A História dos Vídeo Games

A História dos Vídeo Games #17: a Nintendo dá a volta por cima com o Super Nintendo

O ano de 1983 trouxe aos gamers um dos consoles mais memóraveis de todos os tempos, o NES. Desde então a Nintendo nunca mais conheceu out... (por Sérgio Oliveira em 05/12/2010, via Nintendo Blast)

O ano de 1983 trouxe aos gamers um dos consoles mais memóraveis de todos os tempos, o NES. Desde então a Nintendo nunca mais conheceu outro lugar a não ser o topo da montanha do sucesso. Sucessivamente a empresa sofria “ameaças” dos concorrentes e seus consoles: Atari 7600, Master System e PC Engine. Todos eles, sem excessão, conheceram o amargo gostinho da derrota. Satisfeita com o seu negócio, a Nintendo “relaxou” e foi surpreendida pela Sega e o Mega Drive em 1988.

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O Mega Drive foi um fenômeno quase que instantâneo nos Estados Unidos, onde ficou conhecido por Sega Genesis. No natal de 1989, pouco mais de 1 ano após seu lançamento, o console da Sega já vendia mais que o NES e as third-parties, assediadas por contratos mais atraentes, começavam a migrar para a plataforma da Sega. Na pesquisa anual da Total Research Corporation, a Nintendo caira em queda livre da 27ª para a 103ª posição no ranking de marcas mais valiosas, enquanto que a concorrente subira da 131ª para a 67ª posição. Uma providência era mais que aguardada nesse momento.

Tendo como aperitivo o que viera da NEC com o PC Engine, a Nintendo sabia o que esperar da experiente Sega com o seu Mega Drive e, em 1988, às pressas, iniciou o desenvolvimento do seu novo console – o Super Nintendo Entertainment System. O projeto ficou nas mãos do experiente Masayuki Uemura, que trabalhara no projeto do NES no início da década de 1980. Era necessário desenvolver o console rápido para não dar oportunidade da Sega avançar no mercado – por isso Uemura fora escolhido para liderar o projeto.Masayuki Uemura

Em 20 de novembro de 1990 já estava tudo pronto. Pouco menos de 2 anos se passara e Uemura já desenhara, arquitetara e construira o mais novo centro de entretenimento da Nintendo. No dia seguinte o console, batizado de Super Family Computer (Super Famicom para os íntimos), 300 mil unidades chegavam às prateleiras nipônicas. O que demorara cerca de 2 anos para ser pensado, produzido e distribuido foi consumido em algumas poucas horas. Para se ter ideia do tamanho da confusão, a partir do dia 21 de novembro daquele ano o governo japonês decretou que lançamentos dessa magnitude só deveriam ocorrer aos fins de semana para evitar transtornos socio-econômicos. É mole?

super-famicomTalvez nem precisasse dizer, mas o sucesso do Super Famicom foi instantâneo. Não demorou quase nada e a Nintendo já havia tomado o mercado japonês de volta para si. Com tudo resolvido em casa, era hora de embarcar para aonde as coisas estavam acontecendo, era hora de reconquistar os norte-americanos. Para os japoneses, o console era visto como um aparelho para reunir a família em um momento de diversão – por isso o Super Famicom tinha o aspecto parecido com o de um brinquedo. A realidade do mercado norte-americano, no entanto, era diferente. Os filhos da terra do Tio Sam viam os consoles como centro de entretenimento, como algo mais sério – o redesign do console era obrigatório.

Finalmente, no dia 23 de agosto de 1991, menos de um ano após o lançamento do console no Japão, o Super Famicom chegava às prateleiras norte-americanas com design totalmente diferente – suas linhas eram mais quadradas, as cores dos botões do controle foram retiradas, tornando o aspecto geral do console mais sóbrio – e com o nome de Super Nintendo Entertainment System, deixando claro para os americanos que ele era um aparelho de entretenimento, e não um “computador para a família”.

