Sem saber o que jogar no fim de semana? Então vem com a gente! Toda sexta-feira, a equipe do Nintendo Blast compartilha os games que pretende curtir, além de algumas curiosidades sobre nossos gostos gamers. Depois de uma semana corrida, nada melhor do que relaxar e aproveitar aquele título que está na fila, não é?
Não importa a plataforma ou o gênero, a única regra aqui é se divertir! E, claro, você também pode entrar na conversa e dar seus pitacos. Afinal, jogatina boa é aquela que a gente compartilha!
Leandro Alves
Enquanto a campanha de Claude se aproxima do fim, também começo a explorar Splatoon Raiders, equilibrando batalhas épicas e muito grind.
E fui de Claude mais uma vez! Já estou na reta final da rota e revendo todos os acontecimentos que me aguardavam. Mal posso esperar para enfrentar os Dez Elites e Nemesis novamente, agora com meus personagens muito mais fortalecidos do que na outra campanha. Mas, até lá, ainda tem bastante chão pela frente! Entre paralogues, armas divinas forjadas por Macuil e missões contra o Império, a jornada segue firme.Também aproveitei para jogar algumas horas de Splatoon Raiders. Ainda não posso entrar em muitos detalhes, mas já senti a necessidade de fazer um bom grind para derrotar uma horda e conseguir um item essencial para expandir minha base.
Nesse meio-tempo, conquistei novas armas, evoluí meu personagem e já estou causando um bom estrago nos salmonídeos. A experiência tem sido bem divertida, mas ainda é cedo para formar uma opinião definitiva. Na semana que vem, volto com mais novidades!
Alberto Canen
De volta ao planeta Zebes.
Daqui a duas semanas, um clássico absoluto dos 8-bits completará 40 anos. Estou falando de Metroid, lançado originalmente para o Famicom (o Nintendinho japonês). Não há melhor época para revisitar esse jogo e ver o quão bem ele envelheceu. Estou jogando a versão do Nintendo Switch Online, o que me dá opções de salvamento e, portanto, de jogatinas curtas. E ele envelheceu bem? Bom, digamos que mais ou menos. Ele tem seus problemas, que ficam evidentes ao compararmos com seu remake de 2004 para Game Boy Advance: o incrível Metroid: Zero Mission. A ausência de um mapa interno faz falta e mostra o quanto o design evoluiu. Ainda assim, para quem curte uma experiência raiz — que gosta de desenhar os próprios mapas ou explorar a esmo —, ele ainda é um título competente. Então, vale a recomendação pela experiência histórica, por ser um marco dos 8-bits e por ainda ter suas qualidades. Caso não tenha paciência para esse tipo de desafio, pode ir direto para o Zero Mission, que é melhor em tudo.Igor Poty
Uma mensagem inesperada me fez lembrar de um RPG de 2023.
Era quarta-feira quando um amigo meu me mandou a seguinte mensagem: "Acho que você ia gostar de Sea of Stars." O que ele não sabia é que eu já amava esse joguinho havia muito tempo. Comecei a jogar no dia em que saiu e só larguei quando consegui o final verdadeiro. Passei dias explorando os segredos de cada canto do mapa, fechando os minigames e correndo atrás de tudo o que ele tinha a me oferecer.De lá para cá, o jogo recebeu algumas atualizações e chegou à sua versão final, a Sunset Edition. Confesso que, apesar de acompanhar todas essas novidades escrevendo para o Blast, nunca mais peguei o jogo para jogar. Por isso, acho que essa mensagem que recebi talvez tenha sido o gatilho ideal para revisitar as aventuras dos Guerreiros do Solstício. De quebra, será uma boa oportunidade para reencontrar esse universo que, curiosamente, é o mesmo de The Messenger, também do Sabotage Studio, embora os eventos Sea of Stars aconteçam muitos anos antes.
Se você não conhece Sea of Stars, trata-se de um RPG indie lançado em 2023, mesmo ano em que recebeu o prêmio de Melhor Jogo Independente no The Game Awards. Como uma grande homenagem aos RPGs da era dos 16 bits, ele bebe da mesma fonte que títulos como Final Fantasy e Chrono Trigger. Aliás, Yasunori Mitsuda, que trabalhou na trilha sonora de Chrono Trigger, assina algumas composições da trilha sonora de Sea of Stars. Mas não pense que ele é uma mera cópia desses jogos: tem alma própria e consegue se sustentar sozinho.
Renzo Raizer
Só jogando RPGs ultimamente, acabei de perceber!
Ultimamente, com a correria da vida, acabei sumindo aqui da jogatina da semana. Mas consegui jogar vários títulos nesse meio tempo e vou contar um pouquinho da experiência.Começando com o Monster Hunter Stories 3: minha mídia física chegou (depois de uns três meses esperando) e posso dizer que o jogo me viciou totalmente. O que eu mais fiz foi restaurar os habitats de monstros. Isso, para mim, foi um acerto e tanto, já que faz você querer restaurar todos eles indo atrás dos ovos; acho que esse foi o maior fator replay do jogo. Agora estou no último chefe, mas ainda não consegui vencê-lo.
Também joguei Granblue Fantasy: Relink - Endless Ragnarok e nunca imaginei que existia um Monster Hunter no estilo anime. Para quem não sabe, a alma de Granblue é jogar online no endgame, e você tem vários personagens controláveis — entre espadachins, lanceiros, magos, alquimistas e vários outros. Cada um conta com seus próprios golpes e habilidades e, jogando no modo online, você consegue batalhar e fazer missões contra monstros insanos, então é muita porradaria o tempo todo na tela. Foi um jogo que eu não imaginava que iria curtir tanto; super recomendo!
Já nesta semana estou jogando o remaster de Final Fantasy X, um jogo do qual sempre me falaram muito bem, mas que eu ainda não tinha conseguido jogar. Logo mais vai sair a análise da versão do Switch 2 aqui no site. Só não sei por que relançaram o remaster pela segunda vez em vez de um remake — talvez porque estejam muito ocupados com a última parte da trilogia do Final Fantasy VII Remake. Quem sabe se, depois disso, não teremos o remake do X?








