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Donkey Kong: Uma jornada de sucesso e muitas bananas pelos videogames

De vilão a mascote, confira a trajetória do gorila mais famoso dos videogames, o rei do swing, Donkey Kong.

Desde o surgimento dos primeiros jogos eletrônicos até hoje, os videogames já viram seres e criaturas de todos os tipos, e nesse mundo de incríveis criaturas, o reino animal é muito bem representado. Temos leões, ratos, pandas, ouriços, cavalos, guaxinins e todo o tipo de bicho. No meio dessa bicharada toda, claro que não podiam faltar nossos primos primatas. Quando o assunto é macaco nos videogames, estamos bem servidos. De uma família só temos uma enormidade de famosos símios, quase todos atendendo pelo sobrenome Kong. Contudo, é do mais famoso e importante gorila dessa família que iremos tratar aqui. Um dos mais importantes personagens da indústria de jogos eletrônicos, um dos principais mascotes da Nintendo, protagonista de uma das melhores séries de plataforma de todos os tempos, Donkey Kong.

Planeta dos macacos: A Origem

DK, para os mais íntimos, é o protagonista da clássica franquia homônima, tradicional pelo alto nível de qualidade dos seus jogos. Contudo, sua história nas selvas de pixels começa bem antes da famosa série Country estrear no Super Nintendo.

Donkey Kong é o famoso gorila mascote da Nintendo, criado pelo gênio do game designer, Shigeru Miyamoto. O personagem estreou em 1981 nos arcades, tornando-se sucesso de vendas, sendo a porta de entrada da gigante japonesa no mercado americano. Além das máquinas de arcade, Donkey Kong também estrelou diversos títulos em consoles de mesa e portáteis, sendo, sem dúvidas, um dos maiores bestsellers da história dos videogames, contabilizando mais de 48 milhões de jogos vendidos pelo mundo.

A maioria das suas aventuras é no estilo plataforma, embora tenha feito pontas em diversos gêneros, como corrida, luta e ritmo. Sempre em companhia da sua enorme e confusa família, seus títulos são conhecidos pela inovação técnica e designer de fases aprimorados.

Nas suas primeiras aparições no mundo dos videogames, Donkey Kong era o vilão da série, enfrentando o carpinteiro, Jumpman, em cenários de tela única que lembram construções industriais, ao estilo plataforma/puzzle/ação. Nesses primeiros anos de vida, nosso gorilão teve uma vida difícil, sequestrando donzelas e enfrentando bigodudos baixinhos com pose de herói.

A primeira desventura de Donkey Kong levou seu instinto selvagem a sequestrar a bela Pauline, cabendo ao Jumpman a primeira missão de resgatar uma donzela na sua vida, algo que se tornaria uma sina infinita na rotina desse cidadão. O primeiro jogo com a presença de Donkey Kong e Mario é considerado, também, o primeiro jogo de plataforma a usar, de fato, o pulo, principal característica do seguimento.

Um passado nebuloso

Nas primeiras aparições de Donkey Kong nos games, ele não era um tipo amigável, muito pelo contrário, era um gorila monstruoso, uma mistura do mal entre Brutus de Popeye e King Kong, o gorila sequestrador de moças (leia mais sobre isso adiante). O bicho era maligno mesmo. Além de gigante, DK possuía um olhar amedrontador e estava a todo o momento tentando evitar que Jumpman resgatasse a linda Pauline de suas garras. Isso mesmo, Donkey Kong sequestrou a bela jovem, levando-a para o topo da sua floresta. Foi uma vida dura e complicada em seus primeiros anos como vilão da história.

As proximidades com a série do marinheiro Popeye não param por aí. Suas inúmeras semelhanças com o valentão Brutus — grande, forte, peludo, mal humorado, vingativo e determinado na tentativa de ter em suas mãos a mocinha — não deixam mentir sobre as teorias de sua inspiração na concepção do personagem. Junte essas características e some-as a figuras como a Fera, de A Bela e a Fera e o temível King Kong, e teremos o gorila mais amado do mundo. Embora suas primeiras aparições sejam rodeadas de mistérios e lendas, a influência desses clássicos personagens encontram nas mãos de Shigeru Miyamoto a magia necessária para trazer à vida o novo mascote da empresa.

