Sem saber o que jogar no fim de semana? Então vem com a gente! Toda sexta-feira, a equipe do Nintendo Blast compartilha os games que pretende curtir, além de algumas curiosidades sobre nossos gostos gamers. Depois de uma semana corrida, nada melhor do que relaxar e aproveitar aquele título que tá na fila, não é?
Não importa a plataforma ou o gênero, a única regra aqui é se divertir! E, claro, você também pode entrar na conversa e dar seus pitacos. Afinal, jogatina boa é aquela que a gente compartilha!
Leandro Alves
Farm eterno, indecisão no time e um leve surto pedindo online — a rotina de quem não consegue largar o jogo
E já chegamos ao final de março — que louco, né? Pois é, com isso preciso dizer que não larguei Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection. Quem tem o costume de ler essa coluna já sabe que curto fazer 100% dos jogos que gosto muito, e esse é exatamente o caso. Estou tentando deixar o ecossistema em rank S em todas as áreas, fortalecer ao máximo meus Monsties e fazer aquela farmada básica — e necessária.Ainda estou tentando decidir quais serão os seis Monsties titulares da minha equipe. Uma pena o jogo não ter um modo online para sair em caçadas com os amigos. Fica aqui a esperança de que a Capcom repense isso em uma possível sequência e também dê uma reformulada nos combates que, apesar de não serem ruins, acabam ficando repetitivos por serem mais longos do que deveriam.
Outra coisa que a Capcom poderia fazer é adicionar mais Monsties por meio de atualizações, incluindo até mesmo Elder Dragons que possam entrar para a equipe. Por favor, Capcom!
E você, já decidiu seus membros titulares? Se sim, conta aqui nos comentários!
E me fala também: vocês gostariam de uma revista impressa no estilo guia de Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection?
Alecsander “Alec” Oliveira
Acabando com Ganados no Wii (e no 3DS)
Terminei Resident Evil: Requiem e fiquei com uma leve obsessão pela franquia da Capcom. Como fiquei com saudades de jogar no Wii por conta do N-BlastCast dessa semana, resolvi pegar a versão de Resident Evil 4 lançada para ele, e sim, mesmo que haja versões melhores graficamente, a versão com controles de movimento é uma das melhores — se não a melhor — para se jogar o clássico de 2005.É como tirar peso dos braços ao mirar com o Wiimote apontando para a tela, nos dando total controle dos nossos disparos e permitindo aquelas jogadas fabulosas de atirar na cabeça e utilizar ataque físico quase que sem limites. Claro que isso deixa a experiência base de RE4 mais fácil, e até seria melhor se o modo Profissional estivesse liberado logo de cara, mas não influencia em nada na diversão.
E vale como registro aqui, Resident Evil: The Mercenaries 3D merece mais atenção do que normalmente dão a ele. O título é mais um minigame do que algo com profundidade, o que afasta as pessoas, porém, para quem adora a jogabilidade de Resident Evil 4 e 5 e curte um modo de shooter de galeria como eu, vai ficar viciado imediatamente. Também destaco o quão impressionante é ver assets de RE5 no pequeno 3DS. É admirável o trabalho que a Capcom deu para o portátil em seu início de vida — pena que ficou só por aí mesmo.




