Super Mario Sunshine (GC) era originalmente um jogo de missões para recuperação de desastres

Nintendo revela que o clássico do GameCube não nasceu como um jogo de plataforma 3D.


Mesmo não sendo tão aclamado quanto Super Mario 64 e Super Mario Galaxy (Wii), Super Mario Sunshine é um jogo ímpar. A aventura, lançada para o GameCube em 2002, focava no uso do F.L.U.D.D., um dispositivo robótico que esguicha água, para limpar a poluída Isle Delfino.


Entretanto, o clássico jogo do Mario para o console cúbico não foi planejado como o resultado final. Em entrevista para a revista RetroGamer, Yoshiaki Koizumi, diretor de Super Mario Sunshine, revelou que, ao invés de ser um jogo de plataforma 3D, a Nintendo explorou a ideia de ser um game de missões para recuperação de desastres.

"Quando estávamos fazendo os protótipos, exploramos a ideia de um jogo no estilo de missão para recuperação de desastres. Experimentamos muitas coisas diferentes antes de alterarmos para torná-lo um jogo plataforma e ação. Foi um desafio imaginar as maneiras de incluir novos elementos (como ter pessoas) sem que parecesse estranho", disse Koizumi.

Ele contou ainda que a ideia inicial era explorar uma ilha poluída pelos inimigos utilizando o F.L.U.D.D., conceitos que foram mantidos na versão final de Super Mario Sunshine. "Em um protótipo precoce, o jogador não estava procurando pelos Shine Sprites e, em vez disso, a história era situada em uma ilha que estava sendo lentamente poluída pelos inimigos. A ideia era qeu você limpasse a poluição com F.L.U.D.D. e também usando-o para derrotar o chefão inimigo, a fonte da poluição", revelou o diretor.

Será que os jogadores gostariam de Super Mario Sunshine caso fosse um jogo focado apenas em missões?


Alex Sandro de Mattos é formado em Gestão de TI. Entre se aventurar por Hyrule e se perder em Silent Hill, gosta de publicar fatos interessantes e bobagens no Nintendo Blast. Pode ser encontrado jogando games 2D e também no Facebook.

Comentários

Google+
Disqus
Facebook