Nada de muito mau ou repulsivo”, era assim que Miyamoto pensava seu vilão. Contudo, o jeito abobalhado e meio estúpido faziam parte da tentativa de criar um personagem para o público americano. E deu certo, o macaco burro segue firme na cultura pop desde sua concepção no inicio da década de 1980.

Macaco burro?


Algumas histórias permeiam a origem do nome do gorila da Nintendo. Contudo, segundo o próprio mestre Miyamoto, o nome vem da palavra Donkey em inglês, que significa burro ou estúpido. O criador de Donkey Kong parece que vasculhava um dicionário de inglês à procura de algo que desse a entender que o coitado era meio sem jeito, assim, ele foi concebido com essa ideia de ser meio abobalhado mesmo.

Problemas com a fama


Donkey Kong logo cedo passou para a história da indústria dos jogos eletrônicos pela sua relevância. Entretanto, atingindo seu posto de estrela, logo os problemas recorrentes da fama vieram e tivemos notícias suas indo parar nas páginas policiais. A Universal Studios acusou a Nintendo de plágio, por achar o mascote da Big N muito semelhante ao gigante King Kong, causando alvoroço na mídia e entre os fãs. Porém, para alegria dos nintendistas, os advogados da empresa provaram no tribunal que a patente de King Kong já estava sobe domínio público, assim, DK ganharia pleno direito para continuar sequestrando donzelas indefesas e carregá-las para o alto das florestas e prédios.

Período de mudanças


Após o sucesso da dupla Mario e Donkey Kong, o agora encanador, foi promovido a posto de principal mascote da empresa, enquanto a macacada ficou relegada a papeis de coadjuvantes e participações especiais. Aos poucos o retorno dos Kongs foi sendo trabalhado. Versões dos clássicos dos arcades foram lançadas para Game Boy, e com elas a famosa gravata vermelha deu as caras, tornando-se marca registrada do gorila, levando, na maioria das vezes, suas iniciais estampadas, “DK”.

O mistério da sua origem e uma nova identidade

E não foi apenas na aparência que tivemos mudanças radicais para Donkey Kong, alguns fatos mudariam para sempre sua história, criando polêmica e teorias mirabolantes sobre quem ele realmente é.


Na verdade, Donkey Kong não é Donkey Kong. Mas como assim, louco redator? Pois é, caro leitor, O gorila dos primeiros jogos que enfrentou Mario, quer dizer, Jumpman, é, na verdade, Cranky Kong, ou melhor, Donkey Cranky Kong. Ou pelo menos é isso que a Nintendo conta em alguns dos títulos da série principal pós-arcades. Aquele "malvadão" que sequestrava donzelas e atirava barris seria o pai do nosso querido Donkey Kong. Mas isso não significa que o passado do protagonista da série Country seja só de flores e glórias. Nada disso. Embora o responsável por todo o mal à Pauline e Jumpman seja o velho Cranky, Donkey Kong seguia fielmente os passos do seu pai (que em alguns games é dito até como avô). Aquele gorilinha que colocou terror em “Donkey Kong Jr.” e ainda correu nas pistas de Super Mario Kart seria o Donkey Kong que conhecemos hoje, só que mais novo e ainda levando o Jr. do pai no sobrenome. Só mais tarde, em 1994, que Donkey Kong ganharia notoriedade e atingiria a maturidade para seguir com o nome com o qual o conhecemos hoje.


Outras explicações dão conta de que o Donkey Kong Jr. é filho do Cranky e pai do Donkey Kong, sendo assim, o DK que conhecemos hoje seria neto de Cranky. Mas até a Nintendo se complica com essa genealogia, pois em alguns títulos ela o trata como filho e outros como neto do velhote Cranky.

Um gorila de estilo

Enlouquecidamente apaixonado por bananas como qualquer símio que se preze, Donkey Kong é um símbolo na cultura gamers. O gorila musculoso de gravata vermelha faz sucesso entre jogadores de várias gerações.