Apesar da base instalada do Mega Drive já ser bastante grande nos EUA, a Nintendo reconquistou o mercado – e as produtoras – de forma bastante curiosa. A antiga política contratual da empresa não mais atraia as thrid-parties, que cada vez mais migravam para o console da Sega. Explico. Para produzir jogos para o NES as empresas precisavam assinar um contrato de exclusividade que restringiam elas a lançar jogos somente para o NES e mais ninguém por durante, no mínimo dois anos. Portanto, se hoje fosse lançado Frogger para o NES, esse título só poderia ser lançado em 2012 para a concorrência. É bastante claro que esse tipo de contrato foi estabelecido visando o monopólio do mercado – o que virtualmente aconteceu. Contudo, com a evasão de importantes produtoras, era hora de reestruturar essa política.Super_Nintendo_Entertainment_System-USA

Após muito negociar, a Nintendo chegou a uma política contratual brilhante que visava manter a qualidade dos lançamentos no console. Para controlar o que os gamers iriam jogar, a Nintendo estabelecia em contrato que as third-parties deveriam lançar pelo menos 3 jogos por ano e no máximo 5. Essa política não só funcionou, como ditou – talvez sem querer – que as empresas lançassem apenas o seu melhor na plataforma. Afinal de contas, se elas tinham pelo menos 3 chances e no máximo 5 de fazer dinheiro no SNES – porque iriam perder dinheiro?

A médio prazo essa medida fez com que a Nintendo superasse o fiasco organizacional que foi o lançamento do console nos EUA. É amigos, a Nintendo teve problemas de logística no lançamento do console nos EUA. Enquanto algumas lojas receberam o console – e essas o receberam em quantidade assustadoramente grande – a outra poção delas sequer viu a cor do aparelho.

E sim, os jogos foram os principais responsáveis pela conquista do mercado pelo Super Nintendo. A qualidade deles era sem igual. Quem teve a oportunidade de ter um Super Nintendo sabe que existem títulos que fazem muito mais do que apenas nos divertir. Eles são capazes de nos prender, de nos fazer viver toda uma história de amizade, de amor e, porque não, de ódio. Isso pode soar muito subjetivo, mas é o que o Super Nintendo representou para uma geração inteira – ou estou falando besteira?

Duvido que você, caro leitor, não sinta uma leve aceleração cardíaca ao ver imagens de Super Mario World, F-Zero, Top Gear, Super Street Fighter II, Aladdin, The Lion King, Donkey Kong Country, Earthworm Jim, Final Fight, The Legend of Zelda:  A Link to the Past, Killer Instinct, Super Star Soccer e tantos outros jogos que faziam parte daquela prateleira da locadora mais próxima da sua casa.

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Até mesmo os jogos que não foram feitos para serem best-sellers chamavam atenção por suas capas coloridas e bem trabalhadas.

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A qualidade dos jogos era surpreendente e atraia qualquer um que se atrevesse a “encarar” o console, nem que fosse só uma vez. Descrever o que se sentia ao jogar um Super Nintendo não é tarefa das mais fáceis. Encantador? Surpreende? Mágico? Ou talvez tudo isso junto? Não sei. Mas sei que não importa a idade que você tenha hoje – seja seus 20 e tantos, seus 30 ou até mesmo seus 18 – em algum momento da sua vida você jogou Super Nintendo e tenho certeza que ele foi capaz de te apresentar gráficos, trilhas sonoras e jogabilidade que você talvez procure em outros consoles até hoje.

Nunca senti emoção igual a que senti (e ainda sinto) quando finalizo Super Mario World. Tampouco sinto instigação igual a que sinto quando ouço aquela música de abertura do Top Gear. E o grito do “INTERNATIONAL, SUPER STAR SOCCER!” – tem igual? Combinemos, não tem.

E você, caro leitor, quais suas experiências com o Super Nintendo? Quais seus jogos favoritos? O que eles representavam ou ainda representam para você? Não deixe de participar, comente!

