Sem saber o que jogar no fim de semana? Então, vem com a gente! Toda sexta-feira, a equipe do Nintendo Blast compartilha os jogos que pretende curtir, além de algumas curiosidades sobre nossos gostos gamers. Depois de uma semana corrida, nada melhor do que relaxar e aproveitar aquele título que tá na fila, não é?
Não importa a plataforma ou o gênero, a única regra aqui é se divertir! E, claro, você também pode entrar na conversa e dar seus pitacos. Afinal, jogatina boa é aquela que a gente compartilha!
Leandro Alves
Fim de semana gamer: muito grind, pouco descanso e zero dó dos chefes.
Rapaz… pense em um jogo grande, mas grande e denso: Octopath Traveler 0. Ainda estou tentando fechar todas as missões que ficaram para trás, a minha vila já está lotada e consegui dar upgrade em tudo por lá. Estou rodando o mapa inteiro para concluir as Path Actions pendentes. Sem contar o grind — chegar ao nível 80 vai ser complicadíssimo, mas seguimos na luta!Também sigo explorando Midgar em Crisis Core – Final Fantasy VII Reunion, mas o Octopath está ocupando quase todo o tempo que tenho para o hobby. Outro jogo que estou encarando é Pokémon Legends: Z-A Mega Dimension. Sinceramente? Estou achando bem repetitivo. Para mim, isso aí deveria estar no jogo base desde o lançamento — cobrar 200 dinheirinhos? Surreal.
Por enquanto é isso! RPGs sempre dominam minhas jogatinas — afinal, é meu gênero favorito. Falando em favorito, voltei para Tears of the Kingdom: lembra da caçada de materiais para upar as roupas que mencionei? Então… missão sofrida. O Auronte não quer liberar o bucho dele de jeito nenhum! Misericórdia. Preciso de nove, e finalmente cheguei a oito. Bora atrás do último? Depois ainda faltam dois níveis, mas felizmente não vou precisar derrotar esse bicho de novo.
Renzo Raizer
Entre plataformas, corridas e batalhas táticas, um retorno tranquilo ao Switch 2.
Depois de uma pausa de uma semana, voltei para o meu Nintendo Switch 2, e dessa vez estou em um clima mais leve. Joguei três jogos ao longo da semana e um deles foi Super Mario 3D World + Bowser’s Fury, que eu já tinha começado, mas ainda não havia terminado. Por enquanto, estou focado no jogo principal para depois partir para o Bowser’s Fury. E posso dizer: esse jogo é bem melhor do que a versão de 3DS, que eu já joguei e zerei. As fases aqui são muito mais criativas e divertidas, e algumas chegam a dar raiva quando começo a morrer demais.Outro jogo que joguei um pouco foi Mario Kart World, tentando conquistar as três estrelas em todas as pistas no modo 100cc, para depois encarar o 150cc.
Mas o jogo que mais consumiu meu tempo foi Fire Emblem: Three Houses. Quero finalizar essa aventura para já ir me preparando para o próximo Fire Emblem, que chega no ano que vem. Ainda não temos uma data definida, então acredito que dá tempo de sobra. Como também é minha primeira vez jogando, estou indo no meu ritmo e aproveitando bastante, até porque o jogo é realmente muito bom!
Victor Hugo Carreta
Muitas batalhas, desafios, corridas e remadas no Skate
Fim de ano é sempre muito bom para dar aquela acelerada no backlog. No entanto, desta vez decidi retornar a jogos que havia deixado de lado há um tempo, enquanto me divirto horrores com Skate Story. Não consigo parar de jogar! A paixão pelo skate veio desde cedo, e já que sou muito ruim praticando o esporte, compenso em zilhões de horas no video-game.Quando não estou andando de skate, estou correndo por aí em Mario Kart World. Confesso que não curti muito o esquema de mundo aberto e transições longas durante as provas, e isso fez com que eu parasse de jogar por um tempo. Porém, durante o feriado natalino (valeu, Natalina) e na companhia da família, nada melhor do que umas disputas “sem compromisso”, não é verdade? Além de muitas risadas, algumas rivalidades foram formadas neste natal.
Pokémon é Pokémon, não tem jeito. Por mais que eu tenha me aposentado do cenário competitivo, Pokémon Unite sempre estará presente em minhas jogatinas. Sei lá, esse esquema de evoluir o monstrinho durante os socos com outro personagem, e online, não tem comparação. Ainda mais com Empoleon na jogada. Com a chegada do Mega Charizard Y, as coisas ficaram ainda mais interessantes. Não sou fã do “dragão” laranja, mas, recentemente, tenho visto Charizard com outros olhos.
Aproveitei também para rejogar versões antigas e realizar desafios mirabolantes. Durante as jogatinas, tive experiências diferentes e está sendo maravilhoso aproveitar os jogos por uma ótica diferente. Quem sabe alguns textos sobre isso não apareçam no futuro?