O protetor da Donkey Kong Island desfila exibindo seu porte físico avantajado nas selvas virtuais. Uma das suas principais e mais marcantes características é, sem dúvida, sua inseparável gravata vermelha, sempre bem posta e combinando com o tom dos seus pelos. O forte gorila também conta com um “corte” de cabelo estiloso, exibindo pelos rebeldes no topo do cocuruto. E após suas aventuras nas pequenas ilhas do Game Boy, parece que o gorilão resolveu deixar as sobrancelhas grossas, para transparecer sua seriedade.

Descontraído, descolado e impecavelmente bem penteado, DK costuma estar sempre em boa pose, principalmente quando está ao lado de sua amada Candy Kong.

Subindo degraus com a série Country

DK deixa seu passado de tirania de lado e surge totalmente recuperado, pronto para estrelar sua primeira aventura do lado dos heróis. Em Donkey Kong Country, título desenvolvido pela mítica Rare para o SNES, DK aparece com uma aparência renovada, mais carismática e doce.

Em Donkey Kong Country, DK estreia nos jogos de plataforma sidescrolling, estilo semelhante aos famosos jogos do seu antigo parceiro de ação, Mario. O sucesso foi tanto, que mais dois títulos fecharam a trilogia do gorila mais famoso dos videogames no Super Nintendo. Além do SNES, os jogos da trilogia tiveram versões para Game Boy, com a série Land e foram portados para Game Boy Advance. Foi com a série Country que Donkey Kong e toda sua família entrariam de vez para o seleto grupo de personagens definitivos da indústria de jogos eletrônicos, cravando seus nomes como ícones de uma geração.

Família Kong


E por falar em família, a lista de símios dessa é bem extensa e confusa. Embora o sobrenome Kong esteja presente em quase todos os macacos do jogo, é quase impossível saber quem é o que de quem. Temos no meio dessa confusão Diddy, sobrinho de DK, Dixie, namorada de Diddy, Kiddy, irmão de Chunky e por aí vai. Além desses, ainda tem Cranky Kong, avó/pai do DK, Funky, o ajudante, Lanky, o misterioso, Swanky, suposto irmão de DK, Tiny, a irmã mais nova de Dixie Kong e prima de Chunky e Kiddy, e Wrinkly Kong, senhora ex-dona da mansão Kong, falecida avó de Donkey e Swanky e mulher de Cranky. É uma família bastante confusa, mas feliz.

Novos horizontes tridimensionais


Com o fim da geração 16-bits e chegada do tão aguardado Nintendo 64, os fãs do gorila estavam eufóricos por um novo título da série. E foi em 1999 que a família Kong, comandada pelo rei do rap, Donkey Kong, fazia sua estreia no N64. Na nova aventura, a DK Island era apresentada de forma grandiosa, cheia de vida e desafios, e o melhor, tudo completamente tridimensional, algo inédito para nosso amado símio. Mais uma vez a Rare fez um excelente trabalho com o mascote da Nintendo.

Um astro das pistas

E não é que DK curte uma boa corrida. Amante da velocidade e fã de uma boa disputa sobe rodas, Donkey Kong conta com um vasto cartel nas pistas ao longo da sua carreira nos videogames. Tendo estreado em Super Mario Kart em 1991, era possível observar seu talento com o minúsculo veículo. Nem mesmo seu porte físico avantajado impediu o novo mascote da Nintendo a tentar a sorte contra o pessoal do Reino do Cogumelo. E lá estava, mais uma vez, a richa entre Mario e DK.

Em 1996 Donkey Kong se juntava a turma do Mario em Mario Kart 64 para, mais uma vez, disputar ferozes rachas nas estradas da Nintendo. Agora com sua aparência habitual, peludo e vestindo apenas a gravata vermelha. O pesado corredor fez a alegria de alguns jogadores que apostavam na sua alta velocidade final, mas trouxe tristezas para vários outros que já contavam como derrota a vez que tinham que controlar o gorila.

Embora não tenha participado diretamente de outros títulos de corrida, como Diddy Kong Racing para N64 e sua versão de DS, o piloto de karts emprestou sua ilha como cenário para as disputas ferrenhas entre os mascotes da Rare.

