Sem saber o que jogar no fim de semana? Então vem com a gente! Toda sexta-feira, a equipe do Nintendo Blast compartilha os games que pretende curtir, além de algumas curiosidades sobre nossos gostos gamers. Depois de uma semana corrida, nada melhor do que relaxar e aproveitar aquele título que tá na fila, não é?
Não importa a plataforma ou o gênero, a única regra aqui é se divertir! E, claro, você também pode entrar na conversa e dar seus pitacos. Afinal, jogatina boa é aquela que a gente compartilha!
Leandro Alves
Entre idas e vindas, estratégia, desafios e muito farm.
Querido leitor, sim… eu tenho problemas!Perdoe começar assim, mas como alguns já sabem, eu sou daquele tipo que pausa um jogo para voltar correndo para outro. Talvez seja falta de foco… ou só mudança de clima gamer mesmo.
Dito isso, resolvi retornar a Fire Emblem: Three Houses. Como bom amante de RPG, eu sinto que preciso revisitar o gênero de tempos em tempos — quase como um ritual. E aproveitando o boost do sistema portátil no Switch 2, não existe momento melhor para reencontrar Claude e toda a galera.
E, olha… foi exatamente como eu me lembrava: muita intriga, política, decisões pesadas e aquela “desculpa perfeita” para batalhas estratégicas que definem Fódlan. No fim das contas, voltar para Fire Emblem é sempre especial — e imagino que quem curte a franquia sinta exatamente isso.
Também sigo firme na aventura pelo Reino da Flor na expansão de Super Mario Bros. Wonder – Nintendo Switch 2 Edition + Vamos ao Parque Belabel! Aqui, confesso: o jogo ainda me parece curto. São poucas fases principais, com um foco bem grande nos minigames — que são, sim, divertidos.
Ainda não consegui testar o multiplayer, precisamos marcar uma jogatina com a equipe! Enquanto isso, sigo encarando o modo de desafios — já na parte mais difícil — e, como sempre, a bendita medalha invisível continua sendo um problema real. Apesar disso, tudo que joguei até agora tem um fator replay bem interessante. É divertido, funciona bem… mas ainda passa aquela sensação de ser uma expansão aquém do que poderia ser.
E, claro, preciso voltar também para Monster Hunter Stories 3. Já estou chegando no level 99, mas o farm está cruel! Conseguir aquelas peças invasivas para montar armaduras no nível máximo está sendo uma verdadeira prova de paciência — o drop deve ser baixíssimo, porque olha… tá sofrido!
E por hoje é isso. Esse foi mais um fim de semana de idas e vindas — do jeitinho que a gente gosta.
Alan Murilo
A saga para se tornar um campeão Pokémon.
Nesta semana, tivemos o aguardado lançamento de Pokémon Champions. Como fã inveterado da série (e principalmente dos seus confrontos por turno), comecei a jogar assim que possível e logo me vi de volta ao tempo em que investia horas a fio nas batalhas online, pesquisando times e estratégias mesmo quando longe do console. É fato que Champions não é perfeito — as animações a 30 quadros por segundo (que parecem 15) na versão de Switch 2 são um completo retrocesso em comparação com a impressionante estabilidade de Pokémon Legends Z-A, e algumas ausências (de itens e Pokémon) são completamente questionáveis dentro do cenário competitivo (cadê você, meu querido choice specs?!).Ainda assim, uma vez que importei meus Pokémon competitivos do Home — como meu Tyranitar e meu fiel Scizor shiny — não consegui parar de jogar. No momento em que escrevo aqui, estou com 12 vitórias seguidas a caminho da Master Ball em singles. Por isso, se você ver um treinador com um time de Sandstorm online no Champions neste final de semana, não ligue: provavelmente serei eu, relembrando os velhos tempos e buscando a impossível, mas divertida meta de ser o melhor treinador de todos.
Renzo Raizer
Entre monstros e mais monstros…
Terminei Monster Hunter Stories 2 depois de muito tempo "enrolando". Recomecei do zero para me preparar e saciar a vontade de jogar o Stories 3, já que minha mídia física ainda não chegou. O jogo é um excelente RPG, com história e trilha sonora marcantes. O sistema de combate, embora possa parecer arrastado às vezes, é muito divertido por exigir atenção aos padrões dos monstros; não é só apertar botões. Para quem curte a série, é um título indispensável.Também testei a demo de Monster Hunter Stories 3 e achei que o limite até o nível 10 é muito baixo. Cheguei a esse nível rápido demais e, ao tentar explorar o mapa mais a fundo, encontrei monstros fortes impossíveis de vencer pela falta de nível, o nível 20 seria o ideal. Fora isso, o jogo está belíssimo e a caça aos ovos continua viciante.
No entanto, pausei a demo para mergulhar em Pokémon Champions! Como fã da franquia, já me aventurei no competitivo e adoro o processo de criar estratégias e montar times. Já alcancei o Rank Great Ball com um time autoral, o que me deixou bastante orgulhoso, e agora pretendo levar o cenário competitivo ainda mais a sério com este novo lançamento, mas seguindo no meu próprio ritmo.
Fernando Lorde
Pokébolas, dirigindo pelas paredes e barrel rolls.
Essa semana marcou o meu retorno à Paldeia em Pokémon Scarlet. O motivo? Capturar alguns monstrinhos que farão parte da minha equipe em Pokémon Champions. E esse retorno me fez lembrar como Scarlet/Violet rodam de forma tão magnífica no Switch 2.A fluidez e as melhorias implementadas tornaram a dinâmica do jogo mais aprimorada, fazendo com que eu queira iniciar a jornada do zero para apreciá-la novamente por completo. De certo modo, o Switch 2 deu uma nova vida a esses títulos tão polêmicos e, assim que possível, começarei do zero novamente.
Outro título que tem ocupado bastante tempo nas minhas jogatinas é Mario Kart World, que, ao fugir de ser apenas mais um jogo de corrida, se tornou também uma experiência de plataforma e estou adorando isso. Justamente por trazer elementos excêntricos que fogem aos padrões anteriores da série, ainda estou apanhando para dominar todas as possibilidades nas corridas. Mas, enquanto não aprimoro minhas habilidades e sou destruído no online, me divirto testando caminhos, explorando as mecânicas de pulo, correndo pelas paredes e deslizando sobre todos os “trilhos” que encontro pela frente.
Por fim, a presença de Fox McCloud em Super Mario Galaxy: O Filme despertou em mim o desejo instantâneo de voltar a jogar Star Fox 64 e foi exatamente o que fiz. Porém, em vez de jogá-lo no NSO, fui direto ao Nintendo 64 e à velha TV de tubo. No entanto, não parei por aí: acabei também voltando para destruir tudo com os upgrades roubados de Fur Squadron Phoenix. Afinal, guerras espaciais com animais nunca são demais.








