Sem saber o que jogar no fim de semana? Então vem com a gente! Toda sexta-feira, a equipe do Nintendo Blast compartilha os games que pretende curtir, além de algumas curiosidades sobre nossos gostos gamers. Depois de uma semana corrida, nada melhor do que relaxar e aproveitar aquele título que tá na fila, não é?
Não importa a plataforma ou o gênero, a única regra aqui é se divertir! E, claro, você também pode entrar na conversa e dar seus pitacos. Afinal, jogatina boa é aquela que a gente compartilha!
Leandro Alves
Entre estratégias em Garreg Mach e testes no Switch 2, a semana foi dominada por batalhas e decisões importantes.
E a guerra não dá trégua nem por um segundo! Sigo firme nas aulas em Garreg Mach, auxiliando Claude e a turma dos Golden Deer. Aos poucos, as coisas vão se encaixando, e finalmente tomei algumas decisões importantes: Hilda está destinada ao posto de Wyvern Lord, enquanto Lorenz trilha o caminho de Dark Knight. Também trouxe Hapi para o grupo principal — e, claro, ela assumiu o papel de Valkyrie com muita competência.Com isso, minha semana foi praticamente dominada por Fire Emblem: Three Houses. Ainda assim, sigo segurando Fire Emblem Warriors: Three Hopes por aqui. Já tenho o jogo há algum tempo, mas decidi deixá-lo para depois de concluir a rota Verdant Wind. Mesmo assim, consegui dar uma espiada na demonstração — bem pouco, é verdade, já que a enxaqueca não colaborou muito.
Mas fica o destaque: o desempenho no modo portátil com o “boost” do Nintendo Switch 2 está bem mais agradável. No Switch original, a experiência nesse modo deixava bastante a desejar. E, como bom fã de musou — e alguém que já se aventurou pelos anteriores —, fica difícil não querer conferir o que rolou nos bastidores daquele time skip de Three Houses, né?
Felipe Castello
De volta ao primeiro RPG estrelado pelo bigodudo mais famoso dos games
Na última semana, carente de um novo RPG da série Mario (e cada dia mais torcendo por um novo Paper Mario no Switch 2), decidi revisitar o remake de Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars, que no Switch saiu apenas como Super Mario RPG. Ainda estou no começo da aventura, que eu já havia finalizado pela primeira vez lá em 2023, quando o remake foi lançado no console híbrido.Apesar de não ser meu RPG favorito do bigodudo (esse título fica com Paper Mario: The Thousand-Year Door e seu remake), acho o jogo muito charmoso e divertido. Cheguei a jogar um pouco quando mais novo, no finado Virtual Console do Wii, mas lembro de não ter ido muito longe - talvez por não saber tanto de inglês na época, ou por não entender bem os sistemas de batalha (por mais simples que fossem).
Agora, com o visual renovado, cutscenes inéditas e uma trilha sonora incrível (que já era impecável no título original), não tem como não amar Super Mario RPG. Estou jogando aos poucos, aproveitando com calma, enquanto espero algum anúncio bombástico da Big N nos próximos tempos. Sonhar é de graça!
Renzo Raizer
Rumo ao Master Rank!
Nesta semana, minha atenção está totalmente voltada a Pokémon Champions. É incrível como essa franquia sempre me fisga; consigo passar horas jogando sem perceber. No momento, meu foco é alcançar o Rank Master Ball.Notei que, após chegar ao Rank Ultra, o nível dos adversários sobe consideravelmente em comparação aos ranks anteriores. No entanto, nesta quarta-feira, consegui atingir o Rank Ultra 1 em batalhas em dupla, após uma sequência de cinco vitórias seguidas! Estou aprendendo a ler melhor o jogo e a fazer os predicts dos movimentos do time adversário.
Mais uma vez, estou jogando com um time que eu mesmo montei e que aprimoro aos poucos; estou muito contente com meu desenvolvimento. Embora não seja minha primeira vez no competitivo, já que comecei em Scarlet & Violet, como não me dediquei tanto na época, decidi mergulhar de cabeça agora com o lançamento de Champions. E aqui estou!
Rafa Ribeiro
Um fim de semana leve, divertido e cheio de momentos que mostram como Mario ainda brilha em família
Minha jogatina do final de semana é Super Mario Bros. Wonder – Nintendo Switch 2 Edition + Vamos ao Parque Belabel. Aqui em casa, jogos da franquia Mario sempre foram games para jogar em família, e a expansão Vamos ao Parque Belabel trouxe um “sabor” diferenciado para o jogo base (que já era maravilhoso no Nintendo Switch). De cara, o visual do novo mundo encanta muito! E as lutas com os Koopinchas são muito divertidas! Cada batalha vira quase um mini evento… nada do famoso padrão “só pular três vezes”, sabe? E poder jogar com a Rosalina foi especial demais, principalmente pra nossa pequena, que não largou mais o controle depois disso.Alyssa (hieeeAlyssa)
O VGC me faz pensar muito! Mas é muito divertido quando a estratégia dá certo!
Ultimamente, minha vida nos jogos tem sido focada na dedicação do novo Pokémon Champions. Ele foi lançado recentemente e é um tipo de jogo que precisa de muita dedicação por ser competitivo. Por já ter participado de um desafio competitivo VGC, esse formato de jogo é algo que me interessa bastante apesar das dificuldades! As batalhas nos jogos normais acabam ficando bem fáceis, e o competitivo VGC traz aquela dificuldade e fator surpresa que é muito legal em cada partida. Porém, por não ter muita experiência no quesito estratégia, se eu quiser me divertir e que a partida seja boa (porque ficar perdendo toda hora não tem graça), eu realmente preciso me dedicar a aprender um pouco mais de times meta, de estratégias, dos melhores itens e o que está sendo mais usado no momento. Para Pokémon competitivo, a gente tem que entender que não é sobre os Pokémon que a gente gosta mais, e sim sobre os que funcionam dentro da estratégia. Os nossos favoritos, a gente deixa pros jogos tradicionais. Mas tem sido uma experiência bem divertida me aprofundar ainda mais no VGC e ver meu progresso!Fernando Lorde
Pokémon não tão convencionais, sobrevivendo na lua e corridas de pinguins
Assim como eu já tinha certeza que aconteceria, Pokémon Champions não só continua sendo o jogo que mais tenho jogado, como se tornou o meu derivado de Pokémon de maior foco. Pokémon TCG, TCG Pocket, GO? Todo o tempo que geralmente usava com eles verteu para Champions. E para ser mais específico, diminuí o impulso de times mais otimizados para subir em rank. Estou me divertindo testando times com as criaturas das quais mais gosto, entre elas a Volcarona.Outro jogo que tem me alegrado muito é Pragmata, do qual não vou falar muito — análise vindo aí, fiquem ligados —, mas o que direi é que esse jogo é uma prova de como a Capcom ainda é uma das maiores empresas de videogame, e Pragmata é exatamente isso: puro suco de videogame e uma ficção científica divertidíssima.
E agora aquele que é, talvez, o mais diferentão, Faaast Penguim, uma experiência de corrida free-to-play caótico que tem tirado boas risadas em partidas online com amigos. A cara de jogo simples, mas cheio de obstáculos e pequenos modificadores de jogabilidade em boa parte deles garante uma variedade que não deixa enjoar. Mas o que mais me diverte é a variedade de caminhos em cada pista e a forma como posso surpreender os amigos e roubar a posição deles, gerando aquela boa indignação competitiva. Sem falar que todos são pinguins!