Por fim, mesmo tendo seu próprio título de corrida cancelado na época do GameCube, o sonho de ter seu nome estrelando um game de corrida se concretizou mais tarde no Wii, com Donkey Kong Barrel Blast. Nesse título, o jogador precisava sacudir os Wii Remotes como se estivesse batucando os Barris para controlar os veículos.

O batuque dos bongos

Deixando um pouco de lado a proteção de sua ilha particular, Donkey Kong arrisca o sucesso no mundo musical. Em Donkey Konga, o rei do swing esbanja balanço e precisão musical. Nos três títulos lançados para o GameCube, o último foi exclusivo dos japoneses, DK e sua turma tocam ao som dos bongos, músicas pop e temas de alguns jogos anteriores da Nintendo, incluindo, claro, temas de jogos da sua própria série.

Com o sucesso de Donkey Kong no mundo da música, tivemos a oportunidade de acompanhar uma jornada completamente ritmada. Os bongos estavam de volta ao holofotes  e davam o ritmo em novos títulos do gorila.

O Rei do Swing


Eis que DK assume de vez seu posto de rei do swing. Na série que começou no GBA e estendeu-se para o DS, Donkey Kong deve explorar os cenários tropicais da DK Island usando apenas os botões de ombro dos portáteis. R e L controlam os braços do gorilão, fazendo com que ele se agarre nas plataformas da fase e siga seu caminho ao som de muita música boa.

Um astro da TV

Tendo sua estreia na TV no programa The Saturday Supercade, Donkey Kong aparece fugindo de um circo onde é perseguido por Mario e Pauline,  como acontece com o jogo original. Também é possível ver o símio sequestrando a bela Pauline e enfrentando Mario pela posse da donzela em alguns episódios da série televisiva.


Donkey Kong também teve sua própria série de televisão chamada Donkey Kong Country, que é baseada no jogo de SNES com o mesmo nome. Exibido na França em 1997 e nos EUA em 1998, a série durou duas temporadas com 40 episódios no total. Utilizando a tecnologia de computação gráfica, a série foi apresentada pela Rede Record no Brasil, fazendo sucesso entre o público que já curtia as aventuras de Ash e Pikachu. A história segue as tentativas do rei K. Rool e sua trupe em pegar a coroa de cristal, responsável pela proteção da Ilha DK. Toda a macacada estava lá, apresentada em detalhes belíssimos para a época, graças à sua inovadora animação em CG.

Um atleta completo

Nem só de defender sua ilha das garras dos sequestradores de banana vive o gorila da Nintendo. Para manter seu invejável porte físico, DK pratica vários tipos de esporte. A versatilidade é uma das suas principais características. Em foco desde seu nascimento, em 1981, nosso herói selvagem é um personagem completo. Suas habilidades são inúmeras. Forte, ágil e determinado, está sempre pronto para enfrentar os inimigos que ousam invadir sua querida ilha, a Donkey Kong Island.

Além de herói, DK é um excelente esportista. Mais tarde, todas as suas habilidades seriam postas à prova nos jogos olímpicos, no qual fez parte do time do Mario na disputa por medalhas contra a galera do Sonic em Mario & Sonic at the Olympic Winter Games.

Estreando nas quadras de tênis do falecido Virtual Boy com Mario Tennis, Donkey Kong mostrou agilidade e condicionamento físico para se manter entre os jogadores do time do Mario. Em Mario Tennis, Mario Power Tennis, Mario Tennis: Power Tour e Mario Tennis Open, o gorilão faz bonito com a raquete na mão. Embora não seja muito veloz, a força da sua raquetada compensa a falta de agilidade.

Precisão e paciência também são grandes características do engravatado. Nos campos de Golfe, Donkey Kong mostra que macaco também pensa. Arriscando boas tacadas de diversos títulos ao longo dos anos, é possível encontrá-lo em Mario Golf, Mario Golf: Toadstool Tour e Mario Golf: World Tour.

