Blast Log

Blast Log: The World Ends With You: Parte 1 - Que os jogos comecem!

Esqueçam o que vocês entendem por jogos, isso é real. Uma batalha de vida ou morte contra criaturas de nomes bem interessantes, em um conf... (por Unknown em 09/09/2012, via Nintendo Blast)

Esqueçam o que vocês entendem por jogos, isso é real. Uma batalha de vida ou morte contra criaturas de nomes bem interessantes, em um confronto com a duração de sete dias. É uma aventura que passa pelas movimentadas ruas de Shibuya, em Tokyo, que o Blast Log vai registrar enquanto acompanhamos a história de Neku Sakuraba em “The World Ends With You”, para Nintendo DS. Aqui iniciaremos esse novo diário de bordo, carregando o peso de mais do que apenas a vida nas costas, mas o destino de todo o mundo.

O título, originalmente lançado em 2008 para o portátil de duas telas da Big N, recebeu uma recente (re)popularização com o lançamento de Kingdom Hearts 3D: Dream Drop Distance – que conta com a equipe do jogo na aventura – e com o port lançado para iOS, “The World Ends With You – Solo Remix”, que reestruturou a mecânica do game para ser jogado em uma só tela. Isso atraiu a atenção de muitos que não conheciam o game, que ouso dizer que é um dos melhores do DS. Se você já o conhece, vale a pena relembrar, e se não, prepare-se: é provável que nunca mais veja outro RPG da mesma forma.

Aviso: O texto a seguir pode conter revelações sobre o enredo (spoilers). Leia por sua conta e risco.

Primeiro Dia: O Jogo dos Ceifadores


Ao ligar o game eu já simpatizo ao ver o logo da Square Enix, seguido de uma batida envolvente ao chegar à tela de título. O estilo grafiti somado ao que parece ser uma trilha sonora mais pop realmente é chamativo quando se repara no estilo gráfico dos protagonistas. Enfim, “New Game” e vamos lá.

Começou então uma pequena animação envolvendo as duas telas, mostrando as movimentadas ruas do bairro de Shibuya... E os barulhos parecem incomodar um garoto de cabelos laranjas e roupas extravagantes (algum fetiche da Square?). “Calem-se! Parem de falar! Vão pra longe de mim!”. É, ele realmente não parece feliz com os risos e a falação ao seu redor. “Tudo que o mundo precisa é de mim. Eu tenho os meus valores, então você pode ficar com os seus, tudo bem?”. Sinto cheiro de egocentrismo. O rapaz coloca seus fones de ouvido, acho eu que tentando isolar o som do mundo externo. “Eu não me aproximo de pessoas. Nunca precisei, nunca irei”. É, sem sombra de dúvidas, temos um caso sério de depressão narcisista.

Após essa animação inicial e o título do jogo aparecer novamente (deveras, o título é longo e pode demorar pra decorar), o rapaz surge caído no meio da rua. O curioso é que, aparentemente, todos resolveram obedecer ao esbravejo do garoto e passaram a ignorá-lo, pois não dão a mínima para o fato de ter um moleque caído no chão. Ao se levantar, ainda sem entender, abre sua mão, encontrando um botton que nunca viu antes. Ele o joga para o alto, e ao pegar, percebe o quão estranhas as coisas podem ficar; além do barulho natural do movimentado local, agora ele precisa lidar com outras vozes: as dos pensamentos das pessoas.

O rapaz não demora a perceber que há uma conexão entre o botton e a sua nova capacidade de ler mentes, e logo testa o poder mais uma vez para ter certeza. Ele continua perplexo, e a situação só piora quando encontra em seu bolso um celular que não lhe pertence e com uma mensagem bem suspeita: “Chegue a 104. Você tem 60 minutos. Falhe e encare a eliminação. – Os Ceifadores”. Assim como qualquer pessoa normal, o garoto tenta apagar o suposto spam, apenas para descobrir que não é possível. A coisa só complica ainda mais quando, após sua frustrada tentativa, um maldito contador aparece na palma de sua mão, na contagem regressiva dos tais sessenta minutos. Eu não sei vocês, mas eu estaria apavorado a essa altura.

