casas, campos de cultivo, entre outras. Conforme os encaixes são feitos, a pontuação vai aumentando. Algumas peças trazem missões pontuais, como conectar dez árvores ou quatro casas em um determinado terreno, o que gera pontuação extra.É um jogo sem contagem de tempo, inimigos ou pressão para ser rápido. A trilha sonora é calma e melódica, o que ajuda ainda mais na sensação de relaxamento. É bem simples, mas vale pelas boas horas de jogatina tentando melhorar a própria pontuação, além de transformar o mapa em uma paisagem viva.
Cristiane Amarante
Em Scuttle Town de novo.
Enquanto desvio das conversas sobre o remake de Ocarina of Time, assim como o Neo desvia de projéteis em Matrix (afinal, a minha cópia nem mesmo foi faturada), vou fechando uma das minhas franquias preferidas para relaxar: Shantae. Também fiz algumas leituras obrigatórias de estudo e mais uma que já conto aqui.Desta vez, cheguei ao começo da cronologia, pois passei por Shantae and the Seven Sirens e fui direto ao início de tudo. Um extremo, sim. Vocês preferem jogar na ordem cronológica ou vão jogando o que dá vontade?
O primeiro jogo gerou um mix de sentimentos em mim, porque tudo parece meio travado e, ao mesmo tempo, bem familiar: os personagens, a mecânica, a exploração, os pontos da cidade, os rivais… A história da meio-gênio é bem conhecida, então, quem sabe volto comentando como foi a jogatina, pois é um game bem curto.
E durante a missão de resgatar Scuttle Town das mãos de Risky Boots, a assinatura do mangá The Legend of Zelda: Twilight Princess chegou. A ecobag está muito bonita e vai desfilar pelos hortifrutis do bairro.
Esse lançamento me fez lembrar de algumas conversas que tive com o Victor Vitório, anos atrás, pois revisei algumas das resenhas que ele fez da edição americana. Infelizmente, era inviável conseguir o box em inglês, mas você tinha toda a razão, pois vale muito a pena ler! Akira Himekawa faz um trabalho muito bom. Chegou a minha vez de curtir essa história pelo mangá.
Quem mais está acompanhado de Link e Zelda por aí?







