Sem saber o que jogar no fim de semana? Então vem com a gente! Toda sexta-feira, a equipe do Nintendo Blast compartilha os jogos que pretende curtir, além de algumas curiosidades sobre nossos gostos gamers. Depois de uma semana corrida, nada melhor do que relaxar e aproveitar aquele título que tá na fila, não é?
Não importa a plataforma ou o gênero, a única regra aqui é se divertir! E, claro, você também pode entrar na conversa e dar seus pitacos. Afinal, jogatina boa é aquela que a gente compartilha!
Leandro Alves
Entre cascos azuis, alianças estratégicas e monstros lendários, o fim de semana foi puro caos organizado — do jeito que a gente gosta!
E continuando a jornada…Essa semana foi bem variada por aqui! Dei umas boas voltas em Mario Kart World, visitei minha ilha em Animal Crossing: New Horizons – Switch 2 Edition e avancei um pouco mais na campanha do Claude em Fire Emblem: Three Houses — e que líder carismático, meus amigos!
Também emprestei Pokémon Scarlet para um amigo e vamos jogar juntos. Ele está há algumas gerações longe da franquia, então imagina o choque ao descobrir mundo aberto, Teracristalização e tantas novidades! Vai ser divertido acompanhá-lo (e dar aquela ajudinha estratégica) nessa nova jornada.
E claro, sempre que sobra um tempinho, volto para a demo de Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection — a ansiedade pelo lançamento só aumenta!
Ah! E já que estamos falando de coisa boa: não deixem de conferir a Revista Nintendo Blast #194, com nossa prévia especial na capa. A Revista GameBlast #91 também chega cheia de mistérios com Resident Evil Requiem.
Aproveitando o embalo: já garantiu a pré-venda da nossa segunda edição impressa? O guia definitivo de Pokémon Legends: Z-A + Mega Dimension já está disponível na loja da WarpZone — feito com muito carinho por toda a equipe do Nintendo Blast!
Felipe Castello
Explorando todos os cantos de duas aventuras do gorilão mais amado do mundo no Switch
Nos últimos tempos, junto das partidas em Mario Tennis Fever, aproveitei para revisitar a impecável aventura de DK em Donkey Kong Country Returns HD. Aproveitei o embalo da nova atualização, que adicionou a simpática Dixie Kong ao jogo; a última vez que joguei Returns foi na versão de 3DS, sabe-se lá há quantos anos. No Switch, o jogo realmente encontrou sua versão definitiva: o visual está impecável, a trilha sonora continua perfeita e a adição dos conteúdos extras da versão de 3DS é muito bem-vinda.Não satisfeito em finalizar a versão remasterizada de Returns, decidi também revisitar outra joia da série de plataforma 2D do gorilão em Donkey Kong Country: Tropical Freeze. Por mais que eu tenha um carinho especial por Returns, o mais recente título da série Country leva o prêmio especial no meu coração: acho as temáticas dos mundos mais inusitadas (especialmente o quinto nível, onde exploramos fases que envolvem uma grande fábrica de suco), os cenários são impressionantes para um jogo que inicialmente foi lançado em 2014 no Wii U, e a possibilidade de escolher como parceiros Diddy Kong, Dixie Kong e Cranky Kong não só adiciona na diversão como também na estratégia para completar cada fase.
Já estou na reta final da aventura e parece que a nostalgia pelos jogos da série Country tem batido forte nos últimos tempos. Será que um dia teremos um novo título? Enquanto espero por isso, talvez aproveite para rejogar Donkey Kong Bananza também…
Alecsander “Alec” Oliveira
Atualizando as coisas, revivendo o velho
Resolvi assistir alguns vídeos sobre os jogos de Tartarugas Ninja no YouTube, e meu favoritismo pelas verdinhas voltou com tudo. Baixei a excelente coletânea Teenage Mutant Ninja Turtles: The Cowabunga Collection e acabei fixado no injustiçado Teenage Mutant Ninja Turtles III: Radical Rescue, o terceiro título do Game Boy e o mais diferente desse período clássico da franquia, por ser um “metroid-like”. É arcaico e bem difícil, mas foi um dos primeiros que apresentaram uma telinha de mapa, além de que adoro a ideia de usar cada irmão como um poder a ser obtido para explorar novas áreas. Sei que a WayForward tentou usar a ideia de metroidvania novamente anos depois com TMNT, porém o resultado ficou bem aquém.Quando não estou nas antiguidades, estou atirando por aí em Overwatch. A Blizzard resolveu soltar uma atualização bombástica que conseguiu deixar o hero shooter nos trilhos novamente, colocando mais conteúdo, prometendo eventos recompensadores e adicionando mais cinco personagens logo de cara. Como sou main suporte, imediatamente caí em amores pela Jetpack Cat e pelo Mizuki e, embora eu ainda me estresse com a natureza de um PvP competitivo, voltar para o tiroteio na companhia de amigos tem sido bem legal. Só desejo tudo o frustrante para os jogadores de Vendetta mesmo.
Ah, e atualizando: finalmente terminei Metroid Dread. A luta contra Raven Beak é uma das melhores boss fights já feitas, e por mais que eu tenha sentido vontade de jogar o Switch na parede, a conclusão foi catártica e satisfatória. Que Metroid 6 não demore muito para vir, porque essa franquia merece tudo de bom, especialmente depois da esfriada que Metroid Prime 4: Beyond sofreu nesse meio-tempo.