O Super Nintendo foi o console que marcou a geração dos 16-bits. Mesmo chegando à festa atrasado, ele soube como cativar o público e conduzir a festa. Dois anos após o lançamento no Japão, o console chegou à Europa e à Oceania. Um ano mais tarde ao Brasil pela Playtronic e fez concorrência direta ao Mega Drive vendido pela Tec Toy. Em pouco mais de 4 anos o Super Nintendo estava presente nos quatro cantos do mundo, reavendo a supremacia da gigante de Kyoto. Apesar de parecer fácil, tudo isso foi conquistado após uma verdadeira guerra travada entre a Nintendo e a Sega. Falar, porém, da maior guerra entre consoles de todos os tempos exige uma matéria a parte. Então, fique ligado e não perca a próxima A História dos Vídeo Games!


Escreve para o Nintendo Blast sob a licença Creative Commons BY-SA 3.0. Você pode usar e compartilhar este conteúdo desde que credite o autor e veículo original do mesmo.

Comentários

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  1. Ainda está para chegar um console com um abrangente de jogos de qualidade tão grande quanto o Super NES.
    Os consoles de hoje possuem bons jogos, mas em comparação com o número de jogos "ruins"...
    SNES na veia!

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  2. Por mais incrivel que pareça, eu acho todos os jogos bons, desde classicos como Top Gear até nojentos como Boogerman.

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  3. Nessa época eu era pró-Sega. Tinha um Mega Drive, e cheguei
    a ter acesso a um Sega-CD com Sonic CD, que na época era
    uma coisa extraordinária ("video-game de CD ! Doido !" LOL).
    Mas o SNES tinha alguns jogos realmente únicos;
    Os meus favoritos do Super Nintendo são Chrono Trigger
    e Zelda. Top Gear também (principalmente pela música).
    Ah sim, e ainda quero que jogar Super Metroid.

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  4. SerginhoGrecco05/12/2010 14:56

    O melhor console de todos os tempos! Mágico, único, inovador e envolvente!

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  5. Muito bacana a matéria. Sem dúvida o melhor videogame que eu tive, ou de todos os tempos.
    Me lembro que na época quase todo mundo que eu conhecia tinha um e só se falava dele, dos jogos, etc. As locadoras que possuiam consoles viviam lotadas de gente (era campeonatinho, disputas pra ver quem era "o bom").
    É realmente impossível listar os melhores jogos do console, já que são muitos, mas os que mais me agradaram foram Mario, Zelda, Metroid, FFVI, Chrono Trigger, Secret of Mana, DK e muitos outros que se eu listar aqui vou ficar um bom tempo escrevendo.
    Pois é, o 2° videogame que eu tive ficará, enquanto eu estiver vivo, na minha memória.

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  6. Ah!!! O SNES... O melhor console de todos os tempos!!! Só quem o jogou na época q ele era "o videogame" pode entender essa sensação q nós, gamers mais antigos, temos quando falamos dele.

    Numa época em q a produtoras se preocupavam com outras coisas além de gráficos, os games eram mais divertidos!!! Pois bem, o SNES teve sua vida ativa no auge dessa época e, posso falar sem medo, recebeu os melhores jogos daquela época!!! tah, a SEGA tinha o Sonic q chegou a pôr alguns gamers em dúvida sobre qual caminho seguir (SEGA ou Nintendo), mas a biblioteca do SNES era infinitamente superior!!!

    Putz, é muito difícil explicar aquela época... Só quem viveu sabe como é!!! Se as pessoas ficam babando com os jogos q são lançados nos dias de hj, na época do SNES elas teriam infartos!!!

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  7. É isso mesmo Suicune, só quem vivenciou a época do SNES sabe do que nós estamos falando. As produtores se preocupavam em fazer ótimos jogos e ninguém se importava com gráficos. Alguém se lembra do Sega Saturn? Eu pelo menos não quis trocar de jeito nenhum meu SNES por ele.
    Talvez uma grande parcela da garotada de agora (dos 15 ou 14 pra baixo) não tiveram uma oportunidade de curtir o console e talvez nem curtam, pois o que conta agora são gráficos cada vez mais "fodásticos", sangue e matança, o que é uma pena.

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  8. Os saudosistas vão adorar esta matéria. Aí tem uma lista bem legal. Era daora do SNES aquele Bomberman, aquele joguinho era animal

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  9. Aêêêêêêêêêê, Super Nintendo, meu console preferido ever \o/
    Caramba, eu cresci jogando Super Mario World, Top Gear, Super Street Fighter II, Aladdin, Donkey Kong Country, Final Fight e Super Star Soccer... me arrepiei qdo vi =D
    Desde a 1ª matéria dessa coluna eu esperei pra ler sobre o Super Nintendo e não me decepcionei, parabéns Serginho!