Eu acho que o protagonista concorda comigo, e realmente se preocupa... Principalmente quando um bando de sapos aberrações resolve sair de símbolos vermelhos surgidos do nada e começam a atacá-lo. A coisa só vai ficando mais divertida. Opa, enfim estamos em uma batalha! Ah, espera, não podemos reagir. Interessante, a primeira coisa que o jogo ensina é como fugir de uma luta. Isso não pode ser um bom sinal. Sigo as instruções e escapo do confronto. Fora de batalha não me parece ainda seguro já que, apesar das súplicas do garoto, todos parecem insistir em ignorá-lo. Sem outra opção, ele foge, iniciando uma nova animação.

Nesta breve cutscene com uma música divertida, podemos ver que o garoto não é o único a ser atacado pelas aberrações que saem de símbolos vermelhos. Além disso, podemos ver toda a gama de personagens enquanto o garoto foge por dentre as ruas de Shibuya, cruzando por alguns bem notáveis, como uma garota ruiva presa no susto, um garoto de porte atlético correndo em desespero e um garoto de camisa branca, que por algum motivo, sorri ao ver o rapaz em disparado. A animação encerra e podemos ver duas figuras conversando entre si sobre conseguir pontos ao eliminar jogadores... Isso não me parece favorável ao nosso protagonista. Já me preocupo por antecedência, prevejo que a coisa tende a piorar.

Opa, voltamos ao controle do garoto! Ele chegou a uma área, supostamente segura e... os símbolos vermelhos estão desintegrando pessoas. Tá, sério, eu to tão confuso quanto o rapaz, o que raios tá havendo aqui? Parece que ele é o próximo alvo dos símbolos, mas antes que eles avancem, a garota ruiva que apareceu previamente surge aos berros clamando para o rapaz que forme um pacto com ela. Claro, porque dizer “Oi, tudo bem? Eu me chamo fulana, e você?” é uma forma muito chata de se fazer amizades. Ela diz que se formarem um pacto, juntos poderão vencer os Noises (“Barulhos”, literalmente), e o garoto insiste em não entender nada. Papo vai, papo vem, e o pacto acaba por ser formado. Em uma animação clichê, ambos parecem se conectar de alguma forma. Hehe, até o garoto achou a animação clichê. No fim, ganhamos mais um botton e a ruiva nos manda lutar usando ele. Enfrentar sapos monstruosos usando um botton em um bairro onde símbolos vermelhos desintegram pessoas. Eu não queria nada normal mesmo.

E finalmente um combate! Oh, quem diria, o botton TEM sua utilidade! O círculo de plástico avermelhado permite que o garoto consiga atear fogo por onde a stylus passar. Agora posso queimar essas rãs do inferno! Depois de duas batalhas tutoriais e três pererecas do mal destruídas, enfim eu começo a entender um pouco mais quando a ruiva explica que os bottons são catalisadores para os Psychs (“Psicos”, “Psíquicos”) e podem ser ativados somente por jogadores com pactos, e que este impede as criaturas de os atacarem. Isso é bom saber... Talvez eu não precise fugir tanto dos combates como pensei. Os Noises são, de fato, as tais criaturas, a propósito. A garota então se apresenta: “Shiki Misaki” é o seu nome. Ela diz que a semana vai ser corrida, e explica que o Jogo dos Ceifadores tem a duração de sete dias. Sério, o jogo tá me dando mais informações do que consigo assimilar. O garoto também desistiu de entender o que tá havendo e simplesmente deixa Shiki falando sozinha, voltando para a encruzilhada onde começamos.

