Sem saber o que jogar no fim de semana? Então vem com a gente! Toda sexta-feira, a equipe do Nintendo Blast compartilha os games que pretende curtir, além de algumas curiosidades sobre nossos gostos gamers. Depois de uma semana corrida, nada melhor do que relaxar e aproveitar aquele título que está na fila, não é?Não importa a plataforma ou o gênero, a única regra aqui é se divertir! E, claro, você também pode entrar na conversa e dar seus pitacos. Afinal, jogatina boa é aquela que a gente compartilha!
Leandro Alves
Entre estratégias, relíquias e uma Lysithea imparável, minha jornada pela rota Golden Deer entra em sua fase mais intensa.
Dessa vez fiquei totalmente focado em Fire Emblem: Three Houses, seguindo firme na campanha da Golden Deer. Felizmente consegui avançar bastante e já cheguei ao tão aguardado time skip. A partir daqui tudo fica muito mais tenso: Claude decide formar uma aliança com a Igreja de Seiros e estabelecer novamente uma base no monastério, enquanto Fódlan mergulha de vez no caos.Enquanto a história seguia seu rumo, passei os últimos meses tentando recrutar o Ferdinand para o meu exército... e nada! Espero que ainda consiga convencê-lo antes que seja tarde, principalmente por causa do paralogue que preciso completar para conseguir uma das Hero's Relics. Já estou fazendo contas para ver se ainda dá tempo.
Depois de tantas horas em Three Houses, é inevitável perceber o quanto meu domínio sobre o jogo evoluiu. Hoje consigo desenvolver meus personagens com muito mais eficiência, levando praticamente todos para as classes avançadas que planejei desde o início da campanha. A grande estrela do meu time continua sendo a Lysithea. Equipada com duas relíquias, ela simplesmente apaga quase qualquer inimigo do mapa. Ao mesmo tempo, continua sendo um verdadeiro canhão de vidro: destrói tudo com um poder absurdo, mas basta um descuido para acabar derrotada. Por isso, sempre mantenho alguém por perto para protegê-la e absorver os golpes mais pesados.
Agora é hora de reviver algumas das batalhas mais intensas e emocionantes de Three Houses, um jogo que continua me impressionando pela profundidade da narrativa e pela maturidade com que desenvolve seus personagens e conflitos. A diferença é que, desta vez, enfrento cada mapa com muito mais experiência e bagagem do que na minha primeira jornada na Golden Deer, o que torna cada estratégia ainda mais divertida de executar.
Só resta uma dúvida: quando terminar essa campanha, parto direto para Fire Emblem Warriors: Three Hopes ou faço uma pausa na série? Afinal, Fire Emblem: Fortune's Weave já está logo ali, e talvez seja melhor não passar tanto tempo seguido em um único universo. E vocês, o que fariam?

Alberto Canen
De volta à Ilha Sombria e mais do Ouriço Azul.
Eu continuo jogando Mina the Hollower. Por mim, já podem entregar o prêmio de melhor jogo indie do ano! O pessoal da Yacht Club Games conseguiu entregar mais uma obra notável. Estou gostando muito de explorar cada pedaço da Ilha Sombria comandando a pequena Mina, uma camundonga escavadora que começou com poucas habilidades, mas, como esperado, já tem um grande arsenal à sua disposição. É extremamente recompensador explorar e encontrar novos itens e armas, mas a sensação de derrotar os chefes do jogo é ainda melhor.Aproveitando o aniversário do Sonic no dia 23 de junho, nossos casts ganharam episódios comemorativos especiais. Se você é fã do ouriço, vai se divertir muito escutando. Para celebrar a data, também resolvi revisitar alguns títulos dele. Joguei um pouco de Sonic Advance, que foi o primeiro título do Sonic em um console da Nintendo. Ele bebe muito da fonte dos jogos clássicos do Mega Drive e continua excelente até hoje. Também aproveitei para jogar Sonic Rush e Sonic Rush Adventure, ambos do Nintendo DS. Tenho uma grande preferência pelos títulos 2D do Sonic, e esses dois em especial fazem um ótimo uso das duas telas do portátil — até o uso da stylus me agrada. Deixo aqui, mais uma vez, meus parabéns a esse personagem tão icônico e importante para a história dos videogames. Feliz aniversário, Sonic!
Vitor Tibério
Criando formas esquisitas e de volta a Hyrule.
Quando apareci por aqui da última vez, eu estava iniciando minha jornada por The Wonderful 101, no Wii U. Apesar de um começo bem estranho, decidi insistir no jogo e posso afirmar que o jogo engrena e melhora consideravelmente depois que se pega o jeito. O foco tem que ser mesmo nas batalhas, já que a história e sua direção de arte não são destaques positivos.Acho que já passei da metade do jogo, mas ainda deve faltar uma boa quantidade de gameplay para finalizá-lo. Até agora, e duvido que minha impressão mude daqui para frente, apesar de ter melhorado conforme eu entendi mais sobre como jogá-lo, ainda acho que The Wonderful 101 sofre de sérios problemas de game design. Não é incomum o jogo esperar uma ação específica do jogador, porém sem dar qualquer indicativo do que é preciso ser feito. Também posso dar como exemplo o jogo exigir determinada ação para prosseguir por certa parte, mas os ataques são tão intensos que mal há tempo para fazer o que é esperado. Ah, e a câmera é um problema quase sempre.
E como forma de uma jogatina descompromissada e voltada só para um relaxamento rápido, voltei à gigantesca Hyrule de The Legend of Zelda: Breath of the Wild. Com o auxílio do Zelda Notes, no Nintendo Switch App, tenho entrado diariamente no jogo só para pegar alguns koroks (já estou perto dos 900), ouvir umas memórias de Zelda ou enfrentar alguns inimigos grandes que eu ainda não tinha vencido. Como esse jogo é incrível!
E você, querido leitor, o que pretende jogar no FDS?
Revisão: Vitor Tibério