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  10. A propósito, na imagem ali do Super Star Soccer, era só o birinha puxar o jogador um pouco pra baixo e apertar X que era gol na certa =P

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  11. A @line é a maior viciada em ISS que eu já conheci em minha vida! Piolho de locadora, abria a locadora para jogar futebol, acreditam? =D

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  12. Pelo jeito eu não sou o único que acredita que o SNES é o vídeo game mais nostálgico e querido de todos os tempos, não é?

    Quantas horas perdemos nas locadoras, quanto dinheiro gastamos alugando cartuchos para nos divertirmos nos fins de semana?

    Tempos bons de mais, heim?

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  13. Até hoje me arrependo de ter me desfeito do meu SNES. Ele veio com o Mortal Kombat, tinha acabado de lançar...era perfeito! Decorar todos os fatalities...E outra, melhor do que o grito do INTERNATIONAL SUPER STAR SOCCER, era o: INTERNATIONAL SUPER STAR SOCCER...DELUXE!
    Lion King eh f*da, lembro que fiquei HORAS pra passar da segunda fase (a dos bichos jogando o Simba pra um lado e pro outro).
    Um dos meus ideais de vida é recomprar um SNES e comprar todos os cartuchos que eu queria ter e só alugava. Ainda quero assoprar muita fita de SNES...

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  14. A Ana Carolina tem toda razão, eu era vidrado nesse INTERNATIONAL SUPER STAR SOCCER DELUXE, passava horas jogando e nem percebia, infelizmente, hoje o que importa é sangue, matança e corpos mutilados pra puxar o saco da pivetada que se acham muito machos.

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  15. Eu sempre digo isso: os jogos de hoje não tem a mesma "magia" dos antigos. Não sei, eu não sinto a mesma alegria, euforia, energia e muitas outras sensações, quando jogo jogos de hoje, de quando jogava jogos do Snes. Não é a mesma coisa. E hoje, eu tenho um Dingoo, e sempre to jogando SNES, Mega e GBA nele. Ainda sinto essa... UUUUAAARRRRRWWGHHAAAWWW.

    Antes, jogávamos para passar de fase e zerar o jogo. Hoje, jogamos para saber a história do jogo. Ou seja, os jogos atuais são como filmes mais longos e que te dá a liberdade de "fazer o que quiser".

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  16. Descobri este excelente blog hoje, e tenho algo a comentar, com base a artigos lidos em sites de outros paises

    No Japão o SNES esmagou o Megadrive, sendo que a Sega foi tão mal sucedida por lá que até o PC Engine ficou com o 2° lugar

    Nos EUA, devido a inteligência do CEO da Sega, a situação foi bem diferente, com o Genesis ganhando por pequena vantagem, vendendo mais que o SNES, tendo um hardware incomparavelmente inferior


    http://www.sega-16.com/feature_page.php?id=245&title=Tom%20Kalinske:%20American%20Samurai


    http://dreamcast4ever.wordpress.com/category/a-historia-da-sega/

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  17. Pois é, boa parte do que vemos hoje é culpa da Sony com o PS e seus jogos Mature e Hardcore. Agora os jogos não passam de produções de cinema, só que jogáveis!

    Não vou dizer que não jogo mais os jogos de hoje, tem até jogo bom, mas o problema é que eles perdem tanto tempo com as modelagens 3D e as interações do mundo (Porque tem que ser tudo realista) que eles acabam perdendo o foco do verdadeiro entretenimento eletrônico, e o resultado é, sem sombra de dúvida, que nenhum deles passa a mesma sensação de 15 anos atrás.

    Resumindo, como o desenvolvimento dos jogos eram simples na década de 90, menos tempo se gastava com os gráficos (Pois praticamente todas eles usavam 2D) e pra compensar eles incrementavam a história do jogo. Era difícil ver um jogo de RPG ruim naquela época... Mesmo que fossem ruim, comparados aos dessa geração acabam se tornando infinitamente superiores!