Eu não sei o que é mais hilário na cena a seguir: o fato do garoto tentar com todas as forças fugir de Shiki, que insiste em segui-lo, ou o fato de que se afastar dela vai matá-lo, pois isto o torna inútil em combate. A conversa entre os dois é divertida de assistir. Shiki insiste em usar termos que não são familiares ao rapaz, como “Jogo”, “Pacto” e “Ceifadores”, e convenhamos, nem nós fazemos ideia do que está havendo. Então, um termo chave é jogado na mesa; Shiki diz que, assim como ela, o rapaz é um “Jogador”. Lembrando-me da conversa das figuras sombrias sobre “eliminar jogadores”, eu começo a ficar bem preocupado. Shiki conclui sua explicação, deixando claro que ambos estão numa espécie de jogo doentio que envolve concluir missões antes que o contador em suas mãos chegue a zero, resultando em sua eliminação. Ser eliminado é morrer? Eles usam o termo “apagar”. Não me parece confortável.

Após ser convencido a seguir a suposta missão em forma de mensagem de celular, o rapaz se apresenta: “Neku Sakuraba”. Assim, guio a dupla em direção ao distrito conhecido como “Dez-Quatro”, ou, numericamente falando, “104”. No caminho, os dois batem em uma parede que bloqueia sua passagem. Enquanto Shiki pondera sobre como irão passar, Neku percebe que tem um rapaz de capuz vermelho os observando. O chapeuzinho vermelho então diz que “o pacto foi confirmado”, e então a barreira desaparece. Shiki não faz ideia do que houve, mas Neku procura o homem, em vão; ele desapareceu. Próxima parada: 104.

Chegando ao local o contador em suas mãos desaparece, indicando que a missão foi concluída. Eles comemoram, mas não por muito tempo; uma voz misteriosa falando sobre acumular pontos invoca uma sequência de Noises para atacá-los. Agora posso controlar Shiki também, mas não da mesma forma que Neku; enquanto uso o garoto na tela inferior, ateando fogo na bagaça, Shiki luta usando uma espécie de urso de pelúcia, o controlando como uma marionete, sendo guiada pelos direcionais do DS. Achei interessante a jogabilidade assimétrica, precisando controlar dois personagens simultaneamente e de formas diferentes.

Luto ferozmente contra alguns Noises, inclusive um que é o primeiro a não ser um sapo, e sim um urso colossal. Após combatê-los, Shiki continua citando que precisam sobreviver ao Jogo dos Ceifadores, enquanto Neku começa a enlouquecer junto comigo ao querer entender o que raios está acontecendo. Espero mesmo que tenham explicações em breve, porque estou começando a ficar com dor de cabeça.


Segundo Dia: Não Me Mate


Sem mais nem menos, Neku desperta no que aparenta ser uma estação de metrô. Ele se levanta entendendo tanto quanto eu e vai atrás de Shiki para ver se ela sabe o que está havendo – mas sem antes criticar sua personalidade plana. Ela parece não estar nem aí para o fato de terem surgido ali sem explicação. O celular vibra, e chega a missão do dia: “Remova a maldição da estátua. Você tem 60 minutos. Falhe, e encare a eliminação. – Os Ceifadores”. O contador surge na palma de sua mão... A brincadeira recomeçou. Dessa vez, Neku vai levar a sério e tentar resolver isso, não podemos nos dar ao luxo de acabar igual as pessoas na estação ontem, desintegradas pelos Noises. É hilário ver a reação de Neku e Shiki para o fato de estarem literalmente em outro dia, sem nenhuma explicação; a ruiva encara com naturalidade, como se fosse normal, e o rapaz se pergunta se ela simplesmente enlouqueceu de vez.

Pronto, hora de se mover! O local parece ser bem pequeno, sem saída para a direita; suponho que tenho de ir à esquerda. O chapeuzinho vermelho está ali também, e é a única pessoa no local além de nós. Ao tentar atravessar para a esquerda, surpresa! Outra barreira! Só eu notei que essas barreiras sempre aparecem junto com o encapuzado? Ah, Neku também notou... Shiki não. Bom, que tal tentar usar o Botton do Jogador para ler a mente do rapaz? Parece-me uma boa ideia e... por que não dá pra ler a mente dele? Após ativar o efeito, Neku e eu ficamos perplexos: não é possível ler a mente do cidadão.

