Não importa a plataforma ou o gênero, a única regra aqui é se divertir! E, claro, você também pode entrar na conversa e dar seus pitacos. Afinal, jogatina boa é aquela que a gente compartilha!
Leandro Alves
Uma hora de nostalgia, quatro missões de DLC e algumas expectativas abatidas em pleno voo.
Acabei me rendendo e jogando Star Fox. Eu não estava muito, digamos, com vontade de jogar. Já havia zerado o game no SNES, Nintendo 64 e Nintendo 3DS, então preferi pular essa versão. Aí veio a demo e acabei tendo que pegar o jogo emprestado. Joguei de uma vez só, já pensando em apagá-lo depois, porque meu armazenamento está lotado e eu ainda queria jogar a expansão de Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection, o arco do Rudy (DLC). Sem surpresa nenhuma, concluí a campanha em pouco mais de uma hora.E é isso. O jogo está muito bonito, os controles ficaram bem melhores, o desempenho é estável... está tudo lá como eu lembrava, inclusive a duração da campanha. Claro, claro, eu sei: Star Fox tem um fator replay enorme e funciona quase como um arcade. Depois de terminar, dá para seguir diversas rotas diferentes, se não me engano, vinte e oito (?). Ainda assim, eu esperava alguma novidade, como um desenvolvimento maior dos personagens ou uma expansão dos mundos. A nostalgia, porém, falou mais alto. As lembranças da época do Nintendo 64 vieram com força. O poder dos videogames de nos fazer voltar no tempo é algo realmente incrível.
Depois fui jogar a expansão de Twisted Reflection, mas essa, sim, me surpreendeu — e de forma negativa. Ela segue o mesmo padrão dos arcos dos personagens que acompanham o protagonista: apenas quatro missões bem curtas. Isso me incomodou, porque eu realmente esperava uma expansão mais robusta, principalmente por se tratar de um DLC pago.
Felizmente... ou talvez infelizmente, também, chegou uma atualização gratuita adicionando a batalha contra o chefe final no nível difícil e a liberação dos Royal Monsters. Só que isso também não me agradou muito. Nas atualizações dos jogos anteriores, tivemos novos Monsties para recrutar e, apesar de o Nergigante aparecer no arco do Rudy, não podemos domesticá-lo, o que me deixou ainda mais frustrado.
Enfim, apesar de o jogo base continuar sendo maravilhoso, tanto a expansão quanto a atualização acabaram me decepcionando. Bola pra frente!
Alberto Canen
Entrando no ritmo, finalmente.
Sabe aqueles desafios de acertar a baqueta no momento certo que a bateria entra na música e que quase ninguém acerta — às vezes, nem mesmo o próprio dono da música —, mas que gera muita descontração? Pois é, é como me sinto ao jogar Rhythm Heaven.Para ser justo, minha experiência com a franquia se resume ao Nintendo DS — e ali eu perdi o suficiente para concluir que esse jogo é só para os escolhidos, os grandes maestros, os mestres-salas, os reis da lambada... Enfim, deixei a franquia de lado.
Mas com o lançamento de Rhythm Heaven Groove, resolvi dar mais uma chance e testar meu ritmo. Escolha sábia: estou gostando bem mais dessa vez. O jogo é menos punitivo, com vários minijogos rápidos, divertidos, musiquinhas animadas e situações cômicas. Pretendo ir até o fim, mesmo que passando só na média — e por enquanto, ser mediano em Rhythm Heaven já é uma vitória pra mim.