    A Nintendo é a unica empresa do século 21 que tenta conservar o que sobrou daquela época, infelizmente! =(

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  18. SNES é O CONSOLE!!! FATO!!!

    NÃO EXISTIU,NÃO EXISTE E NEM VAI EXISTIR OUTRO VIDEO-GAME QUE CHEGUE PERTO DO SNES!

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  19. Concordo!!!...Tenho meu Super Nintendo des dos meus 4 ou 5 anos e hj tenho 20...Não trocaria ele por nenhum outro game...
    ainda gasto horas do meu tempo jogando Super Mario Word, All Stars, Yoshi's Island, Donkey Kong 1, 2 e 3..entre outros como Super Mario Kart, Top Gear, Alladin...nenhum outro game proporciona a mesma sensação de jogar esses clássicos...cuido desse meu patrimônio com o maior carinho possível..espero que um dia um filho meu possa ter o prazer de jogá-lo...

    ...parabéns pela excelente matéria

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  20. Antes, jogávamos para passar de fase e zerar o jogo. Hoje, jogamos para saber a história do jogo. Ou seja, os jogos atuais são como filmes mais longos e que te dá a liberdade de "fazer o que quiser".
    [2]

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  21. hmmm meus consoles preferidos snes e dreamcast ate hoje eu curto muito em emuladores.

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  22. Não podia deixar de comentar depois de um artigo tão marvilhoso, nostálgico e até mesmo triste (isso mesmo, mas é pq meu SNES "pifo" há uns tempos), enfim parabéns é pouco pelo artigo que ficou realmente perfeito.

    Fiquei mais emocionado ainda pq hj quando estava arrumando meu quarto e colocando as bagunças no lugar dei uma bela limpada no meu "falido" SNES e ele fico lindão XD deu até saudade, por incrível que pareça eu aqui com meus 15 anos considero o Super Nintendo o melhor console de todos os tempos sem comparação, e justo hj que tava pensando em começar a trabalhar pra compra um "novo" SNES pra mata a saudade, aí num vale me "nostalgio" de mais o artigo ^^.
    SNES 4EVER!!!

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  23. @Gomes_Bross é muito legal ver o carinho que você e todos os leitores tem pelo seu SNES. O meu também está guardadinho, funcionando completamente. Uma pena ele ter ficado super amarelo =/

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  24. Muito booom...

    Hoje me arrependo de ter desfeito do meu SNES
    troquei ele por um 64.

    Nao tem igual: Bomberman, International Super Star Soccer, Mario All-Star, Super Mario Word, Goof Troop (Pateta e Max), Donkey Kong.

    Que saudade. Pra matar ela to comprando uns títulos na Wii Shop. Comecei hoje, comprei Samurai Shodown, Megaman IV e Super Mario Bros 3

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  25. Tinha um tiozinho na rua de baixo da minha casa que comprou 4 consoles e cobrava da mulecada para jogar por hora.

    Eu ia lá quase todos os dias com 50 centavos pra jogar meia hora de Street Fighter II...kkkkkk.

    Não dá pra descrever a felicidade que foi quando ganhei o meu e pude jogr SF II na minha casa, acho que foi a maior do mundo.


    Bons tempos, muito bons tempos.

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  26. Cara, o International Super Star Soccer marcou muito a minha adolescencia. Meu pai trabalhava numa loja de games e eu sempre dava um jeito de ir com ele pra gente poder ficar jogando a tarde toda. Tinha disputa pra ver quem era o melhor entre o dono da loja, meu pai e eu. Ate uns comerciantes de perto apareciam la pra entrar na disputa. E sempre que tinha um tempo livre o meu pai e eu passava-mos a tarde jogando em casa. Tambem jogava- mos muito Side Pocket, ate hj o meu pai e eu nao achamos em outros consoles jogos de futebol e bilhar tao bons. Sem contar o Donkey Kong e varios outros jogos que marcaram minha adolescencia. Hoje eu tenho trinta anos e morro de saudade desse tempo que foi muito marcante pra mim.

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