Tudo bem que quando usei o poder antes não era possível ler a mente de todo mundo, mas creio eu que seja por efeito de visibilidade; tinham muitas pessoas nos outros lugares, se surgisse um balão de pensamento por pessoa, iria ficar cego (e Neku, surdo). Aqui só há uma pessoa... Por que não consigo ler sua mente? Antes de eu continuar ponderando, o encapuzado vem na direção de Neku e comanda: “Escaneie a área e elimine todos os Noises”. Escanear, suponho que esteja relacionado à leitura de mentes do Botton do Jogador. Com as palavras “O mundo é muito mais do que se pode ver”, ele se afasta e volta ao seu lugar. Lembro-me que no primeiro dia, ao formar um pacto, a barreira se desfez, então suponho que estas sejam as condições para avançar.

Após explicar a ruiva que os Noises podem ser encontrados ao usar o Botton do Jogador, ela pergunta por que não usamos outros bottons além do vermelho que cria fogo. Espera, outros bottons? Aparentemente eu tinha um set completo das peças de plástico no bolso. Como não notei antes? Quer dizer, ele achou o telefone no bolso, não? Esse negócio tá mal explicado. Vejamos... Além do botton de fogo temos aqui um com raios, uma luva branca, uma esfera de energia, uma espécie de onda de choque e dois Bottons do Jogador. Nossa, nem sabia que tinham dois. Vai ver um deles é da Shiki. Ela explica então que não foi capaz de usar o criador de chamas, mas Neku foi, portanto alguns não funcionam com todas as pessoas e eu devia testar quais funcionam comigo. Bem, vamos lá!

De volta ao controle, escaneio a área e encontro três símbolos amarelos. Talvez os amarelos estejam interligados às missões... Ao clicar nos símbolos com a stylus, atraio-os para o combate. Na primeira luta, deparo-me com o botton do raio e a esfera de energia. O jogo explica que se eu clicar nos oponentes, o primeiro botton convoca um raio para fazer um combo de três golpes no alvo, e o segundo dispara uma sequência de rajadas de energia. Eu particularmente gostei mais do segundo. Já no segundo embate, aprendo a usar o botton com a luva: traçando uma reta em algum objeto do cenário, posso arremessá-lo naquela direção. O interessante é que junto com ele está o botton de conjurar fogo... Talvez haja um limite para arremessar esses objetos, afinal, as coisas costumam quebrar, né?


Já no terceiro Noise, uso o botton da onda de choque. A tela superior explica que devo traçar uma reta em cima do inimigo e OPA! Neku sai girando e corta os oponentes com as mãos nuas! Gostei desse. Sempre fui fã de combates corpo-a-corpo. Após as três lutas e de receber três bottons que valem 500 ienes cada (porque usar dinheiro é muito normal), o encapuzado anuncia que o objetivo foi cumprido e a barreira se desfaz. O suspeito se afasta, mas fica evidente que ele tem algum controle sobre o jogo. Não sei vocês, mas acho que alguém que tenha tal influência no Jogo dos Ceifadores, DEVE SER UM CEIFADOR. Ao menos Neku concorda comigo.

Shiki passa a encher a bola de Neku por ele ter sido capaz de utilizar todos os bottons, o chamando de gênio. Não sei dizer se isso foi um elogio verdadeiro ou apenas uma forma de se aproximar, mas é fato que é estranho ele conseguir usar todos bottons e ela nenhum deles. Aliás, estranho mesmo é ela lutar com o ursinho de pelúcia. Enfim, saio daquele lugar apertado e vejo a luz do dia novamente... E um cara de regata vem pra cima da dupla, dizendo que teria sua revanche. Ninguém entende nada, nem eu, e então o rapaz exclama que não consegue escanear suas mentes, e portanto, eles são Ceifadores. Isso explica muita coisa... mas no momento, é um mal sinal.