Donkey Kong também é destaque em Super Mario Strikers para o GameCube e fez sua primeira aparição no Wii no título Mario Strikers Charged como um capitão de futebol jogável. Em Mario Super Sluggers, ele aparece como um capitão novamente. Donkey Kong também aparece em Mario Superstar Baseball, arriscando umas tacadas nos campos de basebol com a turma do Mario.  Ele fez uma aparição jogável em Mario & Sonic nos Jogos Olímpicos de Inverno, Mario & Sonic nos Jogos Olímpicos de Londres 2012 e Mario & Sonic nos Sochi 2014 Jogos Olímpicos de Inverno. Ele também aparece em Mario Hoops 3-on-3 e Mario Sports Mix.

E não poderia faltar uma boa briga, não é? Passando por uma estágio em Punch Out, em que pode aprender com as lendas do boxe internacional no NES, é em Super Smash Bros. que DK mede suas forças com toda a turma da Nintendo. Forte e destruidor, seus golpes causam imenso impacto nos oponentes. Aposto que muito mascote treme na base quando da de frente com o gigante peludo.

Além dos esportes, DK ainda fez ponta na série de minigames, Mario Party. Lá ele era um personagem jogável em todos os três títulos lançados para o N64, e também em Mario Party 4 para o GameCube, sendo esta a sua última aparição jogável na série. Após o quarto game, DK fez apenas participações especiais em tabuleiros e outros extras na franquia.

O retorno triunfal

Em 2010, Donkey surpreende o mundo gamer com o retorno da série Country. Em Donkey Kong Country: Returns, DK volta para a Donkey Kong Island para impedir que a Tiki Tak Tribe roube todas as bananas do reino. O jogo marcava o fim das férias do nosso protagonista nos jogos de plataforma, e melhor, com estilo e sendo um sucesso de vendas e críticas, trazendo as antigas mecânicas num belo e desafiador mundo.


Assim como aconteceu com o Wii, com o anúncio do seu sucessor as expectativas quanto a um novo jogo do gorila mais famoso dos videogames aumentaram, principalmente pelo sucesso obtido no retorno da série Country. E os felizardos donos de um Wii U não demoraram até receber a surpresa. Donkey Kong Country: Tropical Freeze chegou arrasando em 2014. Dessa vez DK e seus amigos aparecem em alta definição. Cada pelo do símio esvoaça suave pelo incrível universo criado pela Retro Studios, e o melhor, tudo isso ao som do lendário David Wise.

O legado

Descrito na Nintendo Power em sua edição 250 em janeiro de 2010 como seu oitavo herói favorito, como que mesmo sendo um pouco babaca, é incrivelmente bom no geral, além de divertido. Ironicamente, DK também transitou na lista dos vilões, sendo escolhido como o oitavo melhor vilão da Nintendo. Nesta edição há recomendações de que é melhor evitá-lo quando estiver sem gravata (alusão aos seus primeiros títulos no arcade). Um pouco de vilão, muito de herói, com um ar meio desajeitado, mas forte e destemido. O mais famoso e amado gorila da história dos videogames tem seu lugar de honra entre os principais personagens dessa indústria, protagonizando títulos de qualidade e divertindo várias gerações de jogadores, seja nos antigos arcades e consoles de mesa, até os portáteis.


Por fim, é notória a relevância de Donkey Kong para a indústria do entretenimento digital, sendo responsável direto por várias reviravoltas no mercado de games, criando e recriando modelos e sendo, quase sempre, sinônimo de qualidade e diversão. Com certeza ainda veremos o rei do swing balançando nos galhos da Donkey Kong Island por muito tempo, trazendo para os amantes de um bom game, muitas horas de diversão e exploração, além de muita música, claro.Que o dono da gravata vermelha continue fazendo a alegria dos jogadores ao redor do mundo. Vamos aguardar ansiosos até a próxima vez que visitarmos a exuberante ilha dos macacos na companhia do rei do swing.

Revisão: Luigi Santana
Capa: Diego Migueis

Ítalo Chianca escreve para o Nintendo Blast sob a licença Creative Commons BY-SA 3.0. Você pode usar e compartilhar este conteúdo desde que credite o autor e veículo original do mesmo.

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