Parece que dei sorte, uma garotinha intervém e diz para o rapaz (o chama pelo nome “Beat”, que mais me parece um apelido) que não é possível escanear outros jogadores, e pelo fato de Neku e Shiki possuírem Bottons de Jogadores, eles são como eles. Após a confusão aliviar, acontecem as apresentações, descobrimos que a garotinha se chama Rhyme e que a dita “revanche” era contra uma Ceifadora de cabelo rosa que atacou todos os Jogadores no primeiro dia, jogando Noises contra eles. Me parece familiar. Por fim Neku não os perdoa, mesmo após receberem de presente um botton com uma lata de refrigerante, que permite recuperar HP. Algo útil.

Seguindo caminhos separados, me deparo com outra barreira e outro encapuzado. Evidente que ele tem um pré-requisito para me deixar passar. “Remova a maldição da estátua”. Dejá vu? Ah, tem uma estátua nesse cenário também... Ao usar o Botton do Jogador, vejo que existem dois Noises circundando. ISSO é estar amaldiçoado, e são Noises amarelos. Parece que estes amarelos são os que possuem objetos e pessoas. Enfrento os dois, escolhendo alguns dos bottons para o combate e livro a maldição, mas como o contador não desapareceu, a missão persiste. Abrindo caminho para a estátua de Hachiko, a outra estátua notável de Shibuya, busco uma forma de acabar com essa missão.

Estranho... Ao chegar à nova área e escanear o local, não vejo nenhum Noise na estátua do cachorro Hachiko. Como vou livrá-la da maldição então? Após um pouco de pesquisa, noto que há uma mancha azul em Hachiko. Neku e Shiki limpam a estátua e, neste momento, um feroz Noise lobo sai da estrutura, iniciando um combate que coloca à mostra tudo que aprendi até então. Apesar da dificuldade para me acostumar a controlar Neku e Shiki simultaneamente nas duas telas, consigo vencer o embate. O contador desaparece; missão concluída. Próxima?

Aff, nada de próxima ainda. Shiki começa um discurso sobre como a amizade é importante, mas Neku não parece interessado no papo dela, e sabemos o porquê. A discussão não leva muito tempo e surge a dita Ceifadora de cabelo rosa, que parece irritada com a sobrevivência da dupla (dizendo algo sobre eles deverem a ela uma tigela de ramen) e dispara uma horda de Noises pra cima deles. Ação nunca faz mal a ninguém. Uma luta mais difícil que a anterior, mas a prática está me permitindo compreender melhor como controlar as táticas entre Shiki e Neku.

Após vencer este embate, a Ceifadora ameaça invocar mais inimigos, porém Neku resolve tentar uma tática perigosa; avançar na fonte. Ela nota isso e ri, deletando os próprios Noises e desafiando o rapaz para um combate, mas reconsidera; resolve colocá-lo em um pequeno desafio, uma rodada bônus. Shiki pede para Neku não confiar nela, mas ele aceita. O jogo que ela impõe é simples: Neku deve apagar Shiki em um minuto, se ele falhar, ele é apagado.

A garota de cabelos rosados diz que a parceira de Neku estava espionando-o para os Ceifadores, numa tentativa de incentivá-lo a aceitar o jogo, e isso bate perfeitamente com o fato de que várias vezes Shiki é vista mexendo no celular. Neku não tem outra escolha... Ele começa a erguê-la do chão com sua telecinese (provavelmente proveniente do botton da luva branca) e a enforcando.

Shiki implora: “Por favor, não me mate...


Eu preciso.


Parece o fim, mas tenho certeza de que essa jornada está só começando.
Revisão: Jaime Ninice

Escreve para o Nintendo Blast sob a licença Creative Commons BY-SA 3.0. Você pode usar e compartilhar este conteúdo desde que credite o autor e veículo original do mesmo